Blog liberto a público de arte abstrata-concreta, literatura mundana, jornalismo experimental e direito cotidiano. ¡Pensare reactivus est!

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Release artístico histórico tá valendo!






Me desculpe a pessoa que elaborou para o site da FCMC tal texto, porque eu achei tão bom gente do mundo! que não vou tirar nem pôr e nem comentar! Segue na íntegra hein ...

Cultura 23/07 12:52
Festival de Filmes de 60 Segundos inicia nesta sexta-feira
CINEMA - Nesta sexta-feira, dia 27, a Casa da Cultura vai transpirar cinema, com o lançamento do Festival de Filmes de 60 Segundos, promovido pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. A abertura acontecerá às 18h30min, com coquetel e exibição dos vídeos participantes, além da premiação. Na terça-feira, dia 31, os filmes serão exibidos ainda no Teatro do Boi, a partir das 19h.

O Festival tem como objetivo incentivar iniciantes na prática de vídeos e filmes, divulgando as suas criações e premiando as melhores. O evento contempla vários tipos de produções, realizadas em qualquer equipamento que produza imagens em movimento: câmera de vídeo, câmera de foto digital (seqüências de fotos), câmera de celular ou animação em flash feita no computador. No entanto, todos têm duração exata de 60 segundos, com inclusão dos créditos.

Um dos atrativos e incentivos do I Festival de Filmes de 60 Segundos é a premiação, que contempla o melhor filme realizado em telefone celular: R$ 500,00; e melhor filme realizado em outro meio, com R$ 800,00. Durante os dois dias de Festival, serão exibidos 31 filmes participantes com sessões na Casa da Cultura e no Teatro do Boi.

1. COISA – DIREÇÃO: MEIRE FERNANDES
2. A CAPITAL DO SOL – DIREÇÃO: RAPHAEL GERARDO MORAIS DE OLIVEIRA.
3. O SEQUESTRO – DIREÇÃO: ED GONÇALVES
4. UNIÃO SEM FRONTEIRA – DIREÇÃO: RODRIGO SANTOS
5. A APOSTA – DIREÇÃO: VINICIUS CRUZ
6. DARCITO TEM QUE MORRER – DIREÇÃO: GEORGE JOSÉ IZIDÓRIO AGOSTINHO
7. MENINO MAL CRIADO – DIREÇÃO: PAULO DE TARSO ALVES
8. PRIMAVERA – DIREÇÃO: PABLO PINHEIRO
9. EXTERIORES – DIREÇÃO: SAMUEL ANDRADE E SILVA
10. PREÇO DA DESOBEDIÊNCIA – DIREÇÃO: LEONARDO RODRIGO
11. ROSE DOLLZ – DIREÇÃO: RODRIGO SANTOS
12. LÁGRIMA DE UMA INFÂNCIA – DIREÇÃO: LEONARDO RODRIGO
13. O ATREVIDO – DIREÇÃO: PABLO PINHEIRO E ALENCAR
14. O ENIGMA DO COVEIRO – DIREÇÃO: GEORGE JOSÉ IZIDÓRIO AGOSTINHO
15. DUAS FACES – DIREÇÃO: TAIS LIANA E DÍLSON TAVARES
16. KAMA SUTRA ILUSTRATIVO – DIREÇÃO: ANA ISABELA SOARES MARTINS DA SILVA
17. O GRANDE ELEFANTE COR DE ROSA – DIREÇÃO: RAPHAEL GERARDO MORAIS DE OLIVEIRA.
18. TRAUMAS – DIREÇÃO: VINICIUS CRUZ
19. APENAS UM JESTO – DIREÇÃO: FRANSCISCA ARAÚJO
20. PORQUINHO DA ÍNDIA – DIREÇÃO ADRIANO LOBÃO E CARLANGE LOBÃO
21. DURANTE UMA NOITE DE AMOR – DIREÇÃO: DEMIR SILVA
22. KAMA SUTRA ALTERNATIVO – DIREÇÃO: ANA ISABELA SOARES MARTINS DA SILVA
23. A LUTA PELA EXPRESSÃO – DIREÇÃO
24. MATRIZ DO POTY – DIREÇÃO: TAIS LIANA
25. POVOAR (RE) POVOAR – DIREÇÃO: ARISTIDES OLIVEIRA
26. O CHEIRO DO QUEIJO – DIREÇÃO: ED GONÇALVES
27. O SOL TEIMOSO – DIREÇÃO: ADRIANO FÉLIX
28. EQM – EXPERIÊNCIA QUASE MORTE – DIREÇÃO: VINICIUS CRUZ
29. VOLTA À VIDA – DIREÇÃO: MARCELO AURELIO BERTOLINI
30. 1 MINUTO É MUITO TEMPO – DIREÇÃO: GUILHERME OLIVEIRA
31. “... QUANDO EU ERA NOVO.” DIREÇÃO: ROBERTO SABÓIA

Mais informações:
FCMC
Fundação Cultural Monsenhor Chaves
Rua Eliseu Martins, 1426 – centro
CEP 64000-120 - Teresina-PI
(86) 3215-7815
3215-7816
Fax: 3215-7817
fcmc_the@yahoo.com.br
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domingo, 22 de julho de 2007

Flanar...dicionarizas?




"Não poder orientar-se em uma cidade não significa grande coisa. Mas perder-se em uma cidade como quem se perde em uma floresta requer toda uma educação. Os nomes das ruas devem então falar àquele que se perde a mesma linguagem dos ramos secos que se quebram, e ruelas no coração da cidade devem refletir para ele as horas do dia tão claramente quanto um vale de montanha. Aprendi esta arte tardiamente; ela realizou o sonho dos quais os primeiros vestígios foram labirintos sobre os mata-borrões dos meus cadernos"
Walter Benjamin

Gosto muito de flanar, isto é, vagabundear, ou, num modo mais formal e reto de cultura: passear ociosamente, sem destino [como o diz o etmólogo e profº Celso Luft em seu dicionário]. Mas isto não se resolve apenas com meus hábitos de bater perna ou correr a mão por aí; muita vez tenho perdido concentração na coisa prática e subsistente da vida para observar distraidamente outras cousas: as mensagens rabiscadas na carteira do local onde fui fazer prova de concurso, o ventilador de teto com a marca elgim girando sem parar, o jeito da menina se vestir-sentar durante o início da prova, uma moça que enguiçou o cartão telefônico, ela assim de um ruivo no cabelo mais para o rosê de blusa sem sutiã e calça jeans ressaltando as belas platibandas com um óculos de intelectual eslovaca, a menina na cadeirinha de guidom na bicicleta, etc.!

Quando menos espero há aquele frenesi, quase tesão ou gozo para escrever um sentimento novo captado, de uma forma mais inusual, não para mim, para mostrar pros outros que dá pra dizer, representar de outra maneira o mesmo significado. Cadernos já usei, agora tou preferindo os blocos e papel destacável, até post-it serve [mesmo aqueles que só cabem três frasesinhas mindinhas].

Hoje, simultaneamente a isto, vendo o Esqueceram de mim 2 na tevê, surgiu-me esta frase reverberada pelo personagem bonachão com metralhadora a disparar tiros de metralhadora sobre uma linda, broadwayniana e jovem mulher, devido a uma suposta revelada traição, do filme que Nick assiste tomando uma porção enorme de sorvete napolitano, algo mais ou menos assim: " Vou dar três segundos para vocêtirar sua carcaça imunda, podre, nojenta e vil da minha frente! 1! 2! - Oh [diz a mulher] Ma-mas... 3!!! ;- ~~~~~~~~ ;- ~~~~~~~~~~~ ;-~~~~~~~~~Huanhahahahah Feliz natal seu animal imundo! ;-~~~~~~~~~~~E um feliz ano novo!"

Não me entendo, mas um dia ou noite dessas me adestro para umas flanagens mais adequadamente racionais e prósperas!

Certo jovens?

# Obrigado Rimbaud, por me fazer entender isto! #
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sábado, 21 de julho de 2007

Nota sobre o EReCom 2008

O ERECOM- N/NE3 (Encontro Regional dos Estudantes de Comunicação) configura-se como espaço de diversidade, aprendizagem e socialização de saberes entre estudantes de Comunicação do Nordeste e sociedade civil. Compreendem discussões sobre os papéis dos comunicadores na construção do imaginário coletivo do povo, assim como protagonistas sociais, transformadores da realidade.
Nesta ótica, o encontro tem suma importância na formação humana dos estudantes participantes, abrindo um leque de ideologias e discursos. Desta forma, passeia sobre novas maneiras de pensar a produção jornalística e publicitária que está em voga no contexto social.
No ano de 2008, o tema norteador do evento, que será mensurado neste projeto, é “COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA”, com desdobramentos para movimentos sociais, democratização da comunicação e meio ambiente. Este projeto vem afirmar a importância de estar debatendo as temáticas centrais, influências e transformações que os mesmos provocam na estrutura social, além de instigar a necessidade de meios e jeitos de contribuição para uma melhoria no processo formativo humano e profissionalmente do comunicador.

A Comunicação Alternativa ainda está longe de ser compreendida em todas as suas formas e probabilidades. O contexto de sua utilização e produção criativa também é vasto e infinito, quando comparado aos mecanismos de mídia tradicional. Desta forma, a sugestão que começaremos a expor é resultado da vida dentro e fora da sala de aula, mas sempre juntando o acadêmico universitário ao seio da comunidade. Isso quer dizer não só nosso bairro, nossa região ou zona, nossa cidade. Convém afirmar que significa nossos grupos, nossas famílias e nós mesmos.

Entre as identificações feitas sobre o assunto, entendemos serem importantes e investigáveis as oriundas da situação de marginalidade ou dos processos de tal exclusão social impelida contra as liberdades individuais e coletivas de expressão, comunicação de fatos e publicidade de pensamentos. Os seres humanos têm perdido constantemente o direito característico de manifestar suas opiniões sérias por causa das barreiras construídas e solidificadas pelos "media" repressores, censores e ditadores do poder - proibindo ou prendendo, agora, até no mundo das idéias, ceifando a criatividade e manipulando mentes nos conglomerados urbanos ou habitações campesinas.

Hoje, antes de qualquer citação pretérita, há empecilhos e medo para todas as pessoas co-participantes da classe comunicadora; mas, pior ainda: se os profissionais os quais deveriam ter autonomia, socialização e amplitude crítica em seus trabalhos não conseguem livrar-se das amarras e cerceamentos nos deveres de ofício, como ficamos os concidadãos (ãs)? Sem vez, voz, voto ou voga? Por que o sistema apregoa uma coisa, um conjunto de garantias e projetos democráticos, se em realidade os excluídos, uma maioria de minorias, não entende representados seus anseios, desejos e vontades soberanas?

A resposta, se existir, há com certeza de completar-se pela comunicação popular alternativa - via movimentos populares em bairros, escolas, ruas e periferias - no trabalho de desenvolver o espírito de luta, protesto, indignação e revolta à medida que se espalham exemplos desprezíveis e, todavia, nocivos e corruptos da "informação" transfigurada e manipulada pela Imprensa Marrom e suas máfias ramificadas nos círculos de controle empresarial -industrial-comercial.

Então, é preciso construir um ambiente não de meras conjecturações e debates logo abafados pelo temor dos comentários alheios ou abdicado pelo esquecimento provocado pelas limitantes do mercado, pelo vil e alienante capital simbólico mais valia incompreensível, desunidor e distanciador dos ideais realizáveis de sabedoria, fraternidade e progresso cooperativo.

Temos, e podemos, de realizar um encontro em que nossas potencialidades venham a público e livremente demonstrarem-se como viáveis e proveitosas ao conjunto participativo que a partir de agora combinamos continuar a fazer: nossas bandeiras, nossas iniciativas de diálogo e diplomacia formais... isso nesse instante tem, precisa ser conjugado de forma harmoniosa, respeitosa e equânime.

Objetivos melhores hão de constituir-se, assim, quando um tema pesquisado ou uma tarefa já em execução, no meio civilizado se possam apresentar como justificáveis à formação em coleta de manifestações presentes mesmo às sociedades ou guetos discriminados (ou até recriminados sem razão ou injustamente).

A divisão do serviço em equipe merece ser observada e cumprida: todo(a) aquele(a) interessado em resultados positivos se empenha, agindo e conquistando auxílio no meio em que vivencia ou busca novas maneiras de participar para o sucesso e bem feitoria de seus programas e inventos. Dessa monta, ir a campo, encontrar o fato ou ato condizente com nossas perspectivas de amostragem e, em especial, transmitir essas noções aos que conosco ficarão engajados são as palavras de difusão e repasse imediato a todos (as).

Assim, seguidamente, o ERECOM Piauí 2008 será o melhor e mais relembrado monumento de partida para as mudanças e reciclagens desse cenário porvir nas Comunicações. Tomara essa mensagem se reflita nos Centros Acadêmicos, Diretórios, Campi e Delegações inteiras convidadas a partilhar com a gente o esplêndido resultado da somatória de esforços e pelejas por coisas bem simples de exprimir: camaradagem, respeito e desenvolvimento humano através do Jornalismo, Publicidade e Comunicações Alternativas!

Interessa? Pois...
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=30451932
orkut EreCom Piauí 2008

Lista de informações e discussão
erecom2008-subscribe@yahoogrupos.com.br

Só mandar um e-mail sem assunto e título.
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quinta-feira, 19 de julho de 2007

Huahahaha!

Uma noite no cabaré

À rotina das aulas esfuziantes e reuniões da redação nos laboratórios práticos, a bom gosto chega a conversa corriqueira, o debate-papo descontraído com um bom caráter e bem humorado como o Dirceu Andrade.
Filho de Piripiri, terrinha que nos dá a folote jovens humoristas, anedotistas e animadores de círculos mais à flor da piada, o "etéreo e clorofórmico receptor humanóide" do Zé Bandeira, contou-nos algo sobre suas origens, ambientação de suas primeiras arrumações e trepeças, percalços dos maus pedaços de caminho na arte cômica até chegar aos goles na cerveja a qual ele ali já bebericava, rente ao tamborete-cadeira no palco.
Surgiram, aos pedacinhos, acadêmicos(as) regozijantes nas perguntas; sobremaneira com fatos e notinhas interessantes saídas das bancadas de concreto daquele anfiteatro: foram desde questões mais sérias acerca de incentivo público governamental a projetos como o Teatro Popular a $1,99 até o clímax picante do dia-a-dia (ou noite-a-noite...) de personagens e cenas do '70, '69, Bete Cuscuz, Rancho e outros ditosos bordéis de Teresina.
Dirceu apresenta-se a inícios todo sério, com uma pose de bo~emio degradê (não demodè) 1980; mas, não obstante o receio de o público não corresponder com inquietantes motes ao microfone aberto para eles, o pingo da graça logo emana do figuraça que do púlpito reclama: "Perguntem minha gente, nem que sejam as horas!"
Aí feito estava o esbagaçado espetáculo: rolaram risos emoldurados nas faces de todos ante imitações de seu Manguim, Amadeus Camps, Mariano Marcus e Silvio Mentes, além de abruptos espasmos da drª Clotildis e outros(as) efígies do homenageário popular. (vide by Rivanildu)
Discutiram-se pontos como o fato de se dar nomes de ruas, pontes, praças, barragens...a "fuleiras" da política local; enquanto que, de incentivo aos programas educativo-culturais da FUNDAC é quase nulo o crescimento ou nem mesmo a manutenção das quotas de investimento.
Em complemento, Dirceu começou a desgargantear um monte de piadísticos, sobre os temas do celibato clerical, da moral ortodoxa e picuinhas de gabinete a populacho.
Mas a melhor mesmo foi quando um pedinte pediu(!) licença e subiu pra palavrear sobre o azar de seus últimos dias: tivera a casa incendiada (esse mês de queimadas e ainda tem o aquecimento global pra completar o auê), tinha esposa e alguns filhos, estava em situação de apuros (rapaz, eu quero saber ter o apelo vocativo desse pessoal um dia...); então, o Dirceu que pensara que o cara ia era divulgar uma nota de utilidade pública, ele enfim manjou qual era a do moço e, fingindo apenas cumprimentar o humilde senhor, tirou do bolso uma cédula de mico-leão dourado, dobrou-a japonesamente entre os dedos e ofertou-a manhosamente ao sujeito [que talvez só tenha atinado para o que era aquilo em depois, de tão alheio que estava e de tão estúpido que era mesmo].
Aquilo sim, gesto de amor e artista nessa época...
jun/2007
[...]
No PIPop assisti e ouvi a alguns trechos pela tevê e os melhores momentos, para mim, eram mesmo quando aparecia o Amauri Jucá(ai papai!) e o Dirceu Andrade (cabelelero, meu amorrrr!) apresentando caricaturalmente a verdadeira cara alegre do Piauí.

OBS.: Os nomes das personagens são bastante baseados em pessoas reais que a gente conhece bem!
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sexta-feira, 13 de julho de 2007

F5ando

Globalis Notícialidades

Brasil (o malandro Tupinique), China (a dragona asiática), Índia (a mística sudoriental), México (o impávido leão centroamericano) e África do Sul (a brilhante república bonaesperançosa) são convidados ilustres do G8 - grupo dos sete países mais ricos e industrializados do mundo mais a Rússia. Reitere-se e informe-se que são emergentes membros convidados em desenvolvimento.

Adiante isso, há ainda o G4: com Brasil, EUA, Índia e União Européia.

Lula está como sempre soube-se estar: sindicalizando fortes e necessários apoios no globo, dentre as potências sócio-político-econômico-culturais; enquanto isso, países revoltados e de politiquices fajutas, arcaicas como Bolívia e Venezuela perdem a oportunidade de evoluir, de melhorar a vida de seus povos, suas civilizações, mediante a insanidade e egolatria de governantes-ditadores como Evo Morales e Hugo Chávez.

A Copa América de Futebol é mais uma "prueba" de que totalitarismos ignorantes não dão pé, só chuteira. De que adianta a estatização da tv venezuelana se todas as tevês que cobrem os times participantes desse campeonato continental fazem suas apresentações e transmissões?! A censura livre agora é legalizável?! [Porque a enrustida sempre há...]

Os EUA, só porque o nosso velhinho mas vivinho "da silva" Alberto Silva lança o invento-programa combustível alternativo biodiesel de mamona, querem fazer ecodiesel de milho, de soja, sei lá de quê! Que vergonha, eles num aceitam mesmo serem passados pra trás né?

A União Européia, lá pela Inglaterra, França, etc. volta e meia, mata um brasileiro por engano, na luta contra o "terrorismo" internacional. Bom, se nós somos corruptíveis, isso não tenho argumentação alguma a fazer; mas se ser imigrante indigente é agora rotina lá, melhor embarcar pro Iraque ou Faixa de Gaza, lá pelo menos vamos prevenidos e sabendo do que se trata!

Da Índia as informações que disponho são unicamente sobre a sua evolução no mercado
cinematográfico, da explosão nas transações comerciais pelo mercado asiático e das doutrinas religiosas que já chegaram por aqui também. De resto, só ouvir um Narguilè
Hidromecânico mesmo e turbante depois do banho...

E ainda deixam o presidente no vácuo em plena abertura do pan do Brasil!

Isso era um texto tão sério e foi descambando pra pirraça e picaretagem...tsctsc
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domingo, 1 de julho de 2007

Namoros idos e vindos

LAMENTO PASSIONAL SERTANEJO *

Nobre Ceiça, ai que saudade!...
Que vontade de rever...
Eu no sonho eu te amava;
No mesmo sonho, eu separava de você,...
No mesmo sonho, eu me perdia de você!...

Já faz tempo, mês ou ano
Que lamento não lhe ver;
E nas coisas de vontade,

Um mês é mais (que eternidade sem você)
Um ano é sem fim
E eu sem lhe ter...
2X

Nobre Ceiça, afável dama
Só sem ti vou perecer
Oxalá o além da vida

Não seja em fim
Por que nunca mais hei de a esquecer
2X
_______
* Baseado numa paródia de história à música “Ana Rosa”, de Luiz Gonzaga.
João Paulo
04/06/2005
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sábado, 30 de junho de 2007

Popôcos da Festa Junina, he hem!

Fogos, Fogueiras e Folguedos


Ah, Potycabana fantástica! Teu piso quase encarca com tanta folcloridade que por este mês adentrou sobre tuas lajes e lajotas! Esse parque é de longe um dos mais lindos e arquitetonica e engenharisticamente corretos do Brasil: quer lugar mais ameno e propício a eventos que esse, à beirada do Poty?
Em termo geral, o Festejo Junino do Piauí é tradicionalmente vanguarda e peculiaridades zil. Este ano, tivemos além das apresentações de grupos estaduais folclóricos com seus compadres e suas comadres, bois e reisados, as famosíssimas quadrilhas & marchinhas e shows típicos de cada região visitante do encontro nacional.

Mas vamos fugir do óbvio, rebatido e trivial: que tal fazer outro roteiro? Em Teresina mesmo, por exemplo: temos no Poty Velho uma festança de encher a pança e fazer muita lambança também! Lá é que a folia rola regaliada ao mais rústico e natural toque, remelexo e sabor popular! Tem dança de todo jeito, daquelas antigas, de longe...Pessoas que realmente mantém hábitos e constróem um folclore sem mistérios mas sem interferências abruptas nem incivilizadas também, como alguns "artistas" por aí fazem e à toa destróem sem pensar no patrimônio cultural que perdem as crianças que aí ficam chupando o dedo.

Avalio ser muito necessária também a brincadeira nas casas, ruas, escolas e praças com o que cada comunidade tem de especial; valorizar e enfeitar o que nos é original - não só esse boi e essas máscaras de carrancas. Fico muito contente mesmo é com os molecotes soltando pipas, as meninas bordando estampadas rendas e todos comendo cocada e quebra-queixo, pulando a fogueira e encenando, cantando e dançando modinhas caipiras sertanejas, pois nossa capital tem quase todo mundo de origem rural, ora mais!

Todavia, para não ser um perfeito pé nos entrepernas do cidadão, admiro o trabalho de quem faz toda uma história de festejança de massas humanas e vive esbanjando felicidade sincera como é o povo que promove a cultura daqui! o Brasil inteiro agradece sempre que lembrarmos: preservem o folklore brasileiro!

Tan-taran-taran taran Tan-taran-taran taran Tan-taran-taran taran...
Paran ran ran; paran ran ran ran; paran paran paran pa-ra-ran; paran ran ran..
Cuidado com o balão desembestado! Olha a chuva! Olha a colheita! Olha o solzão!
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terça-feira, 26 de junho de 2007

Estado Zen-Telepatista




Sonambulice



No frenesi do transe, ante o cochilo vespertino, me vieram à mente as imagens de Vinícius de Moraes, Chico Buarque de Holanda, Torquato Neto...



E saíram umas frases assim, mais ou menos:

"Não se importe comigo, minha senhora//
Que eu já estou mesmo indo embora//
Há um sem-fim de mundo lá de fora//
Então preciso viajar que aí é já melhora."

Daí tentei decorar o mais do ritmo e
só sei que é um samba-bossa declamado
em dó menor...talvez.

25/06/2007
JotaPê
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sábado, 16 de junho de 2007

A arte piauiense é a do encontro




Projeções e momentos - Festival de Inverno Pedro II

Quarta feira; 23:45h~1:45h; Teresina, em casa, meu quarto -> Escolher itens a colocar no porta-malas e na bagagem de mão. Entre documentos, vestuário e acessórios de higiene, um livro de literatura piauiense, um bloco de anotações e uma caneta de botão clique.

Quinta-feira; 6:15h~9:15h; Ainda em The, na cozinha, na sala e na garagem -> Empilhar bolsas de viagem, organizar sacolas, acordar-se numa chuveirada e tomar um cafezinho com pães, bolachas e margarina. Então, após o abstecimento, calibragem de pneus e checagem do óleo de motor, de freios, bateria, estepe,... partida pela rodovia Br 343.

Quinta-feira; 13:15h; em Pedro II, na outra casa, meu quarto -> Tirar o pó, acomodar a mobília, as encomendas e espanar também a fome com um prato executivo pedido ao restaurante do compadre ali no posto próximo. Preparar para a aventura inaugurante na cidade do menino imperador real.

Quinta-feira; 14:30h; Praça da Matriz de Nossa Senhora da Conceição, banco defronte a casa paroquial -> Uma pausa para apenas ver o lugar, o tempo e suas gentes entre causos; apurar do sentimento. A seguir, passeio pelas maquetes e estandes dos artesãos, mercadores e vendeiros de regiões do Piauí, do Ceará, entre outros regionais. Automóveis, ônibus e caminhões: veículos de trazer pessoas e seus instrumentos. Muito habitante nativo e visitante turista caminhando juntos. Políticos, empresários e autônomos também, que eles num perdem a ocasião de jeito algum. Chegam logo com seus panfletos, folders, cartazes e apartes na programação de logradouros e rádios locais.

Mas, de noite há sempre é festa, impessoalmente para quem quer que venha a participar. Sérgio Matos & Bumba Trio começaram a folia junina com um balanço batuta de folk, mix brasileiro e caipira com variantes pelo som americano black'n'dance. Oswaldinho do acordeon, filho do sanfoneiro Pedro Sertanejo (compositor de Forró na capital, lembram-se dele, nos vinis de 10 polegadas?) trouxe ao espetáculo uma sanfona digital, capaz de reproduzir estilos e acompanhamentos semelhante como ocorre num teclado, até mesmo de notas soando como se voz humana fossem. A turma aplaudiu e dançou a valer, teve arraial, fuzuê, quadrilha e tudo de bom que a cultura popular nordestina sabe interpretar e atuar.

Sexta-feira; Manhã foi natural. Vamos direto para a tarde, que foi quando vi e ouvi muita novidade. Ouvi pelo deputado Themístocles Sampaio Filho na Rádio Imperial 95,5 FM que a TV Assembléia estava em breve chegando aos 20 maiores municípios do estado e logo em pouco tempo estaria acessível a cerca de 80 municípios piauienses. Também bisbilhotei e observei muita gente de colarinho branco e cargo oficial desfilando pelas avenidas e praças e casas do centro pedrossegundense. Mas, desligeui um pouco disso e tornei a passear pelos boxes, pelo mercado velho, pelo calçadão da feira e pelas barracas de camelôs romeiros (aqueles que mudam de cidade por estação em estação). À noite, Derico Sciotti e Sindicato do Jazz nos abriram olhos e ouvidos para um som polivalente, de profunda afinação e harmonia com a galera fã de instrumental, experimentação em sax e flauta salgada (pra não confundir com a doce!). Aí, Ítalo e Renno mandaram brasa na fogueira que havia se transformado a platéia, numa festança de arregaçar o buraco da cuia. Tocou forróbodó, vanerão, xote, pé de serra, baião e foxtrote-frevo.

Sábado; Fomos ao museu de opala da Roça, antigo e famoso local de garimpo próximo à cidade. Lá tivemos visitação a um monumento histórico fabuloso: centenas de objetos pessoais e familiares do sr. Mundote Galvão, antigo garimpeiro e administrador cartorário da localidade. Peças de Opala, seja pedras cascalhos, filetes, leitosas, opacas... Material de Montaria: sela, arreio, estribo, alforje, esporas, cabresto, cangalha, ancoretas, patuá, gibão, chapéu, chibata...Peças de higiene e saúde: brocas dentárias movidas a pedal, instrumentos cirúrgicos médico-farmacêuticos para aplicação de injeção e sutura de ferimentos feitos de ferro e aço forjados acondicionados dentro de maletas de couro mole, almofarizes e pistilos cerâmicos... Peças de copa/cozinha: mesa e cadeiras de madeira e couro talhado de percevejos em cobre, xícaras, pires, pratos de porcelana colonial, travessas, copos, talheres de prata e ouro,...Peças de culinária: fornos de chapa metálica, moringas, bules, chaleiras, caçarolas, papeiros, cuscuzeiras, panelões de ferro, colheres de pau, tachos de cobre e latão, bilheira para potes de barro e copos de alumínio...Instumentos domésticos: malas, caixotes, baús de couro e madeira, fechaduras e chaves em ferro, lamparinas a óleo e lampiões a gás, sepos com armadores de ferro para redes de deitar, relógios de bolso de colete, de pulso, de pêndulo, de parede,...Instrumentos de comunicação e eletrodomésticos: Telefones, Telefax, Televisores, Gramofone, Vitrolas, Radiolas, Rádios, Discos, Câmeras Fotográficas,... além disto, uma coleção de moedas e papéis-moeda desde a época do império até modernas; um quarto com biblioteca de jornais, livretos e livros, acervo de fotos, pinturas em quadros e molduras da época dos retratistas. Lá fora, uns montes elevados com imagens e estátuas de santos fixados em pedras, entre jardins floridos e arborizados. Mais abaixo, uma cachoeirinha entre os lajedos, circundada por uma grande escada cuja descida conduz às furnas de escavação das opalas, após ums breve trilha no morro.
De noite, retornando, mais festa com Yamandu Costa e Hamilton de Holanda, numa batlha de cordas do bandolinista com o violonista notada de feérica pulsação rítmica, complexa elaboração musical e vários arranjos espontâneos, ao improviso com o público; seguindo-se o internacional J.J. Jackson, com repertório homenageando James Brown, do reggae, jazz, blues, soul, rock'n'roll balad, etc.

Domingo; visita à Cachoeira do Salto Liso, piscina natural encravada entre paredes de pedra amarelo-alaranjado e cipoais e arvoredo da mata serrana da região. De cima, furos e cavernas abaixo do topo da cachoeira, mostram onde flui a queda d'água. Debaixo, areia e águas límpidas convidam ao banho bem gelado, ou morno, se debaixo do poço rente ao desaguar do banho fluvial. Após, passeio rural até o Sítio do Buritizinho, com engenho rústico movido a carro de bois, para extração da garapa, que pode ser bebida assim, caldo de cana-de-açúcar ou vira após cozida, mel, alfininho, rapadura, cachaça. Ali ao lado e próximo, a casa de farinha, com a bola de ralar mandioca para produzir farinha, goma e puba; da goma, após a tostagem em forno de argila lisa e aberto, faz-se tapioca ou beju, com coco babaçu misturado à massa.E tome forró de terreiro ainda!
À noite, Trombone e Cia até cansar de ouvir chorinho, maxixe, samba-raiz, mpbossa e tudo que mais dançante houver em cancioneiro do povo. Enfim, num último movimento, caminho a passo miúdo na calçada do centro histórico. De volta para a casa, na cidade da menina esposa republicana: Therezina.

Em geral, foi isto! Bravo, não?!
JotaPê
16/06/2007
Crédito das fotos: Dario Mesquita - Dona Chica Design
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quinta-feira, 14 de junho de 2007

Jesus e Satanás; amigos e rivais

[Leituras bíblicas e religiosas indicadas: Apocalipse Salmos e Provérbios; o Evangelho segundo o Espiritismo de Kardec]

Jesus é o Nazareno e o Messias e menino da manjedoura;
Satanás é o Diabo e um dos Anjos Endiabrados do Inferno e encouraçado do purgatório.

Jesus é o apóstolo mor da filosofia do amor;
Satanás é o capatás minus da filosofia do ódio.

O mal não convive com o bem?

Um não existe sem o outro?

A vida não é vida sem a morte!

Pessoas e espíritos compartilham-se!

Jesus e Satanás; amigos e rivais...

Procure a doutrina, o ato, o comportamento e o sentido para suas palavras, porque delas vão fazer suas as cousas fictas e não fictas...
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