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terça-feira, 4 de abril de 2006

Estive ultimamente pensando em como um diário deixou de ser coisa feminina carente depressiva anacrônica...e eis que, portanto, iniciou-me na "ciberaventura" (um tanto quanto relapsamente tarde) de postar textos pessoais, ensaios críticos generalizados, e-jornalismos e jurisimprudências de toda sorte ou azar. Então, o primeiro escrito, que motiva o nome da página virtualíssima segue adjunto abaixo. Aguardo vossas palavras, o poliálogo está a começar...!

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Mesopotown

Teresina!
Cidade meio verde, meio amarela, meio cinza-azulada, gris;
Metade vegetal, metade animal;
Metade da metade animal, humana,
A outra meia-metade, insana...

Therezina!
Cidade homenagem, cidade planejato’ria;
Uma imperatriz menina, entrementes sovina;
D’entre rios capitolizada, um do centro-meio-norte, outro do leste deste nordeste;
Parnai’ba vem do planalto central e Poty vem da sertania nordestina.

The!
Em meio a tantas narrativas e descritos,
Ecoas na Chapada do Corisco, sob a idealizativa de seres tu a pioneira das capitais fora do mar, fora do lar aqüi’fero, fora do ar maresivo e das torpezas dos oceanos salgados; nunca: escolheste soerguimento entre doces a’guas...

Tristheresina!
Porestando em meio a tanta pluviosidade ecle’tica e sismicidade celeste, fostes magnificar-se numa louca bebida: a cajui’na e numa comida com sotaque de mulheres: a Maria-isabel.

TrisThe Teresina!
Sois vo’s o orgulho de nossa gente, aguerrida e porque tambe’m sofrida e curtida, ao tempo e ao calor solar-gentil, eres todavia mais que tudo isso: e’s uma altiva mesopotown; Muralha citadina, castelo contempora’vel entre dois fossos.

Mesopotown, e’ assim que te vi!
Mesopotown, e’ enfim se quiser!
Mesopotown, e’ assada em Brasil!
Mesopotown, e’ a mim o viver!

Viva o Mesopobit! Viva a Thecnostalgia teluri’stica! Mesopohits! Ie, io, ie, the, eh! Cidade me’dia, mesopotown ...

Jota Pe’Onze de setembro de dois mil e cinco. Zero hora.
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