Blog liberto a público de arte abstrata-concreta, literatura mundana, jornalismo experimental e direito cotidiano. ¡Pensare reactivus est!

terça-feira, 30 de maio de 2006

Algum jornal(ista) noticia isto!?.

Dia nacional da imprensa! Comemoração local em The
mensagem:
SEMANA CARLOS CASTELLO BRANCO

DE 1 A 3 DE JUNHO NA CASA DA CULTURA


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Piauí promoverá, no período de 1 a 3 de junho de 2006, na Casa da Cultura de Teresina, a Semana Carlos Castello Branco, em homenagem ao maior repórter político do Brasil, de todos os tempos, e, também, ao Dia Nacional da Imprensa, que, por força da Lei nº. 9.831, de 13 de setembro de 1999, é comemorado, em todo país, no dia 1º de junho.

(fonte: recado de Kenard Kruel, jornalista e escritor, no orkut)
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sábado, 27 de maio de 2006

A Sociedade do Espetáculo: Vínculo (I)mediato

Na dialética dos escombros para as torres babelísticas diuturnas e noturnas e vespertinas e madrugais uma atômica partícula humana pulsa e desintegra uma grande quebra...de valores, bolsas, óikonomias & pólitikes...
Satisfaz-te com o teu fetiche de hoje, porque logo e breve ele poderá tornar-se objeto ou produto de hermafrodegradação, desse modo, dizem os mestres:

"A SOCIEDADE DO ESPECTÁCULO

CAPITULO I

A SEPARAÇÃO ACABADA

E sem dúvida o nosso tempo... prefere a imagem à coisa, a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser... O que é sagrado para ele, não é senão a ilusão, mas o que é profano é a verdade. Melhor, o sagrado cresce a seus olhos à medida que decresce a verdade e que a ilusão aumenta, de modo que para ele o cúmulo da ilusão é também o cúmulo do sagrado.

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Toda a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espectáculos. Tudo o que era directamente vivido se afastou numa representação

Traduções diferentes
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Toda a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espectáculos. Tudo o que era directamente vivido se afastou numa representação.

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Toda a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espetáculos. Tudo o que era diretamente vivido se esvai na fumaça da representação


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o governo é representativo, a televisao e a arte representam a vida, sua roupa representa o seu ser, um mundo de representações.
e mais pra frente debord conceitua espetáculo... " (extraído da comunidade orkutiana: A sociedade do Espetáculo, acessado em: maio/2006).

Bem, que o lumpem proletariado tenha já aprendido a ler e escrever e saber eu não o sei; mas que, depois que o trabalho humano virar exceção, o desemprego dominar tudo e a vida tornar-se indigna do Capital (ou vice-versa), a gente poderá desestranhar esse meu agora sentimento, não de mundo, mas de espírito da acumulação avançada dovalor-dinheiro.
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Piauí Sampa: um Rio de Brasílias capitais!

A mostra de produtos piauienses em São Paulo é uma dupla resultante: tanto da necessidade de expor gêneros confeccionados, produzidos e/ou fabricados na "Terra Querida" num mercado consumidor mais nacional-internacionalizado como o é a capital paulista, quanto da carência regional a demonstrar para com os milhares de imigrantes daqui hospedados na terra da garoa e do perenetrânsito em geral.

Mais uma oportunística ocasião de desescrotizar a impositiva e reiterada injúria, calúnia, difamação e menosprezo irresponsável transmitido pelas mídias paulistanas e do centro-sul-sudeste para com o piauiense e o norte-nordeste brasileirinhos...porque daqui, se não souberam ainda eles, os sabichões e nobres bandeirantes/entradistas de sãovicentinas colonialidades e imperiosidades, a população bugre e negróide e pardavasca é que tem sustentado, construído e motivado a super-estrutura que hoje chama-se metrópole paulista. Ai deles não fossem os criadores de gado e plantadores de cana do Piauí...estariam eles hoje ainda na sua medicridade barata de pequeno burgo arrebitado e enfaustado na imaginação de seus ridículos habitantes mesquinhos.
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quarta-feira, 24 de maio de 2006

Mercado Central: a peça caricatural de Therezina

O balé folclórico da cidade de Teresina se nos apresenta agora com uma montagem ceno e coreográfica de profunda raiz sociológica: a fenomenização no palco de rotinas de vida personificantes dum cenário cultural da capital: o Mercado Central de THE.

Lá naquele "pedaço" de nosso lugar-coloquial, para quem possui a experiência concreta e particularíssima ao frequentar desse espaço,temos o encontro de boxes sortidos em hortifrutigranjeiros, cabinas de açougue, stands de peixaria, microgalpões de temperos e condimentos, cubículos de mercearia e miudezas generalizadas (conforme o vocabulário conosco legado pelo mestre Cineas Santos..).

E eis aí que a proposta desse grupo dançarino é ver, ouvir, cheirar, degustar, apalpar e sentir a movimentação a pulsar num trabalho digno da arte: documentária daqueles seres humanos sagazes, folclóricos, lendários mesmo, que lá subsistem, criam modos de habitar e comportar e, afinal, nos garantem isso também em alguma medida incalculável pelas máquinas registradoras ou similares.

A apresentação dessa caravana de artistas, que conta com minúsculos investimentos governacionais, mas tem jogo de cintura (literal e metaforicamente) para lidar com as surpresas e novidades inssurgentes ao ofício e perseverança imbatível ao promover o desenvolvimento cultural e humano do povo piauiense, apresentar-se-á nos teatros locais e, em agosto, partirá para a velha e aconchegante ilha dos artistas circenses-teatristicos-bailarínicos - Prússia, atual Alemanha - logo, logo.

E demonstra aos cépticos e inertes desamparadores culturais das torres de concreto, vidro, madeirames e ferragens o quanto o corpo humano pode significar mais que papeluchos estocados em cofres e/ou projetilhos infundados, exdrúxulos e irrepresentativos de ascensão cosmopolita da nossa comunidade, nossa aldeia de talentos resignados pelo poder público e privado também. Mas, oitavas artes ainda virão e o joguete politiqueiro desmoronará egoísta em suas ambições, ganâncias, cobiças e cupidezas...
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sábado, 20 de maio de 2006


"doido camuflado da mesopotown"
A dignidade humana será conquistada a machadas...(se eu usar uma foice, estrovenga ou picareta serve, Torquatão..?)
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O direito dos povos e da humanidade, aquele preconizado a partir das perdas sofridas nas duas primeiras grandes guerras mundiais e exposto na Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948 está em fase de expansão, mas isto também é perigoso se os chefes do poder cosmopolítico intentam mascarar joguetes de interesses em jurisprudencialismos "humanísticos ou comunitários".
Esta assustadora realidade é prática de rebeldia aos preceitos da vida social civilizada e do proceder filosófico natural do homem em sua pós-modernidade ecumênica.
Mas, do jeito que se movimenta a política e seus acessórios mediadores/moderadores (quarto poder..) o pressentido e ulterior resultado pode ser uma deflagração generalizada de desavenças, intrigas e choques internacionais.
E o doido aqui está camuflado na selva mesopotense, observando, passeando, visitando, preparando a carta de paz, porque a guerra é inadiável, irretardável, irrepugnável se tais circunstâncias - seja nas Américas, seja no Oriente - perdurarem ignoradas pelos gestores e, assim então, mentores do crime mais catastrófico já existente: a luta de inocentes pelo prazer personalíssimo de canalhas, crápulas, tiranos, pulhas desse terceiro milênio pós-cristão (ou nada amoroso).

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Tristhes Tzarismos Dada�stas: Mecenas de Artes Literárias atuantes em Teresina

Novos Autores lançam obras na Casa da Cultura

CONCURSO - As três obras vencedoras do concurso Novos Autores – Prêmio Cidade de Teresina, serão lançadas no próximo dia 24/05, às 19h, na Casa da Cultura. O Concurso premiou as melhores obras em quatro categorias – Ficção, Poesia, Pesquisa Folclórica e Pesquisa Histórica.
O resultado foi anunciado pela Fundação Cultural Monsenhor Chaves, em setembro de 2005. Na ocasião, a Coordenação recebeu 31 inscrições sendo sete em Pesquisa Histórica, 14 em Poesia, nove em Ficção e uma em Pesquisa Folclórica.
As obras publicadas foram: na Categoria Poesia – “PRIVACIDADE”, de Francisco Wilson Oliveira, inscrito sob o pseudônimo Lúcio MacCartney; Categoria Ficção – “MEMÓRIAS DE UM SUICIDA”, de Sérgio Idelano Alves Matos, inscrito sob o pseudônimo “Roserin Reis”; Categoria Pesquisa Histórica – “ESCOLA DO SERTÃO: ENSINO E SOCIEDADE NO PIAUÍ (1850 – 1889), de “Alcebíades Costa Filho”, inscrito sob pseudônimo “Ferreira Costa Filho”. A Categoria Pesquisa Folclórica não obteve livro publicado (mas frise-se, todavia, que em termos de música várias produções têm surgido de 2005 para hoje; vide, por exemplo, o Cd Candeeiro no folclore...).
O Concurso foi criado em 1999 pela Prefeitura de Teresina e visa premiar autores inéditos piauienses nas categorias Pesquisa Histórica, Poesia, Ficção e Pesquisa Folclórica.

Ainda neste rol de mecenatos literários, incluímos o concurso Contos de Teresina, que busca valorizar o retratismo em forma de estórias curtas duma obra de ficção ou não cujo ambiente e contexto histórico-cultural seja a cidade verde capital piauiense.

Este concurso, ainda em fase de coleta final de trabalhos, terá suas inscrições encerradas no dia 26/05 próximo (data já prolongada devido ao grande número de interessados). Sem dúvida alguma, maneira proveitosa também de observarem os críticos de literatura a produção local e expor ao público das letras piauienses, mormente as teresinenses, as novidades estilísticas e os novíssimos autores.
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quarta-feira, 17 de maio de 2006

Tristhes Tzarismos Dada�stas - Cult sites...

http://www.pedro2.pi.sebrae.com.br/Festival de Inverno Pedro II
http://www.zooeirafestival.com.br/Festival Zooeira Oeiras
http://www.fumdham.org.br/interartes/main/festival.htmhttp://www.festivalinterartes.kit.net/festival/festival.htmFestival Interartes da Serra da Capivara São Raimundo Nonato
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terça-feira, 16 de maio de 2006

Tristhes Tzarismos Dada�stas:
Sushi -sashimi kamikases
A droga da amizade e o traquejo social, outra vez eles, nos fizeram perder o tempo de dar o fora na hora H: disperdiçar o paladar com comida japonesa não é lá muito legal pra mim.
Ainda mais porque lá aonde fomos (Teresina Grill) estava em promoção uma rodada de 12 porções dessas iniguarias orientais...mas, qual o quê...só farsa.
O apetite de início foi sugestivo, a curiosidade também; mas ao palatar do alimento, foi náusea e lágrimas de nojo por tudo que era lado; eca, só um filete de peixe crú, enrolado num mói de arroz por uma fita de erva. Terrível, dá vontade de vomitar instantaneamente. E além do mais, a gente não mata a fome, a fome mata a gente! Era melhor ter pedido uma porção de picanha e macacheira bem assadas, aí era outra coisa!..
Saldo de balanço: dívida ulterior de R$14,00 com o colega que bancara o jantar lá e uma barriga chocada, embrulhada pra presente de gregos, nipônicos e americanos. Nunca mais...agora só no China in box: ali pelo menos a comida é esquentada de verdade e tem recheio variado além do acompanhamento.
Mas, a bem da realidade, prefiro meu arroz, feijão, macarrão, bife e salada de verduras. É mais simples, sadio, sólido,..saboroso.
obs.: esta mensagem bem que poderia ser colocada naqueles pastéizinhos da sorte, néra mermo???!
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sábado, 13 de maio de 2006

Tristhes Tzarismos Dada�stas:Inspirações conexas
Para quem/o quê não conhece ainda ou, a saber, deseja conhecer para gostar do Dadaísmo, explico um teor motivacional do blog por aí medianamente...:
Manifesto.... "Eu redijo um manifesto e não quero nada, eu digo portanto certas coisas e sou por princípio contra os manifestos, como sou também contra os pricípios[...]. Eu redijo este manifesto para mostrar que é possível fazer as ações opostas simultaneamente, numa única fresca respiração; sou contra a ação pela contínua contradição, pela afirmação também, eu não sou nem para nem contra e não explico por que odeio o bom-senso."
Para fazer um poema dadaísta Pegue um jornal.Pegue uma tesoura.Escolha nesse jornal um artigocom o tamanho que você contadar ao seu poema.Recorte o artigo.Recorte em seguida com cuidado cada umadas palavras que formam o artigo ecoloque-as num saco.Agite docemente.Retire em seguida cada recorte,um depois do outro.Copie conscienciosamentena ordem em que eles foram saindo do saco.O poema lhe aparecerá.E eis você infinitamenteoriginal e de uma sensibilidade encantadora,ainda que incompreendida do vulgo.
(TZARA, Tristan. Para fazer um poema dadaísta.)

Salve Dadá, ave Tristan.
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sexta-feira, 12 de maio de 2006

Dialexias: cultura paradigmatizada X folksofia identificada

Um tema que me sugerem os espetáculos, as apresentações, os concertos e as mostras aparecidas em nossa cidade e Estado há tempos próximos.
Essa dualidade conflitante apareceu como explicativa para as dúvidas que tanto abalroaram a formação de repertórios disformes em literatura, dança, teatro, música, cinema, artes plásticas e audiovisuais na nossa vivência.
De um lado existe a hipótese para uma cultura assim modalizada, anunciada e comercializada/estigmatizada/fetichizada/integralizada -todo esse último um complexo processado por uma fábrica-indústria-mercado cult- ao indivíduo ou grupo culturológico. Portanto, falarmos de uma cultura modelo ou paradigma, estacional, provisória contudo disseminada vertiginosamente, generalizada.
Doutra óptica é a sugestão de uma sabedoria popular-popularizada, tradicionalmente legada por vias comunicativas plurorais, conversejadas, artefatualizadas, repentescritas e motivadas no âmago da comunidade, emblemando sua identidificação peculiar e própria às realidades daquele instante histórico-geopolítico. Logo, uma espécie de folclore reconhecido e sabido do coletivo.
Sumariamente, seria isso nosso objeto nesse trecho: apontar o porquê de tantos jovens cultuadores e cultuados desenvolverem uma tribalização ou uma globalização em suas preferências, enquanto outros jovens enraizados e infiltrados na veia regional continuam e seguem em linhas trazidas por antepassados e convivas, elos duma corrente setorizada e independente, mas telúrica por excelência.
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