Blog liberto a público de arte abstrata-concreta, literatura mundana, jornalismo experimental e direito cotidiano. ¡Pensare reactivus est!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A vida em primeiro lugar - maioridade do Grito dos Excluídos

São tantas as exclusões
que o educador social
 - o militante popular -
sente a pressão sobre si
e é motivado a protestar
em já mal-quista maioridade;
e tem a vergonha em rosto;
de ser rebeldemente honesto
em um meio desumano
em que faltam:
dignidade,
ordem
e
progresso.

Setes de setembros
noves fora
dois dois
em miloitocentos
e
mais
unada.

(para Ozirene Leal, em Queimada Nova-PI, por seu trabalho junto a remanescentes indígenas,
representativa de todos/as que militam por direitos sociais e humanos nas trincas do chão sêco piauipora.
E por extensão a todos/as na missão pela vida em primeiro lugar neste chão.)

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012




Jornalismo universitário quando ainda eu era datilógrafo amador: era puro dadaísmo puro!
 Tal qual estas imagens do movimento-manifesto-meticulografia dadá (tsctsctsc sorriso entrementes, risos entredentes, sisos incontentes ¦ ¡¿ h~m h~m h~m h-m fº1 fº2 fº3 qç´ fº4 ?! ¦etc cade a tecla tab que volta ? ah computador máquina fajuta! você apaga registros importantes ao poeta comunicante! )

Perguntas sobre a poesia


Um dia me perguntaram
:: se já escrevi poesia ::

Sóbria e naturalmente dou-me duas respostas:
Aos pobres de espírito, pessoas comuns, eu digo que sim;
Faço uma ou outra poesia, ao bel prazer da inspiração e do dia (desperto).
Aos ricos de espírito, pessoas incomuns, eu digo que não;
Traço um ou outro pensamento, ao bel saber da reflexão e da noite (insone).
Portanto, fica explícita a razão pela qual vivo a dizer-lhes:
Para alguns, aquilo é apenas tinta derramada sobre um papel qualquer;
Aos outros, o que há é um texto e serve para (re) começar a pensar.
De minha opinião, faço tão somente o meu trabalho: comunicar...

(isso foi depois de um excelente professor universitário me perguntar no 1º dia de sua aula se alguém ali fazia poesia; porém, como bom dadaísta "inato" pensei este texto, rabisquei - o naquele instante, mas nunca mostrei pra ninguém pois pensei ser pedante ou incongruente de minha parte para com o social academicista momento; mas a minha resposta no momento a êle? Fora assim a resposta naquele presente recorte de tempo humano: - ora professor, faço sim, quem não faz poesia... não é mesmo?)

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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Cineclube Olho Mágico UFPI Programação 2012.2

Programação 2º semestre 2012 Cineclube Olho Mágico UFPI! 
Já estivemos com o 1º filme Estorvo exibido com ótima repercussão entre os cinespectadores.
Participe seja divulgando, seja comparecendo, seja criticando;
 é um momento de descontrair os nervos e aguçar a cultura fílmica. 

Informações:  http://www.cineclube-olhomagico.blogspot.com.br

---------- Mensagem encaminhada ----------

Destinatário/a: 
Você, pessoa amante das letras e das cenas!
Assunto: cineclube Olho Mágico

PROGRAMAÇÃO CINECLUBE OLHO MÁGICO

UFPI-ADUFPI- SEMESTRE 2012.2


PROGRAMADORES: 
Luciana Soares, Eduardo Sousa da Silva, Alfredo Werney, Lila Luz, Alderon Marques, Alberto Salviano

CICLO: Cinema e Literatura


21 de Agosto- Noite de estréia.
Com apresentação do músico e professor Alfredo Werney.
Horário: 18:30h
1º- Filme Estorvo
Diretor: Ruy Guerra
Baseado no livro “Estorvo” de Chico Buarque
Duração: 95 minutos
Depois de uma noite mal dormida, o protagonista (Eu) acorda com a campainha da porta tocando insistentemente. Pelo olho mágico, vê um desconhecido que lhe lembra alguém que não consegue identificar. Não sabe por que aquele homem está ali, nem o que pode querer, mas tem uma certeza imediata; ele representa uma ameaça para sua vida. Veste-se às pressas, aproveita uma distração do visitante e consegue escapar. Mas, não tem a menor dúvida de que o desconhecido se lançou no seu encalço e que o pesadelo apenas começou. E assim, inicia-se uma alucinante perseguição através da cidade.

28 de Agosto. Horário: 18:30h
2º- Filme: Fahrenheit 451.
Diretor: François Truffaut
Baseado no livro “Fahrenheit 451” de Ray Bradbury
Duração: 112 minutos
Em um Estado totalitário em um futuro próximo, os "bombeiros" têm como função principal queimar qualquer tipo de material impresso, pois foi convencionado que literatura um propagador da infelicidade. Mas Montag (Oskar Werner), um bombeiro, começa a questionar tal linha de raciocínio quando vê uma mulher preferir ser queimada com sua vasta biblioteca ao invés de permanecer viva.

04 de Setembro. Horário: 18:30h
3º- Filme: Abril Despedaçado.
Diretor: Walter Salles
Baseado no livro “Abril Despedaçado” de Ismail Kadaré
Duração: 105 minutos
Abril 1910 - Na geografia desértica do sertão brasileiro, uma camisa manchada de sangue balança com o vento. Tonho, filho do meio da família Breves, é impelido pelo pai a vingar a morte do seu irmão mais velho, vítima de uma luta ancestral entre famílias pela posse da terra.

10 de Setembro (segunda- feira). Horário: 18:30h
Observação: A partir desse dia as exibições acontecerão às segundas.
4º- Filme: Trono Manchado de Sangue
Diretor: Akira Kurosawa
Baseado na obra “Macbeth” de Shakespeare
Duração: 105 minutos

Conta a história de Washizu e Miki, dois samurais que, durante uma missão, tem uma visão sobre uma velha senhora no meio da floresta. Ela profetiza um ambicioso futuro, o que faz com que os samurais fiquem com isso na cabeça e, inconscientemente, comecem a agir para que ele se torne realidade. Sangrentas guerras, ambição e loucuras se entrelaçam perfeitamente em um dos melhores filmes do mestre Kurosawa.
Fonte: www. interfilmes.com

17 de Setembro (segunda- feira). Horário: 18:30h.
5º- Filme: As Vinhas da Ira
Diretor: John Ford
Baseado na obra “As Vinhas da Ira” de John Steinbeck
Duração: 128 minutos
Fala sobre a história de uma família de trabalhadores rurais pobre durante a Grande Depressão de 29. Buscando oportunidades de uma vida melhor, Tom Joad (Henry Fonda), após cumprir pena, leva sua família em uma pequena caminhonete, de Oklahoma para a Califórnia, onde dizem ser um lugar mais próspero e de maiores oportunidades. Durante a viagem eles se deparam com a nova realidade, ao mesmo tempo que descobrem que o lugar onde estão indo pode ser pior do que o que deixaram para trás.
Fonte: www.cineplayers.com


24 de Setembro (segunda- feira). Horário: 18:30h.
6º- Filme: Jangada de Pedra
Diretor: George Sluizer
Baseado na obra “Jangada de Pedra” de José Saramago
Duração: 103 minutos
Conta a história ficcional da separação geográfica da Península Ibérica do restante do continente europeu.Na sequência de um abalo de terra que nenhum sismógrafo registrou, uma fenda enorme aparece na crosta terrestre ao longo da fronteira entre Espanha e França. Vários acontecimentos, à volta da jangada de pedra, parecem ter apenas uma finalidade: fazer com que estas pessoas se encontrem, desvendando pelo caminho, inesperados enigmas!

01 de Outubro (segunda- feira). Horário: 18:30h.
7º- Filme: O Processo
Diretor: Orson Welles
Baseado na obra “O Processo” de Franz Kafka
Duração: 105 minutos
Joseph K. (Anthony Perkins) é um homem reservado, que vive na pensão da senhora Grubach (Madeleine Robinson) e se dá bem com todos os demais moradores do local. Um dia ele é acordado por um inspetor de polícia (Arnoldo Foà), que lhe informa que está preso, mas não o leva sob custódia. Durante o processo Joseph segue com suas atividades normais, tendo apenas que ficar à disposição das autoridades a qualquer hora do dia. Incomodado por não saber do que está sendo acusado, ele decide investigar em busca de uma resposta.

08 de Outubro (segunda- feira). Horário: 18:30h.
8º- Filme: Madame Bovary
Diretor: Claude Chabrol
Baseado na obra “Madame Bovary” de Gustave Flaubert
Duração: 137 minutos
Na França do séc XIX, Emma Bovary (Isabelle Huppert) vive entediada. Para sair da casa do pai, ela se casa com um médico (Jean- François Balmer), mas logo se cansa da vida sem emoções e vai buscar em amantes uma válvula de escape.
Fonte: Coleção Folha Cine Europeu, nº18.

15 de Outubro (segunda- feira). Horário: 18:30h
9º- Filme: Dom Quixote
Diretor: Georg Wilhelm Pabst
Baseado na obra “Dom Quixote” de Cervantes
Duração: 83 minutos
Filme musical cheio de fantasia que conta a clássica história de Miguel de Cervantes de Alonso Quixanda, um espanhol que leva ao extremo a sua paixão de criança, aos dias de cavaleiros e aventuras. Alonso está tão obcecado pelas histórias de cavaleiros e donzelas, que renega todos os seus bens e passa a chamar-se Don Quixote De La Mancha, aprtindo à procura de aventura, montado no seu cansado cavalo Rocinante e acompanhado pelo seu escudeiro, Sancho Pança. Vivendo muitas aventuras nascidas, na sua ilusão, Don Quixote combate o seu grande inimigo, o feiticeiro Malfatto, atéque a sua família decide fazê-lo regressar para casa, traçando um plano que envolve os habitantes da sua cidade, esperando que ma boa dose de fantaisa o faça cair na realidade.

22 de Outubro (segunda- feira). Horário: 18:30h
10º- Filme: Escravos do Rancor
Diretor: Luis Buñuel
Baseado na obra “Morro dos Ventos Uivantes” de Emily Bronte
Duração: 91 minutos
No México rural do século XIX, Alejandro reencontra Catalina, o grande amor de sua vida, casada com um rico latifundiário. Loucamente apaixonado, propõe a Catalina que fujam juntos, mas ela se nega. Então, Alejandro cai nos braços de Isabel, mas não encontra consolo. Seu destino parece estar ligado, tragicamente, ao de Catalina.


29 de Outubro (segunda- feira). Horário: 18:30h
11º- Filme: Menino de Engenho
Diretor: Walter Lima Jr.
Baseado na obra “Menino de Engenho” de José Lins do Rego
Duração: 110 minutos
Após a morte da mãe, o menino Carlinhos (Sávio Rolim) é enviado para o engenho Santa Rosa para ser criado pelo avô e pelos tios. Lá ele testemunha a chegada de um novo tempo, com o advento das modernas usinas de açúcar e as transformações econômicas e sociais pelas quais passa a produção canavieira, mudanças que irão afetar a vida de todos. Quando ele cresce e vai para o colégio, já não é mais o garoto ingênuo e inocente que chegou no engenho.

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sábado, 21 de julho de 2012

Cybereducação para não materialistas


CyberEducação para não materialistas João Paulo Santos Mourão; colab:  i mello

(para Neo, Trinity e Morpheus, com os cumprimentos de toda a vida humana em Zion)

Azul é zero(0); vermelho é um(1) [ não mencionarei aqui a pílula verde (-1) e a amarela (-0) ]

Energia.

 Desliga/liga.

 Senha (blogspirit)/entra.

A máquina está sendo inicializada... ... ... ___ ___ ___         (você está dentro, anônimo!)

 As atualizações de seu computador estão prontas!

 Clique aqui para instalá-las!

 Baixando as atualizações/ Fechar caixa de diálogo quando o salvamento do arquivo for concluído.

 O computador baixou as instalações com êxito!

Reiniciar agora? Ok (0K = Zero Killed)

Não desligue ou desconecte o seu computador.

Ele reiniciará automaticamente. ... ... ... ___ ___ ___        (fuja imediatamente, anônimo!)

Seu computador foi reiniciado com êxito! O que deseja fazer agora?

(Conectar, anônimo! Conectando... ... ... ___ ___ ___       Você está conectado! )

Salvar página com... ( seu programa de trabalho)

(Arquivo “Salvo”; anônimo, acelere seu sistema!) .

Particionar disco e Criar disco de auto-recuperação. Apagar falhas com o programa ... (escolha o programa!).

Partição e disco de auto-recuperação realizados com êxito!

Abrir arquivo Neo Documento! (O antídoto e as vacinas imunonaturais estão atualizadas!)

Continuar ...

Digitar: C://CD_MENU_SET UP.EXE* (tetradracmaepif is the swordfish)

Formatar agora? (S) ou (N)? (S); {opções avançadas} apenas unidade C://DIR. e parâmetros de configuração antigos)!

Formatação concluída com êxito! O computador está pronto para uso! Ok!

Piauinternet ®
estação metropolitana de infoviários therezina



estação da rede federal infoferroviária sociedade anônima mediumnorth

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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Comunicação Universitária - outras aventuras, outras problemáticas

Fazer comunicação? Ah, é muito fácil, moleza, tranquilex, simples demais, de boa, ja é, ...! (entre outras gírias, expressões e jargões)
É? Mas é mesmo? Não na universidade piauiense (expressão aqui tomada em sentido lato, generalístico).

 Digo universidade que é por onde ando e tenho vivido academicamente os últimos recentes anos meus com os(as) melhores, mais engajados(as) academicamente e mais bem intencionados(as) professores(as) de comunicação que se possa imaginar. E digo isto mesmo depois de muitas pessoas me criticarem à minha ausência, porque mesmo a crítica ausente, se bem empregada, é útil ao criticado; quem não sabe ouvir crítica, não pode se atrever a fazer crítica. Portanto digo e repito mesmo: temos alguns dos melhores professores e professoras de comunicação deste país, talvez da América latina, aqui no Piauí. Só não são divulgados cientificamente tampouco socialmente pela sua universidade - esta parcela da sociedade que detém a primazia de constatar com acerto e fazer o saber ser descoberto a quem interessar possa.

O único problema é: vivemos num piauiense estado de coisas, estado este que nos lega aos novos e interessados pedagogos da comunicação apenas baús de amadorismo, comodismo, corporativismo, indicalismo (da já conhecida expressão de lobby "quem indica quem" - podendo-se aí até apresentar em sequencia um lide: quem? onde? quando? por quê? para quê? quanto? Em quais circunstâncias? Por causa de quem?A fim de quê consequências? etc. que um bom parágrafo jornalístico pode ter) de fora para dentro da universidade - isso muito independente de questões de crença, ideologia, partido, gênero, raça, etnia, ... enfim, essas categorias todas são ofuscadas e sobrepujadas pelo " infelizmente quem está no poder lá em cima em Brasília e os acima destes encimados que os comandam nos deixam sob estas condições apáticas, 'amóveis' e inertes."

Há alguns posts, falávamos do problemão que é articular, mobilizar, etc. e comunicar também. Que fazer alguém chamado "consciência coletiva" convergir para algo do "interesse geral" da maioria dentre a minoria que somos neste estado de coisas piauiense é algo a beirar o utópico.

Hoje, "só quero dizer o que pode dar certo". Fala-se bastantemente em agenda positiva e agenda negativa na mídia, além da agenda neutra. Aliás a neutralidade (não confundir com passividade ou entreguismo) que nada mais é do que permitir às vozes, imagens, documentos e testemunhas ou fontes que falem cada uma de seu lugar está muito em desuso por essa nova geração (digo a geração pós implantação do curso em faculdades/universidades e cursos de pós graduação e doutorado mesmo!). A parcialidade que também não passa da sobrevalorização de determinado lado no caso em apuração esta é que é a tal. Olha é o cúmulo do comodismo, a matéria premeditada ao extremo, o assunto unilateral, a cobertura parcial, etc. Dizem até alguns professores(as): "Então você ainda é ingênuo de acreditar em neutralidade e imparcialidade? Vá pros ******** "

A tal agenda positiva já tem mídia demais. E mesmo os gestores, comerciários, empresários, industriais, ... universitários, precisam saber lidar com as mídias. Muitos midiatas e efígies de uma época não mais alcançam a comunicação em suas formas ou móbiles contemporâneos. Muito poucos se deram ao trabalho de reciclar-se, atualizar-se, reaprender-se, mesmo aderir aos novos meios e mensagens.

Por outro lado os novos não sabem sequer se expressar em bilhetes virtuais na língua vernácula, tampouco em mídias mais formais a sua tentativa de jornalismo. Digo tentativa porque eles não conseguem nem entender que só fazem assessoria, relações públicas e marketing misturado com má propaganda e publicidade (ferindo inclusive a esfera de atuação de seus outros colegas de profissão, num mix venenoso à vida comunicacional).

Para concluir sem terminar, vou seguir dizendo que se a universidade - que é um dos pólos de melhoramento da dimensão social por meio de suas descobertas científicas e correlatas - não evoluir conforme os seus novos professores (as), esta geração ainda vai sofrer muito retrocesso, muita decepção, muitas tristezas - até mesmo as abstratas de nível epistemológico e deontológico ...

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sexta-feira, 13 de julho de 2012

I Simpósio de Direitos Humanos e Cidadania - DiHuCi 2012




I Simpósio de Direitos Humanos e Cidadania

O Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão Direitos Humanos e Cidadania, vinculado a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação e a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Piauí torna pública a abertura de inscrições para participação no I SIMPÓSIO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA que será realizado nos dias 28 e 29 de agosto de 2012.
Informações: 

http://blogdihuci.blogspot.com.br/p/i-simposio-de-direitos-humanos-e.html

Sobre o grupo DIHUCI:


Direitos Humanos e Cidadania - DiHuCi

O Grupo Direitos Humanos e Cidadania-DIHUCI nasceu no dia 20 de agosto de 2010, com a Coordenação da Professora Doutora Maria Sueli Rodrigues de Sousa.O Programa possui duas vertentes de grupo de Pesquisa e Extensão: “Violência contra mulher e a Lei Maria da Penha numa perspectiva sócio-jurídica” e “Conhecimentos Tradicionais e Quilombolas e a conservação da biodiversidade piauiense numa perspectiva sócio-jurídica e Projeto de Extensão”. Atualmente, o Programa conta com vinte e um membros, divididos nos dois grupos. O Programa possui inúmeras publicações de artigos em encontros regionais e locais, dentre eles o I ENCOGEOMAS , o I Seminário de Extensão da UFPI e XI Simpósio de Produçao Científica e X Seminário de Iniciaçao Científica da UESPI.

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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Comunicação Universitária em tempos de paralisações grevistas

Ah, as paralisações e greves; processos sociais e políticos dignamente garantidos pela luta por justiça de muitos antepassados e alguns contemporâneos aos seres humanos das passadas, presentes, futuras gerações de cidadãos e cidadãs. Coisa linda de viver e aplaudir; seja em câmaras, senados, assembleias, tribunais, fóruns, praças, clubes sociais, e outros tantos locais de arregimentação de massas humanas...para o bem comum, sempre assim, não é mesmo?
No princípio, oba oba, corre corre, vamo que vamo, vambora vambora, já já... tudo parece conspirar junto e a favor, está todo mundo na "vibe" (como dizem repetitivamente uns colegas candidatos a poetantes da terra), no clima, no contexto, na dimensão, na ideia, na ação, em suma, na causa e na luta séria, compromissada.
Daqui a pouco, com o aparecimento de algumas adversidades, uns outrora muito à vontade pra fazer acontecer junto com seus pares e de peito aberto em arroubos de pseudomilitância, vão "trolando" (ainda pegando o gancho da rima daqueles poetantes citados), destruindo, minando, pelegando, esfriando, matando em suma o caráter verdadeiro de engajamento no movimento, repita-se, sério e compromissado em prol de se dedicar a outros problemas pessoais, familiares, profissionais, existenciais, enfim....esquecendo por completo dos problemas essenciais que motivaram e motivam todoas aqueles outros.
O que isso gera: desorientação e dispersão do movimento; e não precisa ser militante, politicólogo ou filósofo do poder para chegar a esta - que não é a única - ideia. Mas a constatação mesmo, e bem pior é esta: não existe um sequer movimento organizado dentro da universidade piauiense que não sofra com erros de poucos para o suplício de muitos. Não há, entendam-me, um comando pragmático-ideológico que não seja ofendido e abusado por indivíduos ou pequenas facções as quais engendram corruptelas, vícios e desgastes intencionais no processo. Isso sem comentarmos, obviamente, a ação de indiferentes mal intencionados, infiltrados, espias e agentes duplos, triplos....enfim, que já existem de praxe pra desintegrar os movimentos em seu princípio mesmo.
Outro detalhe da desmobilização, a meu entender, é que as pessoas com coragem, competência, atitude e compromisso de agir não mais estão observando, ouvindo, vendo, lendo, tocando, simpatizando, afiliando, aderindo, e principalmente, acreditando em alguns dos que compõem os movimentos; não só por antipatia pessoal, por inveja profissional, por ódio realizacional, por desinteresse em geral, ...não; estão desacreditados porque já estão fartos, cansados, carecas de saber quem são e o que fazem os falsos mandatários e os falsos representantes (também!). E já estão límpidos, nítidos, puros, plenos e sábios em sua convicção de que em movimentos assim, a radicalização é obrigação geral, não atributo ou qualidade exclusiva de determinadas parcelas pensantes ou cooptantes, como queiram, do movimento.
Nós não devemos ser obrigados a grevar da mesma forma, com as mesmas maneiras e modos de agir e pensar: isso sim é totalitarismo, facismo, nazismo, e não o trotskismo, leninismo, stalinismo, marxismo, engelismo... ou o washingtonismo, jeffersonismo, fordismo, taylorismo, keynesianismo, e tantos outros ismos, que só separam mais ainda as pessoas das formas de união que elas tanto precisam conseguir para realizar suas ações coletivas em prol, finalmente, do bem comum, familiar, pessoal, no bom sentido dos termos.
Contudo, uma questão reaparece instantaneamente: como tirar o movimento da cúpula dos povos representantes e trazer o enorme corpo de representados e representadas e outrem distantes, desinteressados, desacreditados, desarticulados, desacordados (esse último item, nos dois sentidos da palavra) para o movimento?
As desculpas e obstáculos apontados em intermináveis e cíclicas reuniões de comandos de mobilização estudantil, comandos locais de greve de professores, funcionários, coletivos de pesquisadores, associações de classe profissional, etc. ... são sempre as mesmas:
Ah... mas a comunicação está deixando muito a desejar; a informação está desagregada, o pessoal não está compreendendo nada. E se a gente não conseguir motivar e convencer as pessoas, ninguém aparece para organizar, ninguém se mobiliza, ninguém entende a reivindicação e tampouco repassa a mensagem ao grupo maior de convivas de classe ou meio. Aí o movimento, qualquer que seja, declina e destrói-se vergonhosamente. Vergonhosamente porque ele mesmo se aniquila, é autocensurado - para usar uma expressão que alguns colegas de jornalismo ambiental chamam no jargão de "podar-se". Quando você se poda, se mutila, se apodrece, a tendência é morrer.
Mas, sendo bem franco e tratando com frieza isonômica todas as boas iniciativas, como acreditar em estratégias de comunicação feitas por não comunicadores? Leiam-se aí jornalistas, publicitários e propagandistas, marqueteiros, assessores de imprensa, relações públicas, artistas de criação, etc. etc. etc.? Será que eles formam uma categoria desusada, estéril e desnecessária nesse processo de educomunicação?
Mas a esperança é a última que morre! Os provérbios populares são o que há de mais científico no mundo. Contrariando tendências, uma alma encorpada e de espírito ativo pode muito bem dizer isto de público, emitindo juízo de valor crítico - além de auto-crítico - informando essa concepção conjuntural local, aliás comunal ou grupal para ser mais específico.
E esta alma, que é humana e tem sentimentos, geralmente também é provida de bom senso e discernimento para evitar situações em que sua expressão seria preliminarmente oprimida, evitada ou rechaçada por quem saiba disto, dentre os já citados melindrosos "destruidores de movimento". Esta alma, que não é trouxa, o que faz?! Ela joga o jogo dos jogadores!? Ou em outras palavras, ela entra numa ciranda sem ser índio, ela entra numa roda sem ser quilombola, ela dança quadrilha sem ser branca brasileira?
Tsc TscTsc...: não, absolutamente não, entendam-me: ela faz o que um mineral, uma planta ou um animal ou qualquer outro ser deste planeta pode fazer para sobreviver e progredir: ela ajusta-se em sua conduta, ela adapta-se em seu comportamento, ela orienta-se em sua maneira de cientificar-se do mundo. Com isso, ela, distanciando-se (uma atitude científica, aliás) dos vícios e erros do sistema, pode pensar melhor em seu funcionamento holístico, e encontrar outras almas humanas que por outras vias também entenderam os vícios e erros do sistema. Logo, assim embasadas é tempo de ajudar e retomar de verdade o jogo, agora conhecendo as técnicas, as táticas, as estratégias, os blefes, as pistas e os truques. Aí sim, na minha compreensão, é possível jogar o jogo com quem já o joga de há muito e até com quem o inventou (pois já deu tempo chegar até esta alma também), mas não pela via "democrática" à brasileira e sim pela via social: a democracia do papel só copia o que o povo inventou ou inventa e se apropria, e os políticos discursam -sejam de qual partido forem (e mesmo os mais radicais, moderadores ou conservadores que estejam reticentes aqui, façam seu autoexame de consciência, porque eu o fiz, e o faça sem compromisso de assumir isto publicamente, mas faça, faça para consigo, no seu íntimo, faz bem à sua saúde intelectual e até biopsicossocial).
Torço para que os movimentos que espoucam atualmente dos movimentos estudantis primaristas, secundaristas, terceiranistas e de servidores brasileiros em geral tenham a sua própria filosofia, mas que eu possa ter expressado minha maneira de entender essa revolução nas escolas e ver se o povo realmente a fará nas ruas; pois só o povo é sábio e bastante em si o suficiente a emanar poder verdadeiro, sincero, legítimo, legal e truístico de proporções gerais, nacionais e internacionais. Os direitos humanos sim, para os humanos direitos; mas direitos não no papel, não no oficial; direitos na vida real, na realidade quotidiana de carne, osso e pressões por todos os lados.
Esse movimento precisa de comunicação alternativa, de alternativas de comunicação, ou será cegado, ensurdecido, emudecido e insensibilizado zigóticamente.


As Lamúrias de Sempre: 


Ah...
O celular quebrou;
a tela do mídia player pifou.
A câmera quebrou;
a tela do mídia player pifou.
O computador quebrou;
a tela do mídia player pifou.
Recuse; refute; resista; reaja!


Ah de que adianta! Fazer comunicação assim...
O pessoal fica todo pelegando, rebolando por aí, ninguém faz nada!


Que pessoa sois vós? Que pessoas são eles/elas?
Que universidade é esta, que universidades são estas?


Pegue um bloco de papel, registre isto!
Junte uma, duas ou três pessoas, pense coletivamente; isso não é crime nem tira pedaço!


Fortalecer o movimento conscientemente, ter conteúdo em essência e existência!
Arrotar educação é fácil, fácil; fazer e mostrar é que é preciso.
Movimente-se com razão, ação e emoção; atinja a prerrogativa de realizar o sonho verdadeiro.



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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sintonia Jurídica: Direitos Fundamentais em debate!



15.05.2012 - Sintonia Jurídica - Professor Nelson Juliano Matos disse que Direitos Fundamentais significa cultura de Direitos

O primeiro programa Sintonia Jurídica foi ao ar pela Rádio FM Universitária (96,7 Mhz), nesta terça-feira, 15 de maio de 2012. O convidado para a abertura do programa foi o Professor Dr. Nelson Juliano Matos da Universidade Federal do Piauí.
No debate, uma verdadeira aula de Direitos, o professor afirmou que "é importante saber que os Direitos Fundamentais não se reduzem à lista que está na Constituição. Direitos Fundamentais siginifica uma cultura de Direitos. Se não tivermos uma cultura de Direitos, estes Direitos não se efetivarão. Significa, ainda, ter uma cultura de tolerância, respeitando o outro, mesmo quando este não pensa como nós. Toda a base do Direito funciona assim".
O programa Sintonia Jurídica vai ao ar todas as terças-feiras na FM Universitária (96,7 Mhz) e fica disponível em Podcast 24 horas na Radioweb Farolguia.com.
Produção: João Paulo Mourão e Renato Chaves;
Apresentação: Renato Chaves
Secretária de Produção: Maria de Lourdes




CONVITE À JUSTIÇA E A TODOS/AS INTERESSADOS NA ÁREA JURÍDICA:
ATENÇÃO! OUÇA, NA FM UNIVERSITÁRIA 96,7 TODA TERÇA-FEIRA ÀS 18:30H
PROGRAMA SINTONIA JURÍDICA: DIREITOS FUNDAMENTAIS EM DEBATE!

Caríssimos e caríssimas amigos/as da área do direito, da justiça especializada e militantes de direitos humanos e sociais.
Após intenso trabalho de articulação, mobilização e planejamento desde a época em que iniciamos com a parte de comunicação junto ao Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos do Piauí (CEEDH-PIAUÍ) apresentamos a vocês o resultado prático:

Um programa radiofônico pensado com, por, para e a quem faz justiça, cidadania e direito no Piauí, especificamente na grande Teresina. O programa SINTONIA JURÍDICA, que vai ao ar toda TERÇA-FEIRA ÀS 18:30H (SEIS E MEIA DA TARDE) NA FM UNIVERSITÁRIA 96,7 MHZ.

Abordando temas de interesse geral e especial, com conteúdo diferenciado, linguagem acessível e atualidade .
Também há espaço em aberto para conversarmos sobre apoios culturais, interprogramas de instituições e grupos parceiros, coberturas especiais, além de dicas pra comunidade em geral, universitária e profissional.

Vejam o Baner (imagem acima) do programa Sintonia Jurídica, direitos (e deveres!) fundamentais em debate. 

Ouçam, ao vivo na rádio Fm Universitária 96,7 sempre às TERÇAS 18:30H  ou podcast no site farolguia.com!

Sintam-se todos/as convidados a ouvir e participar conosco desse programa que vissa criar uma cultura de colóquios mais frequentes sobre os grandes temas da Justiça e dos Direitos, especialmente os Direitos Humanos fundamentais.

FAVOR DIFUNDIR E SOCIALIZAR ESTE EMAIL NOS SEUS CÍRCULOS.
MUITO OBRIGADO E AGUARDAMOS SUAS SUGESTÕES!

fone: 3237 1619 / email contato c/ público: radiofmuniversitaria@hotmail.com

Rádio Fm Universitária 96,7:
Para todo bom gosto!

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terça-feira, 8 de maio de 2012

Ativismo: marcha da maconha em The (Teresina)



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Quadrilátero sexuoso no motel Vendetta

Diversão Funcionarista

Aí você acorda novamente. Repassa a agenda da manhã ao arrumar-se com blazer e blandícia da gravata com nó windsor. É uma contra-revolução à mesa da copa cozinha, posto serem os pais ultra esquerdistas (mas conformados às circunstâncias, em geral): pedem veementemente que o jovem exclua a gravata, aquilo é um adereço caduco e inútil. O espirituoso rapaz insiste e sustenta que vai sustentar/contentar a gravata por hoje, amanhã não sabe, pode ser que mude (a moda em londres, paris, milão, berlim, amsterdã, moskou, newark inclusive).

Judicioso, contacta por telefonema sua chefe, avisa que segue da reunião com o pessoal do recursos humanos diretamente para a repartição, a fim de realizarem o planejamento corporativo do trimestre na empresa. A superior hierárquica, com um som de sorriso sedutor e leveza de espírito alfineta: - Ah...  Bem que a gente poderia planejar e realizar também nosso happy-hour, "acho que nem me lembro mais o que é isso!"


O yuppie treme nas bases; não pode ficar de caso, saindo escondido da equipe para traçar ou satisfazer fetiches da chefa, uma ocasião qualquer pode dar bandeira e o mundo (social mais que o profissional?) desabaria sobre si; ficaria sem grana, reputação, carreira. Por outro modo de enxergar, a chefe satisfeita pelo assessor que ele era nos negócios, nos sentimentos e na cama, também poderia vir a promover-lhe e liberar carta branca para agir com suas próprias decisões.

Enquanto terminava de foder e fornicar até os píncaros do prazer com a chefe pela quinta vez, ela, num gozo verdadeiro, sensual, fotográfico e reverberante nos cantos do pé-direito e espelhos de teto desse segundo andar do motel Vendetta ali no centro, lembrou de que prometera à namorada da faculdade um passeio e alguma forma de diversão a dois, pois estava carente de prazerosos momentinhos.

Olhou no espelho, a gravata estava torta, nó desajustado, ajeitou, mandou mensagem pra ficante, no fim da tarde iriam ao boteco exótico que tanto ela gostava e depois ao motel... Vendetta! Ele tomou uns energéticos, duas pílulas energéticas espertas por garantia no bolso. Transou puerilmente, acariciou intimamente a mocinha e penetrou-a. Fodeu logo após a namoradinha num dos lavabos do boteco mesmo, levou-a pra casa. Economizou as pílulas pois poderiam servir amanhã ou depois (a copeira do Vendetta às vezes estava tão carente...)


E a namoradinha arrumou estágio no recursos humanos da mesmíssima empresa ao ficar intimamente relacionada à chefe no motel; aquele, o Vendetta. Vaga garantida, novas experiências profissionais no currículo de ambas, ela vai comprar lingerie e maquiagem novas pra combinar com a gravata de seu love affair; um dia eles saíram à três, até a copeira deu - nos descontos.
Pausa. Ela, a copeira, até aceitou levar umas pílulas pra testar com o(s) carinha(s) com quem ela fica nos fins de semana! E depois comprou uma caixa, tinha orgiazinha básica agendada pro feriado! Fim da pausa.
 As reuniões estão mais rápidas, produtivas, a empresa está subindo de cotação na bolsa e no conceito da sociedade. Eles trabalham com energéticos, em pílula, óbvio. O brainstorm e o falostorm, quem diria, sucesso empresarial; pois é, não é?
Durma. Sonhe. (Folgue. Energize. Aja. Conecte. Relacione. Etc. E outros etc.)
Num blogue perto de você.


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