Blog liberto a público de arte abstrata-concreta, literatura mundana, jornalismo experimental e direito cotidiano. ¡Pensare reactivus est!

sábado, 4 de agosto de 2007

Guia de sobrevivência do repórter



Todo comunicador astuto e perspicaz tem de estar apetrechado para qualquer conveniente noticioso, devendo portar os seguintes equipamentos multimídia:

1 bloco de anotações [não precisa ser institucional, pois às vezes ajuda, às vezes atrapalha...depende de vocês];
1 caneta [idem anterior, com o adendo de escolher bem para não ficar falhando]
1 lapiseira c/ ou s/borracha [sim, pois a grafite é a mina que se utiliza dentro e que varia de pontuação - 0.3, 0.5, 0.7, 0.9 etc. e o grafite é o material usado na confecção daquela] [ah, e o com ou sem borracha é opcional, varia de acordo com o estilo e freqüência de erros na escrita];
1 gravador [de fita ou digital, mas que seja discreto!]
1 câmera fotográfica [analógica, se precisar pra o jornal e com maior resolução e tiver facilidade de revelar, ou digital, se for pra web e não tiver tanta importância a nitidez];
1 telefone celular [porque contato se faz de onde estiver para onde for preciso e ao vivo, tempo real! Aliás, esse fantástico objeto pode convergir várias mídias em si...]
1 filmadora [para o caso de ser assaz mister e sumamente imprescindível o movimento dos personagens envolvidos no fato];
1 notebook [pois ao fim da apuração, precisamos de um banco de dados e canal de divulgação veloz, preciso e multimidiático]
1 bolsa ou mochila ou necessairè pra carregar isso!!!!

Conclusão: Nós vivemos na contemporaneidade pós moderninha, precisamos ganhar um salário de editor ou produtor no mínimo e quem não é portador de adereços tais é plenamente incapaz de fazer algo que preste!

Click! Downloading!

Colegas, eis-me agora...:

Share/Bookmark

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Um verdadeiro cidadão do mundo! Falaí mermão!

FÉRIAS NO QUINTAL DO MUNDO

Romeu Tavares

O período de férias sempre remete a descanso, passeios, sítio da vovó, dormir tarde e levantar da mesma forma. Mas esse período também é sinônimo de viagem, seja de ônibus, trem ou até mesmo avião, mesmo enfrentando um provável atraso.
Carlos José Oliveira Argento, 44, empresário carioca, mas erradicado em Teresina, também aproveita os períodos de folga para dar umas voltinhas por aí.
Confira a entrevista desse viajante (mochileiro) e algumas de suas experiências.



Webjor – Soubemos que você gosta de dá umas voltinhas por aí não é verdade? Só para iniciarmos nossa conversa, quantas cidades você conhece?

Carlos – (Risos) É verdade. Eu gosto de dá umas voltinhas sim. Na verdade eu amo viajar. Quanto às cidades (...). Bom, fora do Brasil eu conheço um pouco mais de quinhentas. E aqui no país nem tenho idéia!

Webjor – Então você já deve colecionar algumas carimbadas em passaporte?

Carlos – Sim. Estou no meu sexto passaporte e noventa e quatro carimbadas, como você disse.

Webjor – Então vamos a sua primeira viagem internacional.

Carlos – Foi inesquecível! Aos dezoito anos, inclusive comemorei meu aniversário dentro do avião durante a viagem, eu ganhei uma bolsa para estudar na ELS Language Centers, na Wagner College de Nova Iorque. Fiquei nos Estados Unidos por um ano, depois, em outra oportunidade, retornei e fiquei por mais seis meses.

Webjor – Nessa primeira viagem, que experiência ou impressão você recorda?

Carlos – Dentro dos Estados Unidos eu iniciei minhas experiências de viagem. Entrei em um programa para conhecer a cultura do país em 1981, e ficaria como hóspede com uma família norte-americana. Durante a inscrição, podíamos listar alguns locais que gostaríamos de ir.
De imediato eu coloquei Califórnia. Gostaria de conhecer Los Angeles. Mas a pessoa que preenchia minha ficha deu sorriso e dizia que eu nunca ia conseguir ir para Califórnia, pois era muito concorrido, e Los Angeles então! Era praticamente impossível!
Para minha surpresa, recebi a confirmação do programa e o meu destino seria a região de Westwood, no bairro Brentwood, bem próximo de Holywood, Los Angeles...

Webjor – Como foi essa convivência direta com uma família estadunidense?

Carlos – Eles me receberam muito bem, com aquele sorriso estadunidense, como se tivessem com “botox”... rs. Mas tem uma curiosidade, parece que na época era moda ter em casa um estudante latino. Lembro-me muito bem de uma vez que fomos a uma loja para comprar alguns LP’s. Eu estava afastado num canto escolhendo alguns álbuns, enquanto o casal que me hospedara conversavam de forma descontraída com um outro casal de amigos. Durante o papo, esse casal de amigos puxou pelo braço um jovem e disseram: - Olha! Estamos com esse rapaz que é do Peru (P.S. ele de fato está se referindo ao país, não façam a leitura como se fosse alguma gíria!).
E o casal que me hospedavam, para não ficar por fora, não perdeu tempo. – Também temos “um”! (como se eu fosse um bichinho de estimação ou algo do gênero) Hei Carlos, venha cá! Olha aqui... ele é da Argentina. E eu os corrigi, meio que desconsertado, sou do Brasil.

Webjor – Muito bem. Mas esta experiência faz parte de um momento que você viajava sob a orientação de alguma agência de viagem ou instituição nesse sentido. Atualmente, como é definido o seu roteiro de viagem.

Carlos – Olha, as agências orientam em muitas situações, em termos de viagens internacionais a Lurdinha e o Zé Filho são, na minha concepção, os melhores agentes do Piauí, não deixam a desejar a outros agentes do Brasil e no exterior. Mas eu de fato faço o meu próprio roteiro de viagem e tenho economizado muito. Tenho conhecido lugares no exterior que você nem imagina o quanto é barato. Por exemplo, na última viagem à Índia, fiquei hospedado em um albergue na Nova Deli (ou Nova Délhi), num lugar que para a realidade local, assemelha-se à Copabacana (Rio de Janeiro), pagando 10 rúpias a diária, o que equivale a cinqüenta centavos de real hoje. Porém, se eu necessitasse de um único rolo de papel higiênico (artigo de luxo e difícil de encontrar) teria que desembolsar 40 rúpias, ou seja, quatro dias de hospedagem. Então eu me virava com aquela “cumbuquinha” e o balde de água ao lado do sanitário. Detalhe: era desses que a gente faz a necessidade em pé.

Webjor – Mas percebo aqui em suas fotos que você já se hospedou em lugares que tinham uns sanitários mais sofisticados.

Carlos – (Risos) Sim claro! Eu me hospedei num dos melhores hotéis do mundo em Tóquio. E olha que nem precisei sair do aeroporto! Vi os melhores espetáculos da Terra! Também já fiz minhas extravagâncias enquanto turista.

Webjor – Como é deitar à noite e fechar os olhos, quando se têm conhecido tantos lugares exóticos?

Carlos - É maravilhoso. Eu tenho inclusive dificuldade para dormir, não por uma questão de fuso horário, mas porque toda noite vêm em minha mente esse lugares. A cada momento, das vinte quatro horas do dia, eu me sinto realizado, porque parece que o mundo tá dentro de mim. Antes de dormir, de fato, eu me transporto para esses lugares, pois fica a energia de cada lugar em mim.

Webjor – Você que tem inúmeras horas de vôo, provavelmente já deve ter passado por alguma situação desconfortável, como um pouso forçado, fortes turbulências?

Carlos – É curioso... Mas você acredita que eu não tive muitos problemas nesse sentido? Do Jumbo que me levou à China, numa viagem de dois dias e meio, até o monomotor que sobrevoava os Himalaias, não tive nenhum problema tão grave. Lembro-me apenas numa viagem em 2003, quando saía do Cairo em direção à Istambul. Pegamos uma forte turbulência, mas muito forme! As bagagens de mão todas caíram e os passageiros começaram a chorar e entrar em pânico. Eu estava sorrindo, não porque estava em estado de choque, mas por ter perdido minha mãe recentemente (pausa), e eu queria muito estar com ela, aquele momento era como se eu fosse ao encontro dela (...).

Webjor – Uma pergunta trivial, mas inevitável. Qual o lugar que mais te marcou? Por quê?

Carlos – Sem dúvida foi Israel. Eu amo aquele país. Já teve uma situação de em uma mesma viagem eu passar por lá duas vezes! Porque lá é a Terra Santa, os lugares sagrados e tudo isso. Mas devo confessar que a tensão do lugar também me atrai. A qualquer instante podemos ser surpreendido, e eu sou um viciado nessa adrenalina. Adoro situações de tensão, não é à toa que já saltei de pára-quedas, voei de asa delta e outros esportes radicais! (Risos)

Webjor – Mas em Israel você de fato tomou algumas doses dessa adrenalina?

Carlos – Nessa viagem não... Porque só explodiram a boate que eu freqüentava depois que eu viajei! Graças a Deus! Mas para não dizer que de fato não experimentei uma dose de adrenalina, eu atravessei a Faixa de Gaza e consegui algumas fotos com uns soldados da guarda de Yasser Arafat. Não gosto de lugares “certinhos”, eu, por exemplo, não iria à Austrália, lá tem muita ordem, muito, limpinho, não dá tesão!

Webjor – Todo viajante (mochileiro) necessariamente já foi um turista?

Carlos – Nem sempre. Porque alguns já começam mochileiro. Não foi o meu caso, nos Estados Unidos eu fui turista. Mas aqui no Brasil normalmente você passa por esse estágio. Ainda há muito a desenvolver no que se refere ao turismo aqui no país.

Webjor – Como você define seu roteiro de viagem?

Carlos – Pesquiso em livros, revistas de turismo e viagem, internet, filmes... Mas é indispensável a “bíblia do mochileiro” (refere-se ao guia de viagem Lonely Planet), sem ele não há viagem! Eu o levo a toda viagem, inclusive aqui no Brasil. Ele é imparcial em suas descrições, não é preso a nenhuma agência de viagem, rede hoteleira ou qualquer outras coisa nesse segmento.

Webjor – Você já definiu o próximo roteiro?

Carlos – Sim. Minha próxima viagem terá como roteiro Colômbia, Panamá, El-Salvador, Guatemala e México, o que será em breve!
Share/Bookmark

sábado, 28 de julho de 2007

Por entre flores e projéteis




Essa narrativa vai para as escritoras piauienses Lalali, Babi, Donana e Zucreide!

As flores de setembro, de 'inda, vêm desabrochar suas pétalas pelo incauto córrego marginal piauiense.
Suas madêmoiselhes ainda fazem footing para com le societè: não mais na mesma praça, de braços entranhados umas às outras, a risos de frescor a cada passo sob os bosques; usam para isto agora as instituições sociais, academias, passeios de pedra basalto e piso à portuguesa. E não passam mal não...
Mas os hombres de chapéu côco com laço e terninho claro remendado à véspera, esses não mudam de itinerário: aliás, até aumentaram! Só que eles não saem mais tanto de casa como, outrossim, fizera a entender o sr. Anticlerical, do refúgio do lar manicacaio de 1900.
Espartilham as ceroulas, encasam seus botões e zíperes, penteiam as suíças e sobrolhos, passam gel e colônia açoriana e vão ao trajeto.
Mas no trecho, na rodagem, na trilha, na rua e na estrada há um pau, uma pedra, um vidro, um aço e um plástico: neo-detalhes da tecnoindústria do homem contemportado.
É monamú, os arquivos da memória lotam e não há mais tanto cabide pr'essas novidades!
Alguns deles não têm mais solução, em vão resistem e um dia sobra um bilhete rabiscado - se é que soçobrar ainda há momentinho - uns punhados de restos vegetativos e animalescos embebidos no líquido capital - só noutra encarnação agora, perdão...

JotaPê
28/07/2007
Share/Bookmark

quinta-feira, 26 de julho de 2007

P/ hackers e kamicazéiros! Web pirataria!





Jotapewins cita (BUSCA, Google. Validar windowns xp pirata: links e tutoriais , 2007, Paraguay - Ed. softshits ₢)

Diretorio web de entrada:
http://www.agatetepe.com.br/link/validar-windows-xp-pirata


Validar Windows XP Pirata
19 12 2006

ESTA DICA NÃO FUNCIONA PARA O WINDOWS XP HOME!

É o mesmo procedimento ensinado pela MICROSOFT para trocar o serial de um Windows XP, mas com um serial válido!

http://www.microsoft.com/brasil/technet/Colunas/AlterandoChave.mspx

LEIA COM ATENÇÃO!

Primeiro: O procedimento abaixo visa trocar o serial do XP por um serial válido, caso não esteja sendo possível a troca, a culpa é do procedimento de troca e não do serial.

Formate a máquina e na hora de reinstalar o Windows, utilize o serial da dica, esta é a melhor forma de se fazer a validação, a chance de erros e conflitos é praticamente zero. O serial é o verdadeiro responsável pela validação.

Segundo: Neste post existem várias formas alternativas de se validar o XP, inclusive de se trocar o serial sem a necessidade de fazer o procedimento abaixo, somente use o serial da dica.

Terceiro: Após vários relatos do pessoal nos comentários, tenho quase certeza que este serial não funciona para validar a versão HOME do Windows XP. Por isso se você não possui a versão PROFESSIONAL, é melhor desistir e procurar um serial próprio para a versão.

Quarto: Se você não conseguir achar o arquivo MSOOBE.EXE da dica, troque o %systemroot% pelo caminho onde está o seu diretório Windows, exemplo: C:\windows\system32\oobe\msoobe.exe /a
Se não funcionar, o seu Windows não é Professional e a dica NÃO funciona para a versão HOME.

Validando o Windows XP:

1. Vá em Iniciar > Executar

2. Digite regedit e clique em OK.

3. Já dentro do regedit, navegue até a chave:
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\WindowsNT\CurrentVersion\WPAEvents

4. No painel à direita, clique duas vezes em OOBETimer

5. Na janela que foi aberta, apague qualquer valor e clique em OK. Feche o regedit

6. Vá novamente em Iniciar > Executar e dessa vez digite:
%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

7. Na janela que foi aberta, escolha a opção Sim, desejo telefonar…

8. Na próxima etapa, clique no botão Alterar chave de produto.

9. Na etapa seguinte, digite o serial:

Download do serial aqui

e clique no botão Atualizar

10. Após clicar no botão Atualizar, o assistente para ativação voltará para a janela anterior, então, clique em Lembrar mais tarde e reinicie o Windows.

11. Reiniciado o Windows vá novamente em Iniciar > Executar e digite:
%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

12. Aparecerá a seguinte mensagem:

Ativação do Windows
O Windows já está ativado. Clique em OK para sair.

Pronto! Windows validado com sucesso!

Não hospedo o arquivo com o serial, simplesmente linko pra cá, por isso, não me venha torrar a paciência com negócio de pirataria.

fonte: http://pliniotorres.wordpress.com/2006/12/19/validar-windows-xp-pirata-presente-de-natal/

E lets goingo to continuos tense:

MICROSOFT GENUINE ADVANTAGES

Para ajudá-lo a validar seu software, as ferramentas MGA devem coletar determinadas informações sobre a configuração de seu computador. As ferramentas não coletam seu nome, endereço, email ou quaisquer informações que possam ser usadas para identificá-lo ou contatá-lo.

Dentre as informações coletadas estão:

* Marca e modelo do computador
* Informações da versão do sistema operacional e de softwares que usam o programa Vantagens do original
* Configuração de região e idioma
* Um número exclusivo (GUID) atribuído ao seu computador pelas ferramentas
* ID do produto e chave do produto
* Nome do BIOS, número de revisão e data de revisão
* Número de série do disco rígido

Além das informações de configuração acima, informações de status, como as descritas a seguir, também são coletadas:

* Se a instalação foi bem-sucedida
* O resultado da verificação de validação

Se seu sistema for identificado como não sendo original, informações adicionais podem ser enviadas para a Microsoft para se entender melhor porque houve falha na validação do seu sistema. Essas informações podem incluir códigos de erros e nomes e caminhos de arquivos que comprometem a integridade do seu sistema.

Como procedimento padrão, seu endereço IP é temporariamente registrado quando seu computador se conecta a um site ou servidor do MGA. Esses logs de registro são excluídos regularmente.

A pirataria de software é um problema mundial. Para ajudar a identificar o abuso sistemático das licenças de produtos, determinadas informações sobre o computador que está sendo validado serão extraídas do endereço IP. Essas informações incluem a localização geográfica, o provedor de Internet e o nome do domínio. A menor unidade geográfica que pode ser determinada é uma cidade. Essa determinação é feita usando os dados fornecidos por um terceiro. Quaisquer dados coletados que possam identificar um usuário não serão usados para contatá-lo. Esses dados podem ser mantidos pelo período de duração das vendas do produto em questão.

fonte: http://www.microsoft.com/genuine/downloads/PrivacyInfo.aspx

MP3, MP4, MP5, MP6, MP7, MP8… escolha o seu…
25 06 2007

Todo mundo baba por um IPod, mas é claro que custando 600 pilas por aqui fica difícil ter um brinquedinho desses …

Mas não se desespere! Existem os MP3 Players genéricos (vulgos iPobres) que seguem a nomenclatura de acordo com o aumento das gambiarras, digo, funcionalidades presentes no aparelho.

MP3: MP3 é o formato de compressão de áudio que causou uma verdadeira revolução. Arquivos de áudio podem ser convertidos em MP3, com poucas perdas de qualidade (as pessoas “comuns” como eu não conseguem perceber a diferença), ocupando apenas cerca de 10% do espaço de armazenamento necessário para o formato digital do CD de áudio.

O que comumente se chama de “MP3?, ou “tocador de MP3? são aqueles pen-drives que tocam música e sintonizam rádio FM.

MP4: o MPEG4 é um padrão de compressão de vídeo, que causou na indústria a mesma revolução que o MP3. Graças ao MPEG4 um filme de uma hora e meia de duração, que no formato de DVD ocuparia quase 5GB de espaço, pode ser colocado em um mero CD de 700MB, com pouca perda de qualidade de imagem. A trilha sonora, em MP3, nem chega a ser relevante em termos de tamanho de arquivo, neste caso.

O “MP4? da indústria é a versão do “MP3? acima com uma telinha de LCD, capaz de reproduzir vídeos.

MP5: agora começamos a entrar na área do que considero o absurdo da indústria de cacarecos. Considerando que MP é a abreviatura de MPEG, Moving Picture Expert Group, não caberia ninguém exceto o próprio MPEG criar novos padrões e nomenclaturas. Contudo, já criaram por aí o “MP5?, que nada mais é do que o mesmo MP4 acima descrito, mas com câmera digital integrada, capaz de tirar fotos e em alguns casos também filmar.

MP6: se falar em MP5 para referir-se a um tocador de vídeos MPEG4 com câmera digital e rádio FM já me parece absurdo, falar em MP6 então é o cúmulo. Tem agendas de telefones e de compromissos, acessa Internet, roda programas e jogos em Java, envia e recebe e-mails.

MP7: deve ter as mesmas funções do mp6 e ainda recebe sinais de TV e grava programas da Sky!

MP8: logo o MP8 deve vir com escova de dentes, monitor cardíaco e cafeteira, pesando menos de 100g.

fonte: http://pliniotorres.wordpress.com/2007/06/25/mp3-mp4-mp5-mp6-mp7-mp8-escolha-o-seu/

Esta mensagem deu tilt,//.. deu tilt deu tilt ////.... deu tilt deu tilt deu tilt deu tilt [Ctrl+Alt+Del -> logo off ... seu computador já pode ser invadido com segurança!]
Share/Bookmark

terça-feira, 24 de julho de 2007

Vícios do ofício


Aí cambalachada! Texto extraído do website noticioso da equipe ufpiana "Webjor". Como se estivéssemos numa sessão parlamentar desecontrolada, aparece um ilustrado colega com uma crônica ombudsmaniana peremptória sobre o assunto, vejam e leiam por vocês:

19/07/2007 - QUESTÃO DE ORDEM, SENHOR LEITOR!

Romeu Tavares



A crise política, na atual conjuntura, provocou algumas mudanças no vocabulário do brasileiro, com utilização de alguns neologismos como mensalão, valerioduto, doleiro, mensaleiros, etc. Expressões de conceito pontual e circunstancial, das quais a mídia incorporou em sua lista de dizeres jornalísticos, que muitas vezes exclui o grande público.

Não é difícil encontrarmos em textos jornalísticos da editoria de política, expressões como impeachment, incentivo fiscal, inquérito, lobby, caixa dois, neoliberalismo, ou ainda siglas como CPI, PC do B, FMI, etc. Sem esquecer os “imexíveis” neologismos que, notadamente, “blindam” o discurso do parlamentar. Todas elas, pertencentes a um universo palaciano do discurso político, as quais, cotidianamente, recheiam o vocabulário dos jornalistas dessa editoria.

Para um leitor incipiente ou que não vive nos corredores de uma Assembléia ou de alguma Câmara, esse “parlamentês” soará como alguma mensagem criptografada, frustrando um dos princípios básicos do processo comunicativo.

É provável que alguém defenda esta postura lingüística, argumentando o fato de que a polidez, a tecnicidade e outros adjetivos que emolduram o vernáculo político, venham a colaborar na construção do produto jornalístico.

Talvez o jornalista esteja freudianamente atrás de reconhecimento quando utiliza em larga escala e sem tradução o jargão da atividade que cobre – utilizar palavrório idêntico ao das fontes representaria, assim, uma forma de também ser "um deles", de ter a suposta relevância social "deles". É algo como associa o lingüista Ernest Fisher, em sua obra, A necessidade da arte, ao afirmar que “o homem aproxima-se da arte para viver outras vidas”. Deste modo, o jornalista aproxima-se dos jargões políticos para viver “aquela” vida.

O fato é que, para não poucos jornalistas, lançarem mão do jargão acaba sendo uma espécie de passaporte para uma suposta seriedade, um atestado de "estar por dentro”, um suposto marketing pessoal.

Obviamente, a apropriação da linguagem, que ultrapassa os limites da semântica, não tem na política seu único alvo; em outras editorias não é difícil perceber a inclinação do jornalista ao aproximar seu discurso com o da fonte, seja por identidade, defesa, admiração ou julgamento pessoal.

É interessante esse aspecto psicológico de tentar aproximação com a fonte. Lembrei-me, por exemplo, sem querer fugir do assunto, mas para ilustrar com um fato recente, do último evento cultural em Teresina – o Festival de rock Piauí Pop –. Durante uma entrevista com uma cantora de rock nacional, o entrevistador mudou abruptamente o seu vocabulário, empregando gírias do tipo “cara” – sim, a entrevistada era uma mulher –, “meu” – não, o entrevistador não era paulista –, ao se deparar com linguajar “descolado” da artista. Empregando uma expressão local, nessas situações, definimos isso, como “tá querendo se entrosar”.

Pressupondo que estes textos “semi-abertos” (Maingueneau, 1991) sejam encontrados na imprensa cotidiana; mesmo se o papel do contexto lingüístico seja importante, uma boa parte das informações não é acessível senão se o leitor dispõe de certo conhecimento do meio social. Isto sim traduz comunicação marginalizante.

Tanto nessa questão, e em outras mais, que poderiam ser abordadas, há muito a caminhar. O vasto noticiário político que produzimos ainda exclui o grande público.

Fonte: > WEBJOR < [sessão ombudsman na aba lateral esquerda]
Share/Bookmark

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Release artístico histórico tá valendo!






Me desculpe a pessoa que elaborou para o site da FCMC tal texto, porque eu achei tão bom gente do mundo! que não vou tirar nem pôr e nem comentar! Segue na íntegra hein ...

Cultura 23/07 12:52
Festival de Filmes de 60 Segundos inicia nesta sexta-feira
CINEMA - Nesta sexta-feira, dia 27, a Casa da Cultura vai transpirar cinema, com o lançamento do Festival de Filmes de 60 Segundos, promovido pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. A abertura acontecerá às 18h30min, com coquetel e exibição dos vídeos participantes, além da premiação. Na terça-feira, dia 31, os filmes serão exibidos ainda no Teatro do Boi, a partir das 19h.

O Festival tem como objetivo incentivar iniciantes na prática de vídeos e filmes, divulgando as suas criações e premiando as melhores. O evento contempla vários tipos de produções, realizadas em qualquer equipamento que produza imagens em movimento: câmera de vídeo, câmera de foto digital (seqüências de fotos), câmera de celular ou animação em flash feita no computador. No entanto, todos têm duração exata de 60 segundos, com inclusão dos créditos.

Um dos atrativos e incentivos do I Festival de Filmes de 60 Segundos é a premiação, que contempla o melhor filme realizado em telefone celular: R$ 500,00; e melhor filme realizado em outro meio, com R$ 800,00. Durante os dois dias de Festival, serão exibidos 31 filmes participantes com sessões na Casa da Cultura e no Teatro do Boi.

1. COISA – DIREÇÃO: MEIRE FERNANDES
2. A CAPITAL DO SOL – DIREÇÃO: RAPHAEL GERARDO MORAIS DE OLIVEIRA.
3. O SEQUESTRO – DIREÇÃO: ED GONÇALVES
4. UNIÃO SEM FRONTEIRA – DIREÇÃO: RODRIGO SANTOS
5. A APOSTA – DIREÇÃO: VINICIUS CRUZ
6. DARCITO TEM QUE MORRER – DIREÇÃO: GEORGE JOSÉ IZIDÓRIO AGOSTINHO
7. MENINO MAL CRIADO – DIREÇÃO: PAULO DE TARSO ALVES
8. PRIMAVERA – DIREÇÃO: PABLO PINHEIRO
9. EXTERIORES – DIREÇÃO: SAMUEL ANDRADE E SILVA
10. PREÇO DA DESOBEDIÊNCIA – DIREÇÃO: LEONARDO RODRIGO
11. ROSE DOLLZ – DIREÇÃO: RODRIGO SANTOS
12. LÁGRIMA DE UMA INFÂNCIA – DIREÇÃO: LEONARDO RODRIGO
13. O ATREVIDO – DIREÇÃO: PABLO PINHEIRO E ALENCAR
14. O ENIGMA DO COVEIRO – DIREÇÃO: GEORGE JOSÉ IZIDÓRIO AGOSTINHO
15. DUAS FACES – DIREÇÃO: TAIS LIANA E DÍLSON TAVARES
16. KAMA SUTRA ILUSTRATIVO – DIREÇÃO: ANA ISABELA SOARES MARTINS DA SILVA
17. O GRANDE ELEFANTE COR DE ROSA – DIREÇÃO: RAPHAEL GERARDO MORAIS DE OLIVEIRA.
18. TRAUMAS – DIREÇÃO: VINICIUS CRUZ
19. APENAS UM JESTO – DIREÇÃO: FRANSCISCA ARAÚJO
20. PORQUINHO DA ÍNDIA – DIREÇÃO ADRIANO LOBÃO E CARLANGE LOBÃO
21. DURANTE UMA NOITE DE AMOR – DIREÇÃO: DEMIR SILVA
22. KAMA SUTRA ALTERNATIVO – DIREÇÃO: ANA ISABELA SOARES MARTINS DA SILVA
23. A LUTA PELA EXPRESSÃO – DIREÇÃO
24. MATRIZ DO POTY – DIREÇÃO: TAIS LIANA
25. POVOAR (RE) POVOAR – DIREÇÃO: ARISTIDES OLIVEIRA
26. O CHEIRO DO QUEIJO – DIREÇÃO: ED GONÇALVES
27. O SOL TEIMOSO – DIREÇÃO: ADRIANO FÉLIX
28. EQM – EXPERIÊNCIA QUASE MORTE – DIREÇÃO: VINICIUS CRUZ
29. VOLTA À VIDA – DIREÇÃO: MARCELO AURELIO BERTOLINI
30. 1 MINUTO É MUITO TEMPO – DIREÇÃO: GUILHERME OLIVEIRA
31. “... QUANDO EU ERA NOVO.” DIREÇÃO: ROBERTO SABÓIA

Mais informações:
FCMC
Fundação Cultural Monsenhor Chaves
Rua Eliseu Martins, 1426 – centro
CEP 64000-120 - Teresina-PI
(86) 3215-7815
3215-7816
Fax: 3215-7817
fcmc_the@yahoo.com.br
Share/Bookmark

domingo, 22 de julho de 2007

Flanar...dicionarizas?




"Não poder orientar-se em uma cidade não significa grande coisa. Mas perder-se em uma cidade como quem se perde em uma floresta requer toda uma educação. Os nomes das ruas devem então falar àquele que se perde a mesma linguagem dos ramos secos que se quebram, e ruelas no coração da cidade devem refletir para ele as horas do dia tão claramente quanto um vale de montanha. Aprendi esta arte tardiamente; ela realizou o sonho dos quais os primeiros vestígios foram labirintos sobre os mata-borrões dos meus cadernos"
Walter Benjamin

Gosto muito de flanar, isto é, vagabundear, ou, num modo mais formal e reto de cultura: passear ociosamente, sem destino [como o diz o etmólogo e profº Celso Luft em seu dicionário]. Mas isto não se resolve apenas com meus hábitos de bater perna ou correr a mão por aí; muita vez tenho perdido concentração na coisa prática e subsistente da vida para observar distraidamente outras cousas: as mensagens rabiscadas na carteira do local onde fui fazer prova de concurso, o ventilador de teto com a marca elgim girando sem parar, o jeito da menina se vestir-sentar durante o início da prova, uma moça que enguiçou o cartão telefônico, ela assim de um ruivo no cabelo mais para o rosê de blusa sem sutiã e calça jeans ressaltando as belas platibandas com um óculos de intelectual eslovaca, a menina na cadeirinha de guidom na bicicleta, etc.!

Quando menos espero há aquele frenesi, quase tesão ou gozo para escrever um sentimento novo captado, de uma forma mais inusual, não para mim, para mostrar pros outros que dá pra dizer, representar de outra maneira o mesmo significado. Cadernos já usei, agora tou preferindo os blocos e papel destacável, até post-it serve [mesmo aqueles que só cabem três frasesinhas mindinhas].

Hoje, simultaneamente a isto, vendo o Esqueceram de mim 2 na tevê, surgiu-me esta frase reverberada pelo personagem bonachão com metralhadora a disparar tiros de metralhadora sobre uma linda, broadwayniana e jovem mulher, devido a uma suposta revelada traição, do filme que Nick assiste tomando uma porção enorme de sorvete napolitano, algo mais ou menos assim: " Vou dar três segundos para vocêtirar sua carcaça imunda, podre, nojenta e vil da minha frente! 1! 2! - Oh [diz a mulher] Ma-mas... 3!!! ;- ~~~~~~~~ ;- ~~~~~~~~~~~ ;-~~~~~~~~~Huanhahahahah Feliz natal seu animal imundo! ;-~~~~~~~~~~~E um feliz ano novo!"

Não me entendo, mas um dia ou noite dessas me adestro para umas flanagens mais adequadamente racionais e prósperas!

Certo jovens?

# Obrigado Rimbaud, por me fazer entender isto! #
Share/Bookmark

sábado, 21 de julho de 2007

Nota sobre o EReCom 2008

O ERECOM- N/NE3 (Encontro Regional dos Estudantes de Comunicação) configura-se como espaço de diversidade, aprendizagem e socialização de saberes entre estudantes de Comunicação do Nordeste e sociedade civil. Compreendem discussões sobre os papéis dos comunicadores na construção do imaginário coletivo do povo, assim como protagonistas sociais, transformadores da realidade.
Nesta ótica, o encontro tem suma importância na formação humana dos estudantes participantes, abrindo um leque de ideologias e discursos. Desta forma, passeia sobre novas maneiras de pensar a produção jornalística e publicitária que está em voga no contexto social.
No ano de 2008, o tema norteador do evento, que será mensurado neste projeto, é “COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA”, com desdobramentos para movimentos sociais, democratização da comunicação e meio ambiente. Este projeto vem afirmar a importância de estar debatendo as temáticas centrais, influências e transformações que os mesmos provocam na estrutura social, além de instigar a necessidade de meios e jeitos de contribuição para uma melhoria no processo formativo humano e profissionalmente do comunicador.

A Comunicação Alternativa ainda está longe de ser compreendida em todas as suas formas e probabilidades. O contexto de sua utilização e produção criativa também é vasto e infinito, quando comparado aos mecanismos de mídia tradicional. Desta forma, a sugestão que começaremos a expor é resultado da vida dentro e fora da sala de aula, mas sempre juntando o acadêmico universitário ao seio da comunidade. Isso quer dizer não só nosso bairro, nossa região ou zona, nossa cidade. Convém afirmar que significa nossos grupos, nossas famílias e nós mesmos.

Entre as identificações feitas sobre o assunto, entendemos serem importantes e investigáveis as oriundas da situação de marginalidade ou dos processos de tal exclusão social impelida contra as liberdades individuais e coletivas de expressão, comunicação de fatos e publicidade de pensamentos. Os seres humanos têm perdido constantemente o direito característico de manifestar suas opiniões sérias por causa das barreiras construídas e solidificadas pelos "media" repressores, censores e ditadores do poder - proibindo ou prendendo, agora, até no mundo das idéias, ceifando a criatividade e manipulando mentes nos conglomerados urbanos ou habitações campesinas.

Hoje, antes de qualquer citação pretérita, há empecilhos e medo para todas as pessoas co-participantes da classe comunicadora; mas, pior ainda: se os profissionais os quais deveriam ter autonomia, socialização e amplitude crítica em seus trabalhos não conseguem livrar-se das amarras e cerceamentos nos deveres de ofício, como ficamos os concidadãos (ãs)? Sem vez, voz, voto ou voga? Por que o sistema apregoa uma coisa, um conjunto de garantias e projetos democráticos, se em realidade os excluídos, uma maioria de minorias, não entende representados seus anseios, desejos e vontades soberanas?

A resposta, se existir, há com certeza de completar-se pela comunicação popular alternativa - via movimentos populares em bairros, escolas, ruas e periferias - no trabalho de desenvolver o espírito de luta, protesto, indignação e revolta à medida que se espalham exemplos desprezíveis e, todavia, nocivos e corruptos da "informação" transfigurada e manipulada pela Imprensa Marrom e suas máfias ramificadas nos círculos de controle empresarial -industrial-comercial.

Então, é preciso construir um ambiente não de meras conjecturações e debates logo abafados pelo temor dos comentários alheios ou abdicado pelo esquecimento provocado pelas limitantes do mercado, pelo vil e alienante capital simbólico mais valia incompreensível, desunidor e distanciador dos ideais realizáveis de sabedoria, fraternidade e progresso cooperativo.

Temos, e podemos, de realizar um encontro em que nossas potencialidades venham a público e livremente demonstrarem-se como viáveis e proveitosas ao conjunto participativo que a partir de agora combinamos continuar a fazer: nossas bandeiras, nossas iniciativas de diálogo e diplomacia formais... isso nesse instante tem, precisa ser conjugado de forma harmoniosa, respeitosa e equânime.

Objetivos melhores hão de constituir-se, assim, quando um tema pesquisado ou uma tarefa já em execução, no meio civilizado se possam apresentar como justificáveis à formação em coleta de manifestações presentes mesmo às sociedades ou guetos discriminados (ou até recriminados sem razão ou injustamente).

A divisão do serviço em equipe merece ser observada e cumprida: todo(a) aquele(a) interessado em resultados positivos se empenha, agindo e conquistando auxílio no meio em que vivencia ou busca novas maneiras de participar para o sucesso e bem feitoria de seus programas e inventos. Dessa monta, ir a campo, encontrar o fato ou ato condizente com nossas perspectivas de amostragem e, em especial, transmitir essas noções aos que conosco ficarão engajados são as palavras de difusão e repasse imediato a todos (as).

Assim, seguidamente, o ERECOM Piauí 2008 será o melhor e mais relembrado monumento de partida para as mudanças e reciclagens desse cenário porvir nas Comunicações. Tomara essa mensagem se reflita nos Centros Acadêmicos, Diretórios, Campi e Delegações inteiras convidadas a partilhar com a gente o esplêndido resultado da somatória de esforços e pelejas por coisas bem simples de exprimir: camaradagem, respeito e desenvolvimento humano através do Jornalismo, Publicidade e Comunicações Alternativas!

Interessa? Pois...
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=30451932
orkut EreCom Piauí 2008

Lista de informações e discussão
erecom2008-subscribe@yahoogrupos.com.br

Só mandar um e-mail sem assunto e título.
Share/Bookmark

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Huahahaha!

Uma noite no cabaré

À rotina das aulas esfuziantes e reuniões da redação nos laboratórios práticos, a bom gosto chega a conversa corriqueira, o debate-papo descontraído com um bom caráter e bem humorado como o Dirceu Andrade.
Filho de Piripiri, terrinha que nos dá a folote jovens humoristas, anedotistas e animadores de círculos mais à flor da piada, o "etéreo e clorofórmico receptor humanóide" do Zé Bandeira, contou-nos algo sobre suas origens, ambientação de suas primeiras arrumações e trepeças, percalços dos maus pedaços de caminho na arte cômica até chegar aos goles na cerveja a qual ele ali já bebericava, rente ao tamborete-cadeira no palco.
Surgiram, aos pedacinhos, acadêmicos(as) regozijantes nas perguntas; sobremaneira com fatos e notinhas interessantes saídas das bancadas de concreto daquele anfiteatro: foram desde questões mais sérias acerca de incentivo público governamental a projetos como o Teatro Popular a $1,99 até o clímax picante do dia-a-dia (ou noite-a-noite...) de personagens e cenas do '70, '69, Bete Cuscuz, Rancho e outros ditosos bordéis de Teresina.
Dirceu apresenta-se a inícios todo sério, com uma pose de bo~emio degradê (não demodè) 1980; mas, não obstante o receio de o público não corresponder com inquietantes motes ao microfone aberto para eles, o pingo da graça logo emana do figuraça que do púlpito reclama: "Perguntem minha gente, nem que sejam as horas!"
Aí feito estava o esbagaçado espetáculo: rolaram risos emoldurados nas faces de todos ante imitações de seu Manguim, Amadeus Camps, Mariano Marcus e Silvio Mentes, além de abruptos espasmos da drª Clotildis e outros(as) efígies do homenageário popular. (vide by Rivanildu)
Discutiram-se pontos como o fato de se dar nomes de ruas, pontes, praças, barragens...a "fuleiras" da política local; enquanto que, de incentivo aos programas educativo-culturais da FUNDAC é quase nulo o crescimento ou nem mesmo a manutenção das quotas de investimento.
Em complemento, Dirceu começou a desgargantear um monte de piadísticos, sobre os temas do celibato clerical, da moral ortodoxa e picuinhas de gabinete a populacho.
Mas a melhor mesmo foi quando um pedinte pediu(!) licença e subiu pra palavrear sobre o azar de seus últimos dias: tivera a casa incendiada (esse mês de queimadas e ainda tem o aquecimento global pra completar o auê), tinha esposa e alguns filhos, estava em situação de apuros (rapaz, eu quero saber ter o apelo vocativo desse pessoal um dia...); então, o Dirceu que pensara que o cara ia era divulgar uma nota de utilidade pública, ele enfim manjou qual era a do moço e, fingindo apenas cumprimentar o humilde senhor, tirou do bolso uma cédula de mico-leão dourado, dobrou-a japonesamente entre os dedos e ofertou-a manhosamente ao sujeito [que talvez só tenha atinado para o que era aquilo em depois, de tão alheio que estava e de tão estúpido que era mesmo].
Aquilo sim, gesto de amor e artista nessa época...
jun/2007
[...]
No PIPop assisti e ouvi a alguns trechos pela tevê e os melhores momentos, para mim, eram mesmo quando aparecia o Amauri Jucá(ai papai!) e o Dirceu Andrade (cabelelero, meu amorrrr!) apresentando caricaturalmente a verdadeira cara alegre do Piauí.

OBS.: Os nomes das personagens são bastante baseados em pessoas reais que a gente conhece bem!
Share/Bookmark

sexta-feira, 13 de julho de 2007

F5ando

Globalis Notícialidades

Brasil (o malandro Tupinique), China (a dragona asiática), Índia (a mística sudoriental), México (o impávido leão centroamericano) e África do Sul (a brilhante república bonaesperançosa) são convidados ilustres do G8 - grupo dos sete países mais ricos e industrializados do mundo mais a Rússia. Reitere-se e informe-se que são emergentes membros convidados em desenvolvimento.

Adiante isso, há ainda o G4: com Brasil, EUA, Índia e União Européia.

Lula está como sempre soube-se estar: sindicalizando fortes e necessários apoios no globo, dentre as potências sócio-político-econômico-culturais; enquanto isso, países revoltados e de politiquices fajutas, arcaicas como Bolívia e Venezuela perdem a oportunidade de evoluir, de melhorar a vida de seus povos, suas civilizações, mediante a insanidade e egolatria de governantes-ditadores como Evo Morales e Hugo Chávez.

A Copa América de Futebol é mais uma "prueba" de que totalitarismos ignorantes não dão pé, só chuteira. De que adianta a estatização da tv venezuelana se todas as tevês que cobrem os times participantes desse campeonato continental fazem suas apresentações e transmissões?! A censura livre agora é legalizável?! [Porque a enrustida sempre há...]

Os EUA, só porque o nosso velhinho mas vivinho "da silva" Alberto Silva lança o invento-programa combustível alternativo biodiesel de mamona, querem fazer ecodiesel de milho, de soja, sei lá de quê! Que vergonha, eles num aceitam mesmo serem passados pra trás né?

A União Européia, lá pela Inglaterra, França, etc. volta e meia, mata um brasileiro por engano, na luta contra o "terrorismo" internacional. Bom, se nós somos corruptíveis, isso não tenho argumentação alguma a fazer; mas se ser imigrante indigente é agora rotina lá, melhor embarcar pro Iraque ou Faixa de Gaza, lá pelo menos vamos prevenidos e sabendo do que se trata!

Da Índia as informações que disponho são unicamente sobre a sua evolução no mercado
cinematográfico, da explosão nas transações comerciais pelo mercado asiático e das doutrinas religiosas que já chegaram por aqui também. De resto, só ouvir um Narguilè
Hidromecânico mesmo e turbante depois do banho...

E ainda deixam o presidente no vácuo em plena abertura do pan do Brasil!

Isso era um texto tão sério e foi descambando pra pirraça e picaretagem...tsctsc
Share/Bookmark