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Mais de 30 alunos voluntários participam de reunião sobre o Intercom
Por Fernanda Dino
Mais de 30 alunos de Comunicação Social participaram na manhã desta quarta-feira (1º) de uma reunião na Universidade Federal do Piauí (UFPI) com a professora Samantha Castelo Branco, uma das coordenadoras do Intercom Nordeste 2009.
Na ocasião, os estudantes ficaram sabendo de que forma poderão contribuir como voluntários na organização do evento, que acontece em Teresina nos dias 14, 15 e 16 de maio. Para Jéssica Catarine Santos, uma das alunas presentes, o Intercom será uma boa oportunidade de trocar experiências com pessoas de outros estados.
"O Intercom acontece pela primeira vez em Teresina e é dever dos estudantes que colaborem no evento. A minha expectativa é muito boa, principalmente porque sei que será uma oportunidade de fazer intercâmbio cultural com muitas pessoas de outros estados", destacou a estudante de Jornalismo da UFPI.
Após a reunião, foram formadas cinco equipes, que ficaram responsáveis por reforçar nas faculdades de Comunicação a divulgação do evento, além de incentivar que mais estudantes participassem. Na semana anterior ao Intercom Nordeste haverá uma nova reunião com os estudantes voluntários.
E por favor se ligar no que disse a nossa "webdomadarista" da vez, Tania Samara Lemos:
" E o Intercom Nordeste 2009, também entra no "cantar dos passarinhos". Para isto, foram criados dois perfis para informações, sugestões e ainda a possibilidade de interagir com os participantes do evento. Se você possui perfil-twitter, adicione "http://twitter.com/intercom_2009" para obter atualizações do Congresso; E "http://twitter.com/expocom_2009" para obter informações sobre as exposições, trabalhos experimentais, divulgação de blogs, web-rádios, entre outros. Você pode participar enviando suas mensagens!
Se você ainda não possui um twitter, não perca tempo. Crie seu perfil, e comece a "twittar" através do site: http://twitter.com. "

Intercom Nordeste 2009 Teresina-PI

Coisas Para Fazer em Denver Quando Você Está Morto
Coisas para fazer em Denver quando se está morto (um bom filme!)
Solidão crônica - 2
Solidão crônica - 1
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, disse ontem que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estuda a revisão do atual critério para a promoção de juízes, que privilegia a antiguidade e o merecimento dos magistrados. Para ele, mais do que tempo de serviço e merecimento, é fundamental ter vocação para assumir algumas funções mais sensíveis. Não é razoável que um juiz da execução criminal nunca tenha visitado um presídio, disse o ministro, após reunir-se com a diretoria da Fundação da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq).
O tema é polêmico e costuma gerar rachas entre associações de classe que representam magistrados em todo o País. Segundo o ministro, a resolução que o CNJ fará sobre o tema chama a atenção para que haja sensibilidade dos tribunais em relação a temas considerados delicados, como a execução criminal e a infância e juventude. Nós estamos verificando que alguns juízes de execução criminal não são aqueles mais vocacionados para a atividade. Foram promovidos pelas razões normais, regras da carreira, mas nós estamos sugerindo que os próprios Conselhos de Justiça de cada Estado façam a avaliação tendo em vista esse perfil, acrescentou.
O presidente do STF detalhou o perfil dos magistrados que considera adequados para julgar os temas avaliados como sensíveis. Nós precisamos de pessoas que conheçam claramente o tema, que se interessem, fiscalizem os eventuais abusos, que tenham um papel realmente de gestor, que recusem, por exemplo, os abusos de direitos humanos que se perpetram, que se articulem com o tribunal e as autoridades locais, e que eventualmente tenham até a coragem de dizer, por exemplo, que não mais vai haver determinado tipo de condição que pode levar ao trancamento e ao encerramento de uma unidade prisional, exemplificou.
A avaliação do ministro em relação aos juízes de Varas de Infância e Juventude recebeu apoio da diretoria da Fundação Abrinq. Segundo o presidente da entidade, Synésio Batista da Costa, as varas estão presentes em apenas 4% dos municípios brasileiros. Synésio ressaltou também que os juízes costumam ser intransigentes ao julgar os chamados pequenos delitos, e encaminham jovens a unidades de internação que abrigam menores que cometeram crimes graves. Mendes garantiu que o CNJ vai cobrar dos tribunais agilidade na implantação de Varas da Infância e Juventude nas condições adequadas.
Gilmar Mendes afirmou que percebe que há desnível entre a Justiça Federal e a Justiça Estadual. Segundo observou, até mesmo em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, o Estado mais rico da Federação, o problema existe e envolve desde a alocação de recursos até a informatização do sistema. Em Teresina (PB), Mendes disse ter encontrado varas que não têm a menor condição de funcionar. Realmente fiquei chocado, afirmou, macrescentando que isso desmotiva os juízes estaduais.
Talvez tenha havido mais investimentos no âmbito da Justiça Federal do que na estadual, mas nós percebemos a falta, talvez, dos recursos tecnológicos adequados. Por exemplo, na questão da informatização, a Justiça Federal hoje está muito mais avançada do que a Estadual, afirmou. No que diz respeito a recursos humanos, há muitas reclamações no âmbito da Justiça Estadual, acrescentou.
Gilmar Mendes explicou que o CNJ pretende elaborar uma proposta de nivelamento entre os tribunais com o objetivo de atingir um padrão mínimo. Aí passa por alocação de recursos, recursos humanos, boa distribuição dos recursos que são dados aos tribunais, varas e comarcas do interior. É preciso discutir todos esses temas, reiterou.
Autor: Do Jornal do Commercio
fonte: JusBrasil
Para ser juiz é preciso vocação, pensa CNJ

Confira as 10 metas nacionais de nivelamento a serem alcançadas pelo judiciário no ano de 2009:
1. Desenvolver e/ou alinhar planejamento estratégico plurianual (mínimo de 05 anos) aos objetivos estratégicos do Poder Judiciário, com aprovação no Tribunal Pleno ou Órgão Especial.
2. Identificar os processos judiciais mais antigos e adotar medidas concretas para o julgamento de todos os distribuídos até 31/12/2005 (em 1º, 2º grau ou tribunais superiores).
3. Informatizar todas as unidades judiciárias e interligá-las ao respectivo tribunal e à rede mundial de computadores (internet).
4. Informatizar e automatizar a distribuição de todos os processos e recursos.
5. Implantar sistema de gestão eletrônica da execução penal e mecanismo de acompanhamento eletrônico das prisões provisórias.
6. Capacitar o administrador de cada unidade judiciária em gestão de pessoas e de processos de trabalho, para imediata implantação de métodos de gerenciamento de rotinas.
7. Tornar acessíveis as informações processuais nos portais da rede mundial de computadores (internet), com andamento atualizado e conteúdo das decisões de todos os processos, respeitado o segredo de justiça.
8. Cadastrar todos os magistrados como usuários dos sistemas eletrônicos de acesso a informações sobre pessoas e bens e de comunicação de ordens judiciais (Bacenjud, Infojud, Renajud).
9. Implantar núcleo de controle interno.
10. Implantar o processo eletrônico em parcela de suas unidades judiciárias.
Fonte: CNJ
10 Metas do Poder Judiciário em 2009




Batalha do jenipapo na história campomaiorense