Blog liberto a público de arte abstrata-concreta, literatura mundana, jornalismo experimental e direito cotidiano. ¡Pensare reactivus est!

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

MPB - 1950' até agora



Aquele esquema de sempre: copie e cole no seu browser navegador:
http://www.lastfm.pt/music/Elza+Soares/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Ant%C3%B4nio+Carlos+Jobim/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Maria+Beth%C3%A2nia/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Paulinho+da+Viola/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Rita+Lee/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Chico+Buarque/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Elba+Ramalho/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Milton+Nascimento/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Maria+Creuza/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Edu+Lobo/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Clara+Nunes/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Jorge+Ben/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Rosa+Passos/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Wilson+Simonal/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Beth+Carvalho/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Marcos+Valle/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Nana+Caymmi/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Tom+Z%C3%A9/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Simone/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Jo%C3%A3o+Bosco/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Elis+Regina/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Caetano+Veloso/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Nara+Le%C3%A3o/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Gilberto+Gil/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Gal+Costa/+wiki

http://www.lastfm.pt/music/Djavan/+wiki

...
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segunda-feira, 10 de setembro de 2007

O quarto poder ou a prostituta respeitosa: hoje é tua data!

Pela passagem do dia da imprensa!

"The question most people ask when they discover you work in newspapers is: “How do you decide what to write about?” The second question is: “My son/daughter is thinking of being a journalist. Would you recommend it?"


Nem só Clark Kent poderia gabar-se de ser famoso por trabalhar num jornal nesta marcação hodierna do calendário; muitas pessoas têm trabalhado incansáveis, esperançosos, amorosa e interessadamente em publicar para seus semelhantes o que é que há a cada momento, avisá-los, inseri-los e instruí-los sobre os problemas todos - sociais, políticos, econômicos, culturais, sexuais, ... e filosóficos. Se chamam profissionais da Comunicação Social ou simplesmente jornalistas. Para eles, nesta comemoração - em sendo ela possível, devido à demanda de pautas a reportar sem parar - os parabéns!

Trecho duma entrevista do poeta Drummond de Andrade no Jornal do Brasil sobre esta profissão cujo dia de hoje teima em comemorar: Alguém aí sinta-se bem feliz com o dia do Jornalista e me avise!

O JORNALISMO

“Trabalhei na imprensa durante a minha vida toda, com um ligeiro intervalo em que me dediquei só à burocracia do Ministério da Educação. Sempre tive muita consideração dos meus companheiros. E muita liberdade. Mas me recordo que, há tempos atrás, num momento de molecagem, para testar a resistência do copy-desk, no Jornal do Brasil, escrevi a palavra bunda. Cortaram e botaram a palavra traseiro. Hoje, a palavra bunda circula até em fotografia, em desenho, por toda parte. Uma das coisas mais celebradas pela grande imprensa é a bunda. A televisão está lá - mostrando bunda de homem, o que, a nós, não interessa...
“Não participei da elaboração do grande jornal diário e intenso. Como cronista, escrevia em casa. O jornal, gentilmente, mandava apanhar a minha matéria. Como jornalista, não tive a emoção da grande reportagem e dos grandes acontecimentos que eu teria de enfrentar numa fração de segundo para que a matéria saísse no dia seguinte”.

“O fato ainda não acabou de acontecer/ E já a mão nervosa do repórter o transforma em notícia/ O marido está matando a mulher/ A mulher ensanguentada grita/ Ladrões arrombam o cofre/ A polícia dissolve o meeting/ A pena escreve/ Vem da sala de linotipos a doce música mecânica” (Poema do jornal)

fonte:
http://www.memoriaviva.com.br/drummond/index2.htm

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sábado, 8 de setembro de 2007

Navilouca! E com gentes de parangolés!



Mitos e verdades envolventes da revolução contracultural no Brasil revolucionário

SOBRE TORQUATO NETO

Torquato Pereira de Araújo Neto nasceu em Teresina, Piauí, em 09 de Novembro de 1944. Filho de promotor público e professora primária, estudou no mesmo colégio que Gilberto Gil, em Salvador, tornando-se amigo do compositor e conhecendo também os irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia. Em 1962 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde iniciou um curso de Jornalismo. Sem o diploma, começou a exercer a profissão em diversos jornais cariocas. Foi um dos mentores intelectuais do movimento tropicalista, participou da famosa capa do LP [long play - disco de vinil] Tropicália
ou Panis et Circenses (sentado ao lado de Gal Costa) - nesse disco estão incluídas duas de suas composições: Mamãe, Coragem e Geléia Geral (considerada o verdadeiro manifesto tropicalista em vez e ao invés daquela grunhida pelo Caetano Veloso que canta: "O movimento é de papel crepom blá é tali eu organizo o movimento... etc daquela veia ególatra dele "Caê" mesmo).

Um dia após completar 28 anos de idade, ligou o gás do banheiro e suicidou-se. Deixou um bilhete: "Tenho saudade, como os cariocas, do dia em que sentia e achava que era guia de cego. De modo que fico sossegado por aqui mesmo, enquanto durar. Pra mim, chega! Não sacudam demais o Thiago, que ele pode acordar". Era 10 de novembro de 1972.

O ESPETÁCULO

Torquato Neto é o protagonista, herói da tragédia de sua vida. Radical, ele é alijado da sociedade tradicional e pelos amigos. Assim Torquato traça seu destino marcado para morrer devido à sua radicalidade. O espetáculo acompanha o protagonista desde sua partida de Teresina até seu suicídio no Rio de Janeiro.

Observando sempre que ¬
Em breve tecerei maiores reflexões sobre o assunto; por ora, uma coletânea, quase geléia geral mesmo! Sigam [copiem e colem no seu navegador querid@s, pois estou com preguiça de hiperlinkar...]:

http://diversao.uol.com.br/tropicalia/
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1806099-EI6581,00.html
sites com cobertura especial

http://diversao.uol.com.br/album/tropicalia_album.jhtm?abrefoto=8
imagens várias

http://www.revistaparadoxo.com/materia.php?ido=4847&PHPSESSID=d1f58dea983d1fd3d0af9abdb9b8b894
na revista virtual

http://www.jornalfeirahoje.com.br/conteudo.php?codcolunista=29&codconteudo=324
opinião abalizada de webleitor

http://1001box.blogspot.com/2007/08/40-anos-da-tropicalia.html
txt na blogosfera

http://tvuol.uol.com.br/marcelotas/2007/08/27/ult4586u38.jhtm
tv na net

http://app.radio.musica.uol.com.br/radiouol/linklista.php?nomeplaylist=000682-8%3C@%3ETropicalia_ou_Panis_Et_Circencis&opcao=umcd
rádio na net
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sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Jota Carlos - "Careta" mas bem atual!



Essa aí é uma das obras selecionadas desse autor. Se alguém ainda desconhece...
J. Carlos

José Carlos de Brito e Cunha (J. Carlos), nasceu em 1884. J. Carlos caricaturista brasileiro, nasceu no Rio de Janeiro. Desenvolveu um importante trabalho de nacionalização da arte da caricatura no Brasil. Começou como caricaturista em 1902, no "Tagarela" e colaborou em diversas revistas como Avenida, O Malho e Fon-Fon.Ilustrador, dono de um traço bastante elegante, colaborou com as principais publicações brasileiras das décadas de 1920 e 1930. Seus desenhos podem ser encontrados nas revistas "Careta", "Fon-Fon", "O Tico-Tico", "Almanaque do Tico-Tico" e "O Cruzeiro".
Os personagens Lamparina, Goiabada, Jujuba e Carrapicho foram criados por J. Carlos nas páginas de O Tico-Tico entre 1905 e 1907.
Em 1908 criou e dirigiu a revista Careta.
Compôs um retrato vivo da sociedade brasileira do início do século XX, retratando a vida carioca, as praias, o carnaval, a moda e costumes e criando personagens típicos da cidade. Fez capas e criou personagens para a revista infantil Tico-Tico. Foi consagrado pela crítica por saber sintetizar em poucas linhas as personalidades que desenhava. Faleceu em 1950.


A Melindrosa de J.Carlos alfineta e costura bem a elite feminina carioca

Mas ele fazia de um tudo na redação: de idealizador pauteiro a revisor e finalizador gráfico!
Colaborou com Walt Disney, quando da visita deste ao Brasil, durante a Segunda Guerra Mundial, desenhando um papagaio como personagem tipicamente brasileiro. Chegou a fazer uma charge do papagaio preparando as malas para ir a Hollywood, para onde J. Carlos havia sido convidado a trabalhar pelo criador de Mickey. Mas desistiu e permaneceu no Brasil. Joe Carioca, criado pela equipe de Disney, voltou para ser produzido no Brasil como Zé Carioca.



A Partida do Papagaio, ilustração de J. Carlos que inspirou Walt Disney a criar o personagem Zé Carioca

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sábado, 1 de setembro de 2007

CORAJE - você precisa aprender a tê-la!

I SEMANA DO CORAJE.
E não é só conversa pra levantar preguiçoso não, galera boa!
Agora, nos dias 11, 12 e 13 de setembro você vai conhecer o CORAJE:


Aberto a toda comunidade acadêmica, este evento pretende motivar e integrar o corpo jurídico discente uespiano em prol do estudo e aplicação da Assessoria Jurídica na teoria e na prática.

Nestes dias acontecerá um ciclo de oficinas com os seguintes temas:

Dia 11: Direitos Humanos

Dia 12: Assessoria Jurídica Universitária Popular

Dia 13: Vamos criar CORAJE?

Local: Auditório Central da UESPI

Horário: 15 às 18 horas

ENTRADA FRANCA - Inscrições: C.A. de Direito

Participe! Venha conhecer o CORAJE!
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terça-feira, 28 de agosto de 2007

Vocabulário: ditado do Mensalão no STF


Locuções jurídicas que você sempre escuta nos diversos jornais, transmissões de rádio ou tv:

Formação de quadrilha - mais de 3 [não necessariamente exclusivo de banqueiros, ministros, deputados, senadores, diretores executivos, etc.] reunidos para prática de ato delituoso.

Corrupção ativa - favorecer alguém do funcionalismo público para recebimento de benefício pessoal ilícito [seja em dinheiro, cargo ou afortunamentos outros]

Corrupção passiva - ato de funcionário público para beneficiar alguém em troca de favores de qualquer natureza [idem anterior]

Lavagem de dinheiro - Aplicar meios escusos de movimentação financeira fraudulenta para legalizar dinheiro ilegal oriundo de práticas criminosas [quase todo político já fez isso alguma vez...]



E a lista de crimes do mensalão enriquece os anais de julgamentos da justiça brasileira; não sei se só doutrinariamente mesmo ou ...
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quinta-feira, 23 de agosto de 2007

I ModEM Piauí

O I Modelo para Ensino Médio programado no período de 17 a 21 de outubro será uma conferência de simulações de organizaçãoes e conferências nacionais e internacionais aos alunos ensinomedistas. Um projeto de modelagem em termos de pesquisa, inserido como atividade extracurricular para participantes interessados principalmente nas áreas de Direito, Relações Internacionais, Economia, Ciências Políticas, História, Geografia, Comunicação Social e Relações Públicas.
Organizado pelo Grupo de Pesquisas e Estudos Internacionais (GPEI-CEUT) com apoio do Centro Acadêmico de Direito do CEUT e com a colaboração de estudantes de outros cursos e de outros estados. Maiores informações e inscrição através do site do ModEM.
É uma oportunidade bacana para quem gostaria de aprender e praticar algo em torno das coisas da diplomacia e assuntos de repercussão internacional antes mesmo de chegar à universidade ou ao mercado profissional.
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quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Repinica Viola e canta povo!


Este sim é um propagador da cultura brasileira! Com seu cabedal de causos caipiras e um programa com os melhores convidados do mundo musical, o poligloticamente ilustrado Sr.Brasil é um retrato em alto-relevo da riqueza nacional! Eis um arremedo aí dele:


Rolando Boldrin - Vide Vida Marvada
Rolando Boldrin

Corre um boato aqui donde eu moro
Que as mágoas que eu choro são mal ponteadas
Que no capim mascado do meu boi
A baba sempre foi santa e purificada
Diz que eu rumino desde menininho
Fraco e mirradinho a ração da estrada
Vou mastigando o mundo e ruminando
E assim vou tocando essa vida marvada

É que a viola fala alto no meu peito humano
E toda moda é um remédio pros meus desenganos
É que a viola fala alto no meu peito, mano
E toda mágoa é um mistério fora desse plano
Pra todo aquele que só fala que eu não sei viver
Chega lá em casa pruma visitinha
Que no verso ou no reverso da vida inteirinha
Hái de encontrar-me no cateretê

Tem um ditado dito como certo
Que cavalo esperto não espanta a boiada
E quem refuga o mundo resmungando
Passará berrando essa vida marvada
Cumpadi meu que inveieceu cantando
Diz que ruminando dá pra ser feliz
Por isso eu vagueio ponteando
E assim procurando a minha flor-de-liz

É que a viola fala alto no meu peito humano
E toda moda é um remédio pros meus desenganos
É que a viola fala alto no meu peito, mano
E toda mágoa é um mistério fora desse plano
Pra todo aquele que só fala que eu não sei viver
Chega lá em casa pruma visitinha
Que no verso ou no reverso da vida inteirinha
Hái de encontrar-me no cateretê
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terça-feira, 21 de agosto de 2007

A prosopopéia sistemática é mais abaixo...




CIDADE DE TERESINA [E o emergente Movimento dos Sem-Bonde]

Cronologia do Sistema de Bondes

1852

Em outubro, a cidade passa a ser a capital do estado.

Os Bondes


Os primeiros bondes eram tracionados por animais. Mais tarde foi implantada a primeira linha de bonde motorizado, explorada pela iniciativa privada, ligando o centro ao bairro Poti Velho.


Em 1927, na gestão do prefeito Anfrísio Lobão Veras Filhos foi implantada nova linha de "bonde motor" a gasolina, ligando a Estrada de Ferro ao Rio Parnaíba, com veículo adquirido em São Paulo pela própria prefeitura. Funcionou até 1930, e fazia o seguinte itinerário: rua João Cabral, avenida Campos Sales, rua Riachuelo, Praça da Bandeira, rua Rui Barbosa, rua Álvaro Mendes e Praça do 25o. Batalhão.


Os últimos bondes a circulaream na cidade, ainda em tração animal realizavam o seguinte trajeto: "partiam do trapiche próximo à ponte metálica sobre o rio Paraíbuna[sic.], seguiam pela Beira Rio (avenida Maranhão) até a antiga Mesa de Rendas, na esquina na Beira Rio do quarteirão onde hoje está a Compi, subindo a rua Coelho Rodrigues até onde hoje é a agência do BNB, dobravam à direita e seguiam pela rua Rui Barbosa até a rua Álvaro Mendes, pela qual subia até a Igreja de São Benedito, alcançando a rua Frei Serafim até atingir o "Cruzeiro", de onde retornavam."(1)


Teresina é uma das poucas capitais de estado, assim como Cuiabá, Goiás Velho e Florianópolis, onde não circularam bondes de tração elétrica.

(1) Citação de alguém que realmente não pude apurar, haja vista ser esta informação inteira coletada diretamente da web. Infelizmente, fiquei sem a menor fonte...

Mais uma vez, uma prosopopéia sob a neurose chicana do mágico da mpb:
"Por que será, que será:
que andam futricando pelos Palácios?
que andam cochichando no mei' das verbas?!
que anda com certeza pelas cuecas
do nossos governantes que com cerveja
os seus bons passatempos irão praticar
e todos ignaros irão suspeitar
mas nem com toda prova irão revidar
nem mesmo noutro pleito irão recordar
sem todos os informes, que baixaria
o que não vem do tédio nem é de alegrar
o que não tem o siso!"
João Paulo Mourão 21/08/2007
paródia: 'o choro da terra'


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segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Borboletas no estômago vagalumes na boca etc

Uma pessoa pode ficar perplexa de quantas formas? Isso acontece de modo muito surreal, de pessoa para outra!
Quando você está entre uma...não, não posso dizer isso assim à toa; hum...ah! já entendi, vou contar de um modo menos usual mas ainda assim absurdo! (...)
Não, mas aí não seria a mesma coisa...ora, patavinas, mas e daí; que posso fazer!? Ahn!!!
Que "coisa desagradável"! [as aspas pressupõem um palavrão de baixa calão não conveniente]

Você sabe o que significa estar em um ambiente de estudo, de trabalho, com uma pessoa que você gosta e, inconsciente ou involuntariamente, pronunciar o nome de outra e três segundos após sentir dois impactos simultâneos: um, de ter sido descortês, desatencioso com a colega e, o mais importante, descobrir-se apaixonado por alguém especial, mas quase (grife-se) impossível?

Não me sinto completo e sábio o bastante para resolucionar quaisquer opções viáveis, plausíveis para isto: ora, a paixão não se mede com réguas ou termos lógicos; o ser humano é capaz de "gafes" estranhíssimas sem se dar consciência da ação e, muito menos, da própria reação diante disso.

Maravilhoso é, sobretudo se você sente alguma chance de existir amor correspondido; mas, mesmo que nem houvesse - qüão esplêndido é se notar novamente vivo, com vontade de tudo e sem precisar dar-se explicações para questões, como por exemplo: o que que eu vou fazer? Pra quê! O destino é tão espontâneo, pois até mesmo o ser mais racional, menos sensível, é perfeitamente cabível de montar um sorriso de satisfação e espanto ante a última descoberta: amar, ah, o amor! Inventemos outro!

J.P.
s/d
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