Blog liberto a público de arte abstrata-concreta, literatura mundana, jornalismo experimental e direito cotidiano. ¡Pensare reactivus est!

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Borboletas no estômago vagalumes na boca etc

Uma pessoa pode ficar perplexa de quantas formas? Isso acontece de modo muito surreal, de pessoa para outra!
Quando você está entre uma...não, não posso dizer isso assim à toa; hum...ah! já entendi, vou contar de um modo menos usual mas ainda assim absurdo! (...)
Não, mas aí não seria a mesma coisa...ora, patavinas, mas e daí; que posso fazer!? Ahn!!!
Que "coisa desagradável"! [as aspas pressupõem um palavrão de baixa calão não conveniente]

Você sabe o que significa estar em um ambiente de estudo, de trabalho, com uma pessoa que você gosta e, inconsciente ou involuntariamente, pronunciar o nome de outra e três segundos após sentir dois impactos simultâneos: um, de ter sido descortês, desatencioso com a colega e, o mais importante, descobrir-se apaixonado por alguém especial, mas quase (grife-se) impossível?

Não me sinto completo e sábio o bastante para resolucionar quaisquer opções viáveis, plausíveis para isto: ora, a paixão não se mede com réguas ou termos lógicos; o ser humano é capaz de "gafes" estranhíssimas sem se dar consciência da ação e, muito menos, da própria reação diante disso.

Maravilhoso é, sobretudo se você sente alguma chance de existir amor correspondido; mas, mesmo que nem houvesse - qüão esplêndido é se notar novamente vivo, com vontade de tudo e sem precisar dar-se explicações para questões, como por exemplo: o que que eu vou fazer? Pra quê! O destino é tão espontâneo, pois até mesmo o ser mais racional, menos sensível, é perfeitamente cabível de montar um sorriso de satisfação e espanto ante a última descoberta: amar, ah, o amor! Inventemos outro!

J.P.
s/d
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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Mesopotâmia do Nordeste - ad maiorem Dei glorian

"Risonha entre dois rios que te abraçam...eternizada Teresina"
A bandeira de Teresina

Com um sesquicentenário e um qüinqüênio, a Capital Teresina, melodiada Cidade Verde em seu hino, é conosco comemorada nesta data de 16 de agosto - fatídico dia em que Saraiva oficializa junto ao Governo Imperial do Brasil a efetuação da mudança de capital do sertão central piauiense, a respeitável Oeiras, para a emergente então chamada Vila Nova do Poty. As razões são as mais variadas para esta transferência e muitos historiadores curiosos se enfurnam nos porões e baús poeirentos da província para descobrir argumentos sólidos; mas, entre essas possíveis memórias, sugerem-se a facilidade de comunicação fluvial, a proximidade do comércio externo pelos Rios Parnaíba e Poty: cada um dos quais ligando-nos aos vizinhos estados Maranhão e Ceará. Outro motivo aventado seria o ímpeto de Antônio Saraiva por obras "originais" mas também "graciosas" ao poder Monárquico, o qual desejava fortalecer seu poderio nacional em épocas de ambiciosas intenções de nações estrangeiras a cobiçar as riquezas locais, controlando ao máximo a produção e relações mercantis.

Vista interna do Karnak


Passado esse relato de observação espontânea, convém afirmar que a cidade precisa ser "replanejada" atualmente. Pois da Teresina primitiva, com trafegação em amplas vias, ruas e avenidas; arborização de praças, passeios e bulevares; construção ordenada de habitações, prédios públicos e particulares; sanitarização de esgotos, galerias e domicílios; sistema de comunicações etc. pouco seguira à lógica progressista inicial.
Hoje a cidade clama por planejamento de infra-estrutura social - como órgãos públicos atuantes e próximos do povo pacato cidadão politicamente carente; formação moral, cívica e democrática aos naturais e naturalizados teresinenses nas creches, escolas, centros profissionalizantes, faculdades e universidades [sendo essas sempre integradas cientificamente em relação aos demais estados nordestinos]; núcleos esportivos com quadras, ginásios, estádios capazes para atender dignamente desportistas e atletas; apoio ao desenvolvimento do potencial humano com produção evoluindo para os patamares empresarial, comercial, industrial e tecnológico contextualizados...

São vários os itens mas um que friso agora é: o próprio habitante daqui precisa civilizar-se, respeitar sua gente e seus desejos de avanço, de prosperidade e sociabilidade! É isto que a ela desejamos neste aniversário!

Rua climatizada no centro comercial


JotaPê
16:08:2007
16:00h
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quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Só para tapear mesmo...

Aos orkuteiros de todo o Brasil, um engraçado scrap-test:

Tente criar qualquer comunidade no site de relacionamentos Orkut usando a imagem, o nome ou algum detalhe pessoal do sr. Orkut Buyukkokten e você não conseguirá! Se conseguir, prepare-se para ser contratado pela Google! Talvez até vista essa camisa:

Mas se de todo você não conseguir, num bar perto de você, quem sabe você até encontra uma turma da boa pra relaxar...

[Isso tudo não passa de uma exorcização bem humorada porque eu quis criar a comunidade "Me add sr.Orkut!"]
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domingo, 12 de agosto de 2007

Seminário Nacional de Comunicação Social


Será realizado no período de 02 a 08 de setembro este Seminário Nacional em Porto Alegre-RS para rearticulação dos coletivos estudantis e reorganização das políticas base da Comunicação Social, além de se pensar por lá em alternativas diferentes para a construção de próximos ENECOM's, ERECOM's e demais movimentos acadêmicos apoiados pela ENECOS nas escolas, cursos e faculdades de todo o país; se você é um estudante de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas, assessoria de imprensa ou outra área afim da Comunicação e fica curioso sobre este assunto, basta acessar a página da Executiva Nacional de Comunicação Social
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Sobre a mudança de design

U-hum...
Fazia-se inarredável mudar o estilo do blog: muitos amig@s (cerca de 3 ou 4) comentaram que o desenho anterior trazia muito peso de texto, elementos gráficos ultrapassados e problemas outros de leiturabilidade. Fiz alguma coisa aí e vamos aguardar novidades pra postar. Em breve, mais mudanças além do layout. [Que e-metalinguagem isto é!]



Afinal, nem só de blog viverá o google! Malandro que é malandro num tem jeito de obedecer linhas editoriais e preceitos fixos; temos de nos adaptar contextualizadamente...
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sábado, 4 de agosto de 2007

Guia de sobrevivência do repórter



Todo comunicador astuto e perspicaz tem de estar apetrechado para qualquer conveniente noticioso, devendo portar os seguintes equipamentos multimídia:

1 bloco de anotações [não precisa ser institucional, pois às vezes ajuda, às vezes atrapalha...depende de vocês];
1 caneta [idem anterior, com o adendo de escolher bem para não ficar falhando]
1 lapiseira c/ ou s/borracha [sim, pois a grafite é a mina que se utiliza dentro e que varia de pontuação - 0.3, 0.5, 0.7, 0.9 etc. e o grafite é o material usado na confecção daquela] [ah, e o com ou sem borracha é opcional, varia de acordo com o estilo e freqüência de erros na escrita];
1 gravador [de fita ou digital, mas que seja discreto!]
1 câmera fotográfica [analógica, se precisar pra o jornal e com maior resolução e tiver facilidade de revelar, ou digital, se for pra web e não tiver tanta importância a nitidez];
1 telefone celular [porque contato se faz de onde estiver para onde for preciso e ao vivo, tempo real! Aliás, esse fantástico objeto pode convergir várias mídias em si...]
1 filmadora [para o caso de ser assaz mister e sumamente imprescindível o movimento dos personagens envolvidos no fato];
1 notebook [pois ao fim da apuração, precisamos de um banco de dados e canal de divulgação veloz, preciso e multimidiático]
1 bolsa ou mochila ou necessairè pra carregar isso!!!!

Conclusão: Nós vivemos na contemporaneidade pós moderninha, precisamos ganhar um salário de editor ou produtor no mínimo e quem não é portador de adereços tais é plenamente incapaz de fazer algo que preste!

Click! Downloading!

Colegas, eis-me agora...:

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quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Um verdadeiro cidadão do mundo! Falaí mermão!

FÉRIAS NO QUINTAL DO MUNDO

Romeu Tavares

O período de férias sempre remete a descanso, passeios, sítio da vovó, dormir tarde e levantar da mesma forma. Mas esse período também é sinônimo de viagem, seja de ônibus, trem ou até mesmo avião, mesmo enfrentando um provável atraso.
Carlos José Oliveira Argento, 44, empresário carioca, mas erradicado em Teresina, também aproveita os períodos de folga para dar umas voltinhas por aí.
Confira a entrevista desse viajante (mochileiro) e algumas de suas experiências.



Webjor – Soubemos que você gosta de dá umas voltinhas por aí não é verdade? Só para iniciarmos nossa conversa, quantas cidades você conhece?

Carlos – (Risos) É verdade. Eu gosto de dá umas voltinhas sim. Na verdade eu amo viajar. Quanto às cidades (...). Bom, fora do Brasil eu conheço um pouco mais de quinhentas. E aqui no país nem tenho idéia!

Webjor – Então você já deve colecionar algumas carimbadas em passaporte?

Carlos – Sim. Estou no meu sexto passaporte e noventa e quatro carimbadas, como você disse.

Webjor – Então vamos a sua primeira viagem internacional.

Carlos – Foi inesquecível! Aos dezoito anos, inclusive comemorei meu aniversário dentro do avião durante a viagem, eu ganhei uma bolsa para estudar na ELS Language Centers, na Wagner College de Nova Iorque. Fiquei nos Estados Unidos por um ano, depois, em outra oportunidade, retornei e fiquei por mais seis meses.

Webjor – Nessa primeira viagem, que experiência ou impressão você recorda?

Carlos – Dentro dos Estados Unidos eu iniciei minhas experiências de viagem. Entrei em um programa para conhecer a cultura do país em 1981, e ficaria como hóspede com uma família norte-americana. Durante a inscrição, podíamos listar alguns locais que gostaríamos de ir.
De imediato eu coloquei Califórnia. Gostaria de conhecer Los Angeles. Mas a pessoa que preenchia minha ficha deu sorriso e dizia que eu nunca ia conseguir ir para Califórnia, pois era muito concorrido, e Los Angeles então! Era praticamente impossível!
Para minha surpresa, recebi a confirmação do programa e o meu destino seria a região de Westwood, no bairro Brentwood, bem próximo de Holywood, Los Angeles...

Webjor – Como foi essa convivência direta com uma família estadunidense?

Carlos – Eles me receberam muito bem, com aquele sorriso estadunidense, como se tivessem com “botox”... rs. Mas tem uma curiosidade, parece que na época era moda ter em casa um estudante latino. Lembro-me muito bem de uma vez que fomos a uma loja para comprar alguns LP’s. Eu estava afastado num canto escolhendo alguns álbuns, enquanto o casal que me hospedara conversavam de forma descontraída com um outro casal de amigos. Durante o papo, esse casal de amigos puxou pelo braço um jovem e disseram: - Olha! Estamos com esse rapaz que é do Peru (P.S. ele de fato está se referindo ao país, não façam a leitura como se fosse alguma gíria!).
E o casal que me hospedavam, para não ficar por fora, não perdeu tempo. – Também temos “um”! (como se eu fosse um bichinho de estimação ou algo do gênero) Hei Carlos, venha cá! Olha aqui... ele é da Argentina. E eu os corrigi, meio que desconsertado, sou do Brasil.

Webjor – Muito bem. Mas esta experiência faz parte de um momento que você viajava sob a orientação de alguma agência de viagem ou instituição nesse sentido. Atualmente, como é definido o seu roteiro de viagem.

Carlos – Olha, as agências orientam em muitas situações, em termos de viagens internacionais a Lurdinha e o Zé Filho são, na minha concepção, os melhores agentes do Piauí, não deixam a desejar a outros agentes do Brasil e no exterior. Mas eu de fato faço o meu próprio roteiro de viagem e tenho economizado muito. Tenho conhecido lugares no exterior que você nem imagina o quanto é barato. Por exemplo, na última viagem à Índia, fiquei hospedado em um albergue na Nova Deli (ou Nova Délhi), num lugar que para a realidade local, assemelha-se à Copabacana (Rio de Janeiro), pagando 10 rúpias a diária, o que equivale a cinqüenta centavos de real hoje. Porém, se eu necessitasse de um único rolo de papel higiênico (artigo de luxo e difícil de encontrar) teria que desembolsar 40 rúpias, ou seja, quatro dias de hospedagem. Então eu me virava com aquela “cumbuquinha” e o balde de água ao lado do sanitário. Detalhe: era desses que a gente faz a necessidade em pé.

Webjor – Mas percebo aqui em suas fotos que você já se hospedou em lugares que tinham uns sanitários mais sofisticados.

Carlos – (Risos) Sim claro! Eu me hospedei num dos melhores hotéis do mundo em Tóquio. E olha que nem precisei sair do aeroporto! Vi os melhores espetáculos da Terra! Também já fiz minhas extravagâncias enquanto turista.

Webjor – Como é deitar à noite e fechar os olhos, quando se têm conhecido tantos lugares exóticos?

Carlos - É maravilhoso. Eu tenho inclusive dificuldade para dormir, não por uma questão de fuso horário, mas porque toda noite vêm em minha mente esse lugares. A cada momento, das vinte quatro horas do dia, eu me sinto realizado, porque parece que o mundo tá dentro de mim. Antes de dormir, de fato, eu me transporto para esses lugares, pois fica a energia de cada lugar em mim.

Webjor – Você que tem inúmeras horas de vôo, provavelmente já deve ter passado por alguma situação desconfortável, como um pouso forçado, fortes turbulências?

Carlos – É curioso... Mas você acredita que eu não tive muitos problemas nesse sentido? Do Jumbo que me levou à China, numa viagem de dois dias e meio, até o monomotor que sobrevoava os Himalaias, não tive nenhum problema tão grave. Lembro-me apenas numa viagem em 2003, quando saía do Cairo em direção à Istambul. Pegamos uma forte turbulência, mas muito forme! As bagagens de mão todas caíram e os passageiros começaram a chorar e entrar em pânico. Eu estava sorrindo, não porque estava em estado de choque, mas por ter perdido minha mãe recentemente (pausa), e eu queria muito estar com ela, aquele momento era como se eu fosse ao encontro dela (...).

Webjor – Uma pergunta trivial, mas inevitável. Qual o lugar que mais te marcou? Por quê?

Carlos – Sem dúvida foi Israel. Eu amo aquele país. Já teve uma situação de em uma mesma viagem eu passar por lá duas vezes! Porque lá é a Terra Santa, os lugares sagrados e tudo isso. Mas devo confessar que a tensão do lugar também me atrai. A qualquer instante podemos ser surpreendido, e eu sou um viciado nessa adrenalina. Adoro situações de tensão, não é à toa que já saltei de pára-quedas, voei de asa delta e outros esportes radicais! (Risos)

Webjor – Mas em Israel você de fato tomou algumas doses dessa adrenalina?

Carlos – Nessa viagem não... Porque só explodiram a boate que eu freqüentava depois que eu viajei! Graças a Deus! Mas para não dizer que de fato não experimentei uma dose de adrenalina, eu atravessei a Faixa de Gaza e consegui algumas fotos com uns soldados da guarda de Yasser Arafat. Não gosto de lugares “certinhos”, eu, por exemplo, não iria à Austrália, lá tem muita ordem, muito, limpinho, não dá tesão!

Webjor – Todo viajante (mochileiro) necessariamente já foi um turista?

Carlos – Nem sempre. Porque alguns já começam mochileiro. Não foi o meu caso, nos Estados Unidos eu fui turista. Mas aqui no Brasil normalmente você passa por esse estágio. Ainda há muito a desenvolver no que se refere ao turismo aqui no país.

Webjor – Como você define seu roteiro de viagem?

Carlos – Pesquiso em livros, revistas de turismo e viagem, internet, filmes... Mas é indispensável a “bíblia do mochileiro” (refere-se ao guia de viagem Lonely Planet), sem ele não há viagem! Eu o levo a toda viagem, inclusive aqui no Brasil. Ele é imparcial em suas descrições, não é preso a nenhuma agência de viagem, rede hoteleira ou qualquer outras coisa nesse segmento.

Webjor – Você já definiu o próximo roteiro?

Carlos – Sim. Minha próxima viagem terá como roteiro Colômbia, Panamá, El-Salvador, Guatemala e México, o que será em breve!
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sábado, 28 de julho de 2007

Por entre flores e projéteis




Essa narrativa vai para as escritoras piauienses Lalali, Babi, Donana e Zucreide!

As flores de setembro, de 'inda, vêm desabrochar suas pétalas pelo incauto córrego marginal piauiense.
Suas madêmoiselhes ainda fazem footing para com le societè: não mais na mesma praça, de braços entranhados umas às outras, a risos de frescor a cada passo sob os bosques; usam para isto agora as instituições sociais, academias, passeios de pedra basalto e piso à portuguesa. E não passam mal não...
Mas os hombres de chapéu côco com laço e terninho claro remendado à véspera, esses não mudam de itinerário: aliás, até aumentaram! Só que eles não saem mais tanto de casa como, outrossim, fizera a entender o sr. Anticlerical, do refúgio do lar manicacaio de 1900.
Espartilham as ceroulas, encasam seus botões e zíperes, penteiam as suíças e sobrolhos, passam gel e colônia açoriana e vão ao trajeto.
Mas no trecho, na rodagem, na trilha, na rua e na estrada há um pau, uma pedra, um vidro, um aço e um plástico: neo-detalhes da tecnoindústria do homem contemportado.
É monamú, os arquivos da memória lotam e não há mais tanto cabide pr'essas novidades!
Alguns deles não têm mais solução, em vão resistem e um dia sobra um bilhete rabiscado - se é que soçobrar ainda há momentinho - uns punhados de restos vegetativos e animalescos embebidos no líquido capital - só noutra encarnação agora, perdão...

JotaPê
28/07/2007
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quinta-feira, 26 de julho de 2007

P/ hackers e kamicazéiros! Web pirataria!





Jotapewins cita (BUSCA, Google. Validar windowns xp pirata: links e tutoriais , 2007, Paraguay - Ed. softshits ₢)

Diretorio web de entrada:
http://www.agatetepe.com.br/link/validar-windows-xp-pirata


Validar Windows XP Pirata
19 12 2006

ESTA DICA NÃO FUNCIONA PARA O WINDOWS XP HOME!

É o mesmo procedimento ensinado pela MICROSOFT para trocar o serial de um Windows XP, mas com um serial válido!

http://www.microsoft.com/brasil/technet/Colunas/AlterandoChave.mspx

LEIA COM ATENÇÃO!

Primeiro: O procedimento abaixo visa trocar o serial do XP por um serial válido, caso não esteja sendo possível a troca, a culpa é do procedimento de troca e não do serial.

Formate a máquina e na hora de reinstalar o Windows, utilize o serial da dica, esta é a melhor forma de se fazer a validação, a chance de erros e conflitos é praticamente zero. O serial é o verdadeiro responsável pela validação.

Segundo: Neste post existem várias formas alternativas de se validar o XP, inclusive de se trocar o serial sem a necessidade de fazer o procedimento abaixo, somente use o serial da dica.

Terceiro: Após vários relatos do pessoal nos comentários, tenho quase certeza que este serial não funciona para validar a versão HOME do Windows XP. Por isso se você não possui a versão PROFESSIONAL, é melhor desistir e procurar um serial próprio para a versão.

Quarto: Se você não conseguir achar o arquivo MSOOBE.EXE da dica, troque o %systemroot% pelo caminho onde está o seu diretório Windows, exemplo: C:\windows\system32\oobe\msoobe.exe /a
Se não funcionar, o seu Windows não é Professional e a dica NÃO funciona para a versão HOME.

Validando o Windows XP:

1. Vá em Iniciar > Executar

2. Digite regedit e clique em OK.

3. Já dentro do regedit, navegue até a chave:
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\WindowsNT\CurrentVersion\WPAEvents

4. No painel à direita, clique duas vezes em OOBETimer

5. Na janela que foi aberta, apague qualquer valor e clique em OK. Feche o regedit

6. Vá novamente em Iniciar > Executar e dessa vez digite:
%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

7. Na janela que foi aberta, escolha a opção Sim, desejo telefonar…

8. Na próxima etapa, clique no botão Alterar chave de produto.

9. Na etapa seguinte, digite o serial:

Download do serial aqui

e clique no botão Atualizar

10. Após clicar no botão Atualizar, o assistente para ativação voltará para a janela anterior, então, clique em Lembrar mais tarde e reinicie o Windows.

11. Reiniciado o Windows vá novamente em Iniciar > Executar e digite:
%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

12. Aparecerá a seguinte mensagem:

Ativação do Windows
O Windows já está ativado. Clique em OK para sair.

Pronto! Windows validado com sucesso!

Não hospedo o arquivo com o serial, simplesmente linko pra cá, por isso, não me venha torrar a paciência com negócio de pirataria.

fonte: http://pliniotorres.wordpress.com/2006/12/19/validar-windows-xp-pirata-presente-de-natal/

E lets goingo to continuos tense:

MICROSOFT GENUINE ADVANTAGES

Para ajudá-lo a validar seu software, as ferramentas MGA devem coletar determinadas informações sobre a configuração de seu computador. As ferramentas não coletam seu nome, endereço, email ou quaisquer informações que possam ser usadas para identificá-lo ou contatá-lo.

Dentre as informações coletadas estão:

* Marca e modelo do computador
* Informações da versão do sistema operacional e de softwares que usam o programa Vantagens do original
* Configuração de região e idioma
* Um número exclusivo (GUID) atribuído ao seu computador pelas ferramentas
* ID do produto e chave do produto
* Nome do BIOS, número de revisão e data de revisão
* Número de série do disco rígido

Além das informações de configuração acima, informações de status, como as descritas a seguir, também são coletadas:

* Se a instalação foi bem-sucedida
* O resultado da verificação de validação

Se seu sistema for identificado como não sendo original, informações adicionais podem ser enviadas para a Microsoft para se entender melhor porque houve falha na validação do seu sistema. Essas informações podem incluir códigos de erros e nomes e caminhos de arquivos que comprometem a integridade do seu sistema.

Como procedimento padrão, seu endereço IP é temporariamente registrado quando seu computador se conecta a um site ou servidor do MGA. Esses logs de registro são excluídos regularmente.

A pirataria de software é um problema mundial. Para ajudar a identificar o abuso sistemático das licenças de produtos, determinadas informações sobre o computador que está sendo validado serão extraídas do endereço IP. Essas informações incluem a localização geográfica, o provedor de Internet e o nome do domínio. A menor unidade geográfica que pode ser determinada é uma cidade. Essa determinação é feita usando os dados fornecidos por um terceiro. Quaisquer dados coletados que possam identificar um usuário não serão usados para contatá-lo. Esses dados podem ser mantidos pelo período de duração das vendas do produto em questão.

fonte: http://www.microsoft.com/genuine/downloads/PrivacyInfo.aspx

MP3, MP4, MP5, MP6, MP7, MP8… escolha o seu…
25 06 2007

Todo mundo baba por um IPod, mas é claro que custando 600 pilas por aqui fica difícil ter um brinquedinho desses …

Mas não se desespere! Existem os MP3 Players genéricos (vulgos iPobres) que seguem a nomenclatura de acordo com o aumento das gambiarras, digo, funcionalidades presentes no aparelho.

MP3: MP3 é o formato de compressão de áudio que causou uma verdadeira revolução. Arquivos de áudio podem ser convertidos em MP3, com poucas perdas de qualidade (as pessoas “comuns” como eu não conseguem perceber a diferença), ocupando apenas cerca de 10% do espaço de armazenamento necessário para o formato digital do CD de áudio.

O que comumente se chama de “MP3?, ou “tocador de MP3? são aqueles pen-drives que tocam música e sintonizam rádio FM.

MP4: o MPEG4 é um padrão de compressão de vídeo, que causou na indústria a mesma revolução que o MP3. Graças ao MPEG4 um filme de uma hora e meia de duração, que no formato de DVD ocuparia quase 5GB de espaço, pode ser colocado em um mero CD de 700MB, com pouca perda de qualidade de imagem. A trilha sonora, em MP3, nem chega a ser relevante em termos de tamanho de arquivo, neste caso.

O “MP4? da indústria é a versão do “MP3? acima com uma telinha de LCD, capaz de reproduzir vídeos.

MP5: agora começamos a entrar na área do que considero o absurdo da indústria de cacarecos. Considerando que MP é a abreviatura de MPEG, Moving Picture Expert Group, não caberia ninguém exceto o próprio MPEG criar novos padrões e nomenclaturas. Contudo, já criaram por aí o “MP5?, que nada mais é do que o mesmo MP4 acima descrito, mas com câmera digital integrada, capaz de tirar fotos e em alguns casos também filmar.

MP6: se falar em MP5 para referir-se a um tocador de vídeos MPEG4 com câmera digital e rádio FM já me parece absurdo, falar em MP6 então é o cúmulo. Tem agendas de telefones e de compromissos, acessa Internet, roda programas e jogos em Java, envia e recebe e-mails.

MP7: deve ter as mesmas funções do mp6 e ainda recebe sinais de TV e grava programas da Sky!

MP8: logo o MP8 deve vir com escova de dentes, monitor cardíaco e cafeteira, pesando menos de 100g.

fonte: http://pliniotorres.wordpress.com/2007/06/25/mp3-mp4-mp5-mp6-mp7-mp8-escolha-o-seu/

Esta mensagem deu tilt,//.. deu tilt deu tilt ////.... deu tilt deu tilt deu tilt deu tilt [Ctrl+Alt+Del -> logo off ... seu computador já pode ser invadido com segurança!]
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terça-feira, 24 de julho de 2007

Vícios do ofício


Aí cambalachada! Texto extraído do website noticioso da equipe ufpiana "Webjor". Como se estivéssemos numa sessão parlamentar desecontrolada, aparece um ilustrado colega com uma crônica ombudsmaniana peremptória sobre o assunto, vejam e leiam por vocês:

19/07/2007 - QUESTÃO DE ORDEM, SENHOR LEITOR!

Romeu Tavares



A crise política, na atual conjuntura, provocou algumas mudanças no vocabulário do brasileiro, com utilização de alguns neologismos como mensalão, valerioduto, doleiro, mensaleiros, etc. Expressões de conceito pontual e circunstancial, das quais a mídia incorporou em sua lista de dizeres jornalísticos, que muitas vezes exclui o grande público.

Não é difícil encontrarmos em textos jornalísticos da editoria de política, expressões como impeachment, incentivo fiscal, inquérito, lobby, caixa dois, neoliberalismo, ou ainda siglas como CPI, PC do B, FMI, etc. Sem esquecer os “imexíveis” neologismos que, notadamente, “blindam” o discurso do parlamentar. Todas elas, pertencentes a um universo palaciano do discurso político, as quais, cotidianamente, recheiam o vocabulário dos jornalistas dessa editoria.

Para um leitor incipiente ou que não vive nos corredores de uma Assembléia ou de alguma Câmara, esse “parlamentês” soará como alguma mensagem criptografada, frustrando um dos princípios básicos do processo comunicativo.

É provável que alguém defenda esta postura lingüística, argumentando o fato de que a polidez, a tecnicidade e outros adjetivos que emolduram o vernáculo político, venham a colaborar na construção do produto jornalístico.

Talvez o jornalista esteja freudianamente atrás de reconhecimento quando utiliza em larga escala e sem tradução o jargão da atividade que cobre – utilizar palavrório idêntico ao das fontes representaria, assim, uma forma de também ser "um deles", de ter a suposta relevância social "deles". É algo como associa o lingüista Ernest Fisher, em sua obra, A necessidade da arte, ao afirmar que “o homem aproxima-se da arte para viver outras vidas”. Deste modo, o jornalista aproxima-se dos jargões políticos para viver “aquela” vida.

O fato é que, para não poucos jornalistas, lançarem mão do jargão acaba sendo uma espécie de passaporte para uma suposta seriedade, um atestado de "estar por dentro”, um suposto marketing pessoal.

Obviamente, a apropriação da linguagem, que ultrapassa os limites da semântica, não tem na política seu único alvo; em outras editorias não é difícil perceber a inclinação do jornalista ao aproximar seu discurso com o da fonte, seja por identidade, defesa, admiração ou julgamento pessoal.

É interessante esse aspecto psicológico de tentar aproximação com a fonte. Lembrei-me, por exemplo, sem querer fugir do assunto, mas para ilustrar com um fato recente, do último evento cultural em Teresina – o Festival de rock Piauí Pop –. Durante uma entrevista com uma cantora de rock nacional, o entrevistador mudou abruptamente o seu vocabulário, empregando gírias do tipo “cara” – sim, a entrevistada era uma mulher –, “meu” – não, o entrevistador não era paulista –, ao se deparar com linguajar “descolado” da artista. Empregando uma expressão local, nessas situações, definimos isso, como “tá querendo se entrosar”.

Pressupondo que estes textos “semi-abertos” (Maingueneau, 1991) sejam encontrados na imprensa cotidiana; mesmo se o papel do contexto lingüístico seja importante, uma boa parte das informações não é acessível senão se o leitor dispõe de certo conhecimento do meio social. Isto sim traduz comunicação marginalizante.

Tanto nessa questão, e em outras mais, que poderiam ser abordadas, há muito a caminhar. O vasto noticiário político que produzimos ainda exclui o grande público.

Fonte: > WEBJOR < [sessão ombudsman na aba lateral esquerda]
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