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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Teresina: sesquicentenária e mais uma decadazinha e poucos anos


TERESINA 160 ANOS

DADOS - TERESINA

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OS PRIMEIROS ÍNDIOS DE TERESINA FORAM OS  POTIS, QUE LUTARAM JUNTO COM O LÍDER MANDÚ LADINO, ENFRENTANDO OS COLONIZADORES BRANCOS.// DEPOIS DE CRIADA A VILA NOVA DO POTI, SEUS PRIMEIROS HABITANTES VIERAM PRINCIPALMENTE DA REGIÃO COMPREENDIDA ENTRE A ATUAL TERESINA E CAMPO MAIOR, QUE CEDEU PARTE DE SUA ÁREA TERRITORIAL PARA A CAPITAL QUE ACABAVA DE SE INSTALAR.

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JOSÉ ANTÔNIO SARAIVA ESCOLHEU O LOCAL ONDE SERIA ERGUIDA A NOVA CAPITAL DO PIAUÍ, EM 1852, NA FAZENDA CHAPADA DO CORISCO.// DE PRINCÍPIO PENSOU EM ESTABELECER A NOVA SEDE ADMINISTRATIVA NA REGIÃO HOJE CONHECIDA COMO POTI VELHO, MAS DEVIDO A UMA GRANDE INUNDAÇÃO RESOLVEU MUDÁ-LA PARA UM LUGAR MAIS PROTEGIDO DAS CHEIAS, QUE PASSOU A SE CHAMAR VILA NOVA DO POTI.//

A COLUNA DE MÁRMORE LOCALIZADA NA PRAÇA MARECHAL DEODORO, TAMBÉM CONHECIDA COMO PRAÇA DA BANDEIRA, CONTÉM, NO SEU INTERIOR, UM DOCUMENTO COM TEXTO EM LATIM, TRADUZIDO ASSIM PARA O PORTUGUÊS:// “JOSÉ ANTONIO SARAIVA FUNDOU ESTA CIDADE NO ANO DO SENHOR DE 1852. OS PIAUIENSES, AGRADECIDOS, LEVANTARAM-LHE ESTE MONUMENTO NO ANO DO SENHOR DE 1858”. A COLUNA FOI INAUGURADA NO DIA 21 DE AGOSTO DE 1959.

(VULGARMENTE CONHECIDA COMO "PELOURINHO", ONDE SE APREGOAVAM AS NOTÍCIAS OFICIAIS E OUTRAS DE MAIOR MONTA E/OU IMPORTÂNCIA AOS PODERES CONSTITUÍDOS E CIDADÃOS-CIDADÃS DA SEDE METROPOLITANA DO ESTADO - TERESINA)

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NO DIA 24 DE DEZEMBRO DO ANO DE 1852, VÉSPERA DO NATAL, FOI CELEBRADA A PRIMEIRA MISSA NA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO AMPARO, QUANDO ESTAVA CONSTRUÍDA APENAS A CAPELA-MOR DO TEMPLO.// A 8 DE JULHO DE 1853, A IGREJA FOI LEGITIMADA  COMO MATRIZ DE TERESINA, EM SUBSTITUIÇÃO À ANTIGA MATRIZ DO POTI VELHO, QUE, COM PASSAR DO TEMPO, DESABOU.

A IGREJA DE SÃO BENEDITO, CONSTRUÍDA NO “ALTO DA JURUBEBA”, COMO ERA CONHECIDO NA ÉPOCA O LOCAL, FOI INAUGURADA NO DIA TRÊS DE JULHO DE 1886.// SEU IDEALIZADOR E CONSTRUTOR FOI O FRANCISCANO FREI SERAFIM DE CATÂNIA, ITALIANO, BISPO DE  TERESINA. A POPULAÇÃO INTEIRA AJUDOU NA CONSTRUÇÃO DO TEMPLO.// AS PORTAS DA IGREJA, ENTALHADAS PELO ESCULTOR PIAUIENSE SEBASTIÃO MENDES, SÃO TOMBADAS PELO INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL.
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A PONTE METÁLICA JOÃO LUÍS FERREIRA, QUE LIGA TERESINA A TIMON, FOI INAUGURADA NO DIA DOIS DE DEZEMBRO DE 1939.// CONSTRUÍDA POR ENGENHEIROS ALEMÃES, ELA TEM DUZENTOS E SETENTA METROS DE EXTENSÃO E DURANTE MAIS DE TRÊS DÉCADAS FOI A ÚNICA PONTE LIGANDO OS VIZINHOS ESTADOS DO PIAUÍ E MARANHÃO.
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O CANELEIRO FOI INSTITUÍDO COMO ÁRVORE SÍMBOLO DE TERESINA, POR MEIO DE DECRETO MUNICIPAL, NO ANO DE 1993.// A ÁRVORE ESTÁ  AMEAÇADA DE EXTINÇÃO E SUAS FLORAÇÃO É OBSERVADA ENTRE OS MESES DE ENTRE JULHO E DEZEMBRO.// NO MESMO ANO TAMBÉM FOI INSTITUÍDA A JANDAIA SOL COMO AVE SÍMBOLO DA CAPITAL PIAUIENSE.
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O LICEU PIAUIENSE, FUNDADO NA ANTIGA CAPITAL OEIRAS EM 1845, FOI TRANSFERIDO PARA TERESINA LOGO APÓS A INAUGURAÇÃO DA NOVA CAPITAL.// PASSOU A CHAMAR-SE COLÉGIO ESTADUAL DO PIAUÍ E, DEPOIS, COLÉGIO ESTADUAL ZACARIAS DE GÓIS, EM HOMENAGEM AO PRESIDENTE DA PROVÍNCIA QUE ANTECEDEU SARAIVA E CONSTRUIU O ANTIGO ESTABELECIMENTO DE ENSINO.// EM 1936, FOI CONSTRUÍDO O PRÉDIO QUE ATUALMENTE ABRIGA O COLÉGIO, NA PRAÇA LANDRI SALES, TAMBÉM CONHECIDA COMO PRAÇA DO LICEU.

O PRÉDIO QUE ABRIGA HOJE O PALÁCIO DA CIDADE FOI CONSTRUÍDO ENTRE OS ANOS DE 1916 E 1920, PARA NELE SER INSTALADA A ESCOLA NORMAL DE TERESINA, QUE HAVIA SIDO CRIADA EM 31 DE MARÇO DE 1910 PELO GOVERNADOR ANTONINO FREIRE.//  EM 1915, FOI TRANSFORMADA EM ESCOLA NORMAL OFICIAL, CHAMANDO-SE DEPOIS  ESCOLA NORMAL ANTONINO FREIRE. EM 1986, APÓS A INSTALAÇÃO DA PREFEITURA NO LOCAL, FOI TRANSFERIDA PARA NOVO PRÉDIO, PASSANDO A CHAMAR-SE INSTITUTO DE EDUCAÇÃO ANTONINO FREIRE.

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A ACADEMIA PIAUIENSE DE LETRAS FOI FUNDADA EM TERESINA, NO DIA 30 DE DEZEMBRO DE 1917. É CONHECIDA TAMBÉM COMO "CASA DE LUCÍDIO FREITAS", POR TER SIDO ELE O SEU IDEALIZADOR.// SÃO SEUS FUNDADORES OS INTELECTUAIS ANTÔNIO CHAVES, BENEDITO AURÉLIO DE FREITAS, CELSO PINHEIRO, CLODOALDO FREITAS, EDISON DA PAZ CUNHA, FENELON FERREIRA CASTELO BRANCO, HIGINO CUNHA, JOÃO PINHEIRO E JÔNATAS BATISTA, ALÉM DO PRÓPRIO LUCÍDIO FREITAS.

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A ARQUIDIOCESE DE TERESINA FOI INSTALADA EM 1953, PELO PRIMEIRO ARCEBISPO METROPOLITANO DE TERESINA, DOM SEVERINO VIEIRA DE MELO, QUE ESTEVE À FRENTE DA ARQUIDIOCESE DE 7 DE JUNHO DE 1923 ATÉ 27 DE MAIO DE 1955, DATA DO SEU  FALECIMENTO.// DOM SEVERINO FOI SEPULTADO NA CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DAS DORES.

NO DIA OITO DE JULHO DE 1980, MAIS DE CEM MIL CATÓLICOS DO PIAUÍ E DE ESTADOS VIZINHOS TIVERAM A OPORTUNIDADE DE VER O PAPA JOÃO PAULO II, QUE VISITOU TERESINA, FALANDO PARA A MULTIDÃO PRÓXIMO À PISTA DO AEROPORTO, NO LOCAL ONDE HOJE EXISTE UMA PRACINHA COM O SEU NOME.

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O THEATRO 4 DE SETEMBRO FOI INAUGURADO NO DIA 21 DE ABRIL DE 1894. RECEBE ESTE NOME PORQUE FOI NUM DIA QUATRO DE SETEMBRO QUE SENHORAS DA SOCIEDADE TERESINENSE PEDIRAM AO PRESIDENTE DA ENTÃO PROVÍNCIA DO PIAUÍ, TEÓFILO FERNANDES DOS SANTOS, QUE  O GOVERNO DOTASSE TERESINA DE UM BOM TEATRO.// ATENDENDO À SOLICITAÇÃO, TEÓFILO DOS SANTOS DESIGNOU O CONSTRUTOR MANOEL RAIMUNDO DA PAZ PARA CONSTRUIR UMA CASA DE ESPETÁCULOS QUE PROPICIASSE O DESENVOLVIMENTO CULTURAL DA CIDADE.

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE TERESINA FOI CONSTRUÍDA ENTRE OS ANOS DE 1922 E 1926, PROPICIANDO MAIOR RAPIDEZ DE COMUNICAÇÕES ENTRE O PIAUÍ E O MARANHÃO, JÁ QUE TRANSPORTAVA PASSAGEIROS E MERCADORIAS ATÉ A CIDADE DE SÃO LUÍS E, DEPOIS, ATÉ O NORTE DO PIAUÍ, CHEGANDO ATÉ A CIDADE DE PARNAÍBA.

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A PONTE JUSCELINO KUBITSCHEK, QUE LIGA AS AVENIDAS FREI SERAFIM (OUTRORA O REFERIDO LOGRADOURO ERA "AVENIDA GETÚLIO VARGAS", EM HOMENAGEM AO PRESIDENTE QUE IMPLANTARA O TAMBÉM DENOMINADO HOSPITAL HOMÔNIMO, AVENIDA A QUAL FORA TRANSFERIDA A NOMINAÇÃO PARA OUTRA AVENIDA DA CIDADE) E AVENIDA JOÃO VINTE E TRÊS, FOI INAUGURADA EM 1957. FOI A PRIMEIRA PONTE DE CONCRETO DO RIO POTI CONSTRUÍDA EM TERESINA.//

QUANDO O EX-PRESIDENTE JÂNIO QUADROS ESTEVE EM TERESINA, EM CAMPANHA COMO CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, ACHOU QUE A CIDADE DEVERIA TER UM AEROPORTO MAIS APROPRIADO A UMA CAPITAL E PROMETEU QUE MANDARIA CONSTRUIR EM TERESINA UM GRANDE AEROPORTO.// MESES DEPOIS DE TOMAR POSSE NA PRESIDÊNCIA, AUTORIZOU A ORDEM DE SERVIÇO.// TERESINA PASSOU A CONTAR COM UM TERMINAL DE PASSAGEIROS INAUGURADO NO DIA 30 DE SETEMBRO DE 1967, E CONSIDERADO UM DOS MAIORES E MAIS MODERNOS DO NORDESTE, NA ÉPOCA.

***


DADOS – TERESINA

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O PRIMEIRO JORNAL DE TERESINA CHAMAVA-SE “A ORDEM”.// FOI IDEALIZADO POR SARAIVA E DIRIGIDO PELO SEU CONTERRÂNEO DA BAHIA, PEREIRA D’ALENCASTRE. // SEGUNDO O HISTORIADOR CELSO PINHEIRO FILHO, NENHUMA CIDADE DO MUNDO CONTOU TÃO RAPIDAMENTE COM UM JORNAL COMO TERESINA. O JORNAL “A ORDEM” FOI CRIADO SETE MESES APÓS A FUNDAÇÃO DA CIDADE.

A PRIMEIRA EMISSORA DE TELEVISÃO DE TERESINA FOI A TV CLUBE, INAUGURADA NO DIA TRÊS DE DEZEMBRO DE 1972. // ATÉ ENTÃO, EXISTIAM NA CIDADE APENAS TRÊS EMISSORAS DE RÁDIO AM: RÁDIO DIFUSORA (QUE EM 2013 CONTOU 65 ANOS DE FUNDAÇÃO!), A MAIS ANTIGA, RÁDIO CLUBE (PRIMEIRA AFILIADA DA REDE GLOBO LOCAL) E RÁDIO PIONEIRA (ESTA COM MAIS DE 50 ANOS DE ATIVIDADES E NO AR!).// ESTA ÚLTIMA APRESENTAVA, NA ÉPOCA, MENSAGENS DIÁRIAS DO ARCEBISPO DOM AVELAR BRANDÃO VILELA, COM O TÍTULO “ORAÇÃO POR UM DIA FELIZ”, ATINGINDO NÍVEIS DE AUDIÊNCIA QUE NUNCA FORAM SUPERADOS POR NENHUMA EMPRESA DE COMUNICAÇÃO DE TERESINA.
NO PRIMEIRO CENTENÁRIO DE TERESINA, EM 1952, HOUVE UMA SÉRIE DE COMEMORAÇÕES PATROCINADAS PELO MAIOR EMPRESÁRIO DE COMUNICAÇÃO DA ÉPOCA, JORNALISTA ASSIS CHATEAUBRIAND. (O "CHATÔ" QUE CRIOU OS DIÁRIOS E EMISSORAS ASSOCIADOS, O QUAL APÓS SUA DECISÃO DIVIDIRA-SE EM UM CONDOMÍNIO ASSOCIADO DE 22 CONDÔMINOS, AO QUAL AGREGAVA-SE AINDA O ACERVO DO MASP, PROPRIEDADES E AÇÕES ESPECIALMENTE NO RAMO DE MÍDIA IMPRESSA - JORNAIS E REVISTAS -, MÍDIA DE MASSA - RÁDIOS E TEVÊS -, INDÚSTRIAS DE MEDICAMENTOS, ETC. E QUE AINDA FÔRA SENADOR PELA PARAÍBA E POR MARANHÃO, ALÉM DE EMBAIXADOR DO BRASIL NA INGLATERRA À ÉPOCA DO GOVERNO JUSCELINO KUBITSCHECK) // NA OCASIÃO, O POETA H. DOBAL PUBLICOU LIVRO DE POEMAS INTITULADO “ROTEIRO SENTIMENTAL DE TERESINA”.

***
A ENERGIA ELÉTRICA CHEGOU A TERESINA EM 1910.// A PRIMEIRA CENTRAL TELEFÔNICA FOI INSTALADA EM 1907.// E O PRIMEIRO SISTEMA DE ABASTECIMENTO D’ÁGUA PÚBLICO FOI IMPLANTADO EM 1906.

***
O CLUBE DOS DIÁRIOS, CRIADO EM 1922, FOI PALCO DE CÉLEBRES TERTÚLIAS, INÚMERAS APRESENTAÇÕES ARTÍSTICO-CULTURAIS E REUNIÕES DA SOCIEDADE TERESINENSE. // DAS SUAS TERTÚLIAS SURGIRAM NAMOROS E CASAMENTOS QUE FORAM O MARCO DO SURGIMENTO DE VÁRIAS GERAÇÕES DE TERESINENSES.

ATÉ O ANO DE 1962, ALGUMAS RUAS DO CENTRO DE TERESINA POSSUÍAM TRILHOS, QUE SERVIAM PARA OS BONDES QUE TRANSPORTAVAM PASSAGEIROS DA RUA JOÃO CABRAL À AVENIDA MIGUEL ROSA, PERCORRENDO TODA A AVENIDA FREI SERAFIM. // ESSE SERVIÇO DE TRANSPORTE COLETIVO POR BONDE HAVIA SIDO INTRODUZIDO NA CIDADE EM 1923, TENDO SIDO DESATIVADO EM 1929.

***
ALGUMAS ANTIGAS RUAS DE TERESINA FORAM CONHECIDAS POR OUTROS NOMES: //

HOJE A
ANTES CHAMAVA-SE
RUA SENADOR TEODORO PACHECO
RUA BELA
RUA DESEMBARGADOR FREITAS
RUA DA ESTRELA
RUA AREOLINO DE ABREU
RUA DO AMPARO
RUA ELISEU MARTINS
RUA DOS NEGROS
RUA ÁLVARO MENDES
RUA GRANDE, CONHECIDA COMO ESTRADA REAL

OS PRIMEIROS BAIRROS DE TERESINA SURGIRAM NA ZONA NORTE DA CIDADE, COMO O POTI VELHO, O AEROPORTO, O MAFUÁ E A VILA OPERÁRIA. //

NA ZONA NORTE DE TERESINA, ONDE HOJE FUNCIONA O INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, EXISTIU UMA GRANDE ÁREA CHAMADA “CAMPO DE MARTE”. // ALI, FUNCIONARAM: O ANTIGO QUARTEL DO EXÉRCITO, A SANTA CASA DE MISERICÓRDIA, A EMPRESA FUNERÁRIA DE TERESINA, A CADEIA PÚBLICA E O ASILO DOS ALIENADOS, CRIADO EM 1906, E TRANSFORMADO, DEPOIS, NO HOSPITAL PSIQUIÁTRICO AREOLINO DE ABREU. // 

NA ZONA SUL DA CIDADE OS BAIRROS MAIS ANTIGOS SÃO: // A VERMELHA, A CATARINA, O CAJUEIRO E A PIÇARRA.

NA ZONA LESTE, OS BAIRROS COMEÇARAM A SE FORMAR HÁ MAIS OU MENOS QUARENTA ANOS, QUANDO A POPULAÇÃO DA CIDADE COMEÇOU A AUMENTAR RAPIDAMENTE E A CIDADE FOI AMPLIADA PARA O OUTRO LADO DO  RIO POTI. // ALI OS PRIMEIROS BAIRROS FORAM: JÓQUEI, FÁTIMA E NOIVOS.

FONTE: PESQUISA ACERVO DE DOMÍNIO PÚBLICO /
EQUIPE: RÁDIO FM UNIVERSITÁRIA 96,7 (UFPI) - PARA TODO BOM GOSTO!
2012/2013







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quinta-feira, 14 de março de 2013

Videolog com venezuelanos da UNILA sobre Hugo Chávez

Chávez Vive por CUCAUNE  no Videolog.tv.

Uma boa produção/edição videojornalística, porém sem a menor graça do ponto de vista persuasivo ou doutrinário comum aos chavistas!
Mas o que mais me chama a atenção é o progresso que o pessoal universitário da UNILA demonstra ter em  tão pouco tempo de existência!
¡Buenas sortes a los pueblos venezuelanos!



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sexta-feira, 8 de março de 2013

COISAS DA NATUREZA, DA TÉCNICA E DO SER


COISAS DA NATUREZA

As raízes brancas de velho cabelo;
As flores brancas novas do ipê.
Vida longa, seiva elaborada,
aos fotógrafos de paisagens:
de naturezas vivas,
consoante letras.

COISAS DA TÉCNICA

Quis após a pioneira matéria
o humano ser criador;
de artifícios e artes sérias,
ser humano inventor.
Vontade e ilustração,
a inteligente força da criação.

COISAS DO SER

Ser coisa,
coisas do ser.
Palavra cacófona,
ou cacógrafa ensinam.
Ser humano: que coisa!;
pra mim, caríssimo,
também chega!









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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Ecologia videozinho

ECOLOGIA   -   comercial elaborado pela DM9DDB com parceria com a WWF Brasil e Ministerio do Meio Ambiente...



Agora traduza para os atos e desideratos do teu cotidiano e perceba o quão injustos somos ao meio ambiente, sem percebermos exatamente a dimensão que podem tomar nossas atitudes, certas ou erradas.


Conheçam em seu bairro, vila ou região mais gente que está tomando uma nova consciência ecológica.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013




Ser doido não é ruim,
chega até a ser divertido;
ruim é ser meio-doido:
chega ser caso perdido!
(poeta feirense sertanejo)


Ser doido não é ruim,
chega até a ser divertido;
ruim é ser meio-doido:
chega ser caso perdido!
...


Ser doido não é ruim,
chega até a ser divertido;
ruim é ser meio-doido:
chega ser caso perdido!

repeteco!!!

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Chuva de verão na universidade


Chuva de verão na universidade
Antes do final da aula de Metodologia da Pesquisa Científica, olho pela janela da sala: começou a chover grosso. Lá dentro, aparentemente ao mesmo tempo, as lâmpadas dão um sinal de oscilação de energia elétrica e piscam estranhamente. O professor consulta brevemente o seu relógio de pulso; a aula termina em seguida.
Saindo da sala, no pátio a água pluvial flui torrencialmente e o tempo esfria, o ar torna-se úmido, relâmpagos e trovões pontificam: a estação das chuvas já está no auge! A universidade, com o vento, fica com seus espaços cobertos e com áreas livres repleta de gente a se abrigar; muitos aproveitam o momento para conversar e se abraçar, e alguns até a se beijar. Nos banquinhos, carteiras e mesas há debates eufóricos sobre qualquer coisa ( ) mas o clima está influindo nisso também.
Até os gatos, cães e pássaros estão diferentes. Uma mulher sorri e me cumprimenta no corredor da sala dos professores e retribuo-lhe com um sorriso também. Pessoas transitam indecisas, eu sigo a praça das plantas exóticas e relaxo um momento, recostado a uma coluna de concreto, aprecio a paisagem e a situação. A coruja de metal, na sua sapiência, tudo espera imóvel e inatingível. As gotas caem do teto, batem em pedras de seixo e avolumam-se para depois serem sorvidas pelo chão antigo. Agora, goteja; aos poucos, chuvisca, até serenar...
Não há mais tempo para contemplação e ócio, os estudantes, funcionários, servidores, professores e transeuntes voltam à rotina corriqueira. O fluxo normaliza-se e a última gota d’água ali na pedra, orvalha, até que evapora e sublima na nuvem de outra hora, de outro local. (Alguns felizes comentam o banho de chuva, o vento, o ar, o tempo ameno e o clima novo).

jpsm

2012 ou s/d ? 

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Diálogo surreal Citadino 1 e 2 (bonus track)


?¡¦…!¿

diálogo surreal citadino 1

DIÁLOGO SURREAL CITADINO (1)


O poste parou, pensou e falou para o cano:
 “muita água ainda para rolar?”

E o cano, na ponta da língua, respondeu:
 “tanta quanto a que rola na hidroelétrica, mas sem fiação que a aproveite por todos os lugares!”

A pedra de calçamento, ouvindo a conversa, pensou em voz alta:
 “no final tudo volta ao pó.”

O tijolo, que assistia a toda a prosa silencioso, refletiu consigo e comentou aos demais amigos:
 “no fundo, sem nós e sem nossas obras, talvez não se concebesse a urbanidade.”

E o gás, ali embotijado no subsolo, devaneou:
 “o progresso eu acompanhei, para evitar a morte das árvores; mas eu mesmo trago um pouco das finadas florestas e matas pré-históricas ... e de animais pré-históricos ... e até os pré-humanos!”

Mas o telefone público, na sua sabedoria, explanou:
 “todos nós, cada um em sua linha de condução, temos nossa função social e importância para o futuro da humanidade.”

O relógio da praça, com um leve acelerar no compasso dos ponteiros, cogitou para consigo próprio: “eles mudam de forma e de lugar, mas sempre pensam o mesmo!”

o mesmo

João Paulo Santos Mourão / 2012.

amo o amor e ao mesmo tempo odeio - diálogo surreal citadino 2

(abre-se a caixa de diálogos...)

-- estudando muito, tudo?
vc é fãzona assim de foto tb quanto de música?

-- demaaaaaais
umrum

-- é...estudar arte e estudar pessoas, para viver culturalisticamente; nao é mole não moça.

-- eu amo o amor
e ao mesmo tempo o odeio

-- "ganhar dinheiro com poesia"; às vezes o Vinícius nos ensina com uma frase!

-- eu amo as pessoas e ao mesmo tempo as perfuro

-- porque que a gente é assim!?

-- eu quero rasgar meu cérebro como se fosse um papel velho
cheio de anotaçoes e borroes
ter dado um tiro no pé
a 11 meses atrás
que era pra nao conseguir andar, durante todo esse tempo
e poupar a dor que eu sinto agora

-- se seu coração está leve e sereno, seu cérebro está pesado e confuso ou o inverso... é sempre essa jogatina capital!
somos a moeda do amor
ele apenas nos usa
mas temos de nos dar e doar valor em amor, doutra maneira
e sermos autênticos
isso dói e dá reviravoltas
mas amar sempre é um jogo, nao podemos nos mutilar, nos degringolar ou nos remorsarmos; seríamos cúmplices da vaidade ou do erro do amor
ame e ame mesmo; ame e volte a amar; ame e deixe amar!
você também sofre tanto quanto quem se faz sofrer; as pessoas precisam entender os momentos umas das outras, isso é amor!
mas eu também nao gosto de falar como se fosse um boticário com receita de bolo de amor coraçãozinho frufru; o amor é mais real que qualquer outro sentimento, dele derivam vários

aliás, derivar é noção tb muito matemática
e amor nao é coraçãozinho piscando e virando equações de familiazinhas felizes e amorosas em adesivos de párachoque, ou vitrines de boutiques
amor é atitude e presença de espírito
amor é arte!

-- amei


-- pois é: amar/odiar, tem sempre sentido!
mas as atitudes harmonizam, algum momento; e a gente sente
o que é melhor para amar
as pessoas amadas se sentem, como almas ou seres gêmeos porém opostos

-- ando muito angustiada
;/

-- nós minha cara, nós;
eu me associo à sua angústia
porque perdi muito núltimos tempos para achar respostas simples ou não, mas respostas
por sorte ou destino ou acaso ou não, achei algumas perdi outras que andavam quase próximas
mas só quem nos responde somos nós; alguém pode até auxiliar
ou dar conselhos amorosos ( argh!) mas só você se entende tão bem consigo e por si mesma


-- eu tenho que ir
vou fazer uma cançao sobre nossa conversa


-- fique bem! escreva sobre isso!
esteja sempre à vontade!
e bons estudos!

(fecha-se a caixa de diálogos e salva-se o pensamento)


(de/com/por/para Cami Rabêlo, ativista cultural, "poetinha", compositora e cantora inspirada, além de uma das idealizadoras do endereço eletrônico Agenda Cultural The entre outras qualidades...)

J.P.S.M. NOV/2012

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sábado, 17 de novembro de 2012

THE RESENHANDO


The resenhando

Padeiro para mestre-garapeiro
Joalheiro para mestre-mineiro
Mensageiro para mestre-missionário
Sapateiro para mestre-alfaiate coureiro.
Segue o recado do marinheiro de rio para o polícia de terra.
Via aviador civil (não me erra!).

Bebendo cachaça;
Fazendo arruaça;
Virando mundiça!

Numa cidade onde sobra:
Terreno,
Serviço,
Ofício.

Fumando bobiça,
Cheirando carniça,
Armando desgraça!

Numa cidade onde sobra:
Prazo,
Tarefa,
Artifício.
(Estultício)
Ajunte ou consiga: mineral, metal, ouro, prata, cobre.
Tenência?
Corra atrás da víbora, lagarto, avoante, piau e lebre!
Coincidência?
Sinta (a)través da febre!
Convalescênça?
Troca de turnos atenção redobre!
Inconsciência?
O frevista encobre!
Confluência?
A sambista é nobre!
Resiliência?
O tangista é pobre!
Reminiscência...

Sim, se admita. (bis)
Endireitou, repita.
Só não apita!

(João Paulo Santos Mourão)
Teresina, Piauí, out/2012.

[com dedicatória especial aqui para a amiga Cami Rabêlo]

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Que festa?



Que Festa?

Festa...
Festa pra quê?
Festa pra quem?
Afinal

Festa, festa pra comemorarmos o quê?
O universo caótico e assim equilibrado?
As etnias mundiais terrenas que se digladiam matam e destroem?
Os povos nacionais que ora se eliminam pela força bruta ora pelas mentiras?
As comunidades que miseravelmente são estropiadas insensivelmente?

Festa, há ainda o que motive comemorar em festa?
Festa, há ainda quem mereça ir a festa?
Festa, há ainda quem comemore algo ou alguém em festa?
Enfim

Festa?
 Festejar como, se a alegria inexiste e o prêmio é sempre falso
Mais hora, menos hora; um festeja a desgraça do outro;
Vários poucos felizes festejam sobre as muitas únicas desgraças infelizes
Você festeja sobre a minha desgraça e vice-versa, ou revide-festa(!)
Eu abstenho-me de tripudiar sob a dor que já sinto e pressinto crescida
Você, decida-se; a quem tu serves, qual o teu servir, como é teu serviço?
Pois de festas ineficazes e tolas, a sociedade abastece-se com vícios
Vícios dependem de viciados; viciados vitimam a si, a outrem, a sociedades
E o ciclo de festas infestejáveis recicla novos-velhos festeiros farsificados




Festa ?
Esta festa de fazer com que pessoas que se gostam sejam enganadas por outras que as não gostam e assim as fazem desgostar-se umas às outras e ainda daqueles festins dos outros que acintam os uns para festa daqueles;
Tudo isso é motivo de festa aos que se gabam de gozar festa à toa.
Permita-me, todavia, dizer a vós, a quem quiser de vós ouvir-me: não consinto em festas irreais e afasto-me do falso, posto não suportar ver travestida de irrealidade uma comemoração qualquer inventada ao léu.
Mas não que me seja comum tristeza, desimportância à vida e aos seus viventes costumeiros seres; não significa achar assim apenas o mal amargor da vida e das criações de viventes insignificantes que somos para o grande aventurar do universo ou universos.
Penso que quando uma pessoa manifesta chateação, raiva ou agitação, esta sim me representa sentir e ter sentimento de algo na vida, não quem me manifesta apenas animação, gosto ou estabilidade, esta somente falseia e tem falsidade de tudo à vida que lhe foi concedida.
De sorte que, para não ser insensível também, hei hoje pensado, escrito e reprisado estas intenções à uma pessoa minha amiga, que por ventura do destino, do acaso ou do impossível de predizer, esteve um pouco mais agitada hoje que o usual e me disse umas poucas e não tão boas quanto a da expressão idiomática: diria eu ainda “melhores”, neste conotativo aspeado e superlativizado termo.
Mas em momento algum, eu resisti à tentação de dizer um gracejo, uma palavra feia ou mais “festiva” entre os mau-humorados e fazedores de festa com a desgraça alheia.
Felizmente, desisti de tentar uma explicação que só faria piorar os ânimos; sincera e delicadamente, resignei-me ao sacro e – dizem – sábio silêncio providencial do tempo e do espaço e da forma. Não discuto com quem gosto, se a pessoa não está merecedora de discussão em questão de outra alçada.
Infelizmente, não gosto todavia de ficar com a impaciente impressão de que a pessoa não entendera meu gesto e a qualquer momento poderá pensar diferentemente de mim, a me intentar mal, pensar erradamente de meus feitios, ou ainda pior: imaginar coisas improcedentes a meu respeito.
Por isto, de agora em diante, como autopunição social e que ela se note por todos, amplio minha promessa outrora jurada em secreto e declaro que meu sorridente ou meu entristecido semblante estará cada momento que passa mais distante das festas - especialmente as dos outros sobre a desgraça alheia conforme já sobremencionado.
 E minha rotina não chegará ao conhecimento de festeiros de última categoria pela desgraça minha, das pessoas de minha convivência e/ou quem quer que seja/esteja inteiro na amizade para comigo.
Termino, por ora, esta missivazinha que vai a quem interessar possa, a lembrar a mim mesmo: Festa? Festa pra quê? Pra quem? Por quê?
Festa, vossas senhorias, é não precisar de festas para sentir por um minúsculo instante a felicidade (qual uma gotícula de orvalho na terra semeada de porvires – no plural).
Festa, essa sim das que gosto de participar e partilhar, é o sempre estar em paz consigo, de corpo, alma, espírito, encarnado por inteiro, sensitivo ao insensível aos sentidos vagos, sem carecer de simulações ou artifícios vis.
Mas desta festa, devo dizer, prefiro não participar ou partilhar com quem dela não tome parte ou tenha participado a construir altruisticamente. Pois não entenderá, tampouco merecedor será do júbilo dela advindo.
Esta festa, senhorias, chama-se “cotidiano”; não fecha-se em cubículos ou grades ou paredes ou cúpulas. Apenas vive-se, não se comenta em vão.

Jotapê
17/11/2012.

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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Adeus e até outro plano caro sr. José Providência!


Nota de Pesar

02/10/2012 16:49
É com profundo pesar que a Universidade Federal do Piauí comunica o falecimento do servidor José da Providência Pinto de Carvalho, lotado no Departamento de Comunicação Social, no Centro de Ciências da Educação (CCE). Providência trabalhou como técnico no laboratório de fotografia e conviveu com boa parte dos jornalistas e comunicadores que se graduaram pela UFPI.
A UFPI, em especial o departamento de Comunicação Social, lamenta a imensurável perda, e irmana-se em luto com a família e amigos.
Fonte: www.ufpi.br
Charge de Dino Alves para José Providência: uma homenagem simples mas sincera

José Providência fôra nosso professor e técnico de fotografia na universidade; com ele aprendi os primórdios em termos de enquadramento e uso de equipamentos analógicos e digitais.

Registro aqui um profundo agradecimento a êle em suas sinceras exposições sobre fotojornalismo e também sobre a filosofia de vida mesmo.

Um causo que gostaria de deixar como reporte da lembrança aqui. Em uma das aulas práticas de foto, todo mundo passa pelo dia da revelação (desde a latinha camara escura ao digital) e neste dia, era para estarmos lá às 8:00h em ponto. Chegamos eu e meu amigo de turma e de sempre Marco. Faltavam ainda o Flávio e o Rafael. Ele soltou a perolizada frase: "Aonde é que estão os outros calhordas? Será que quando vocês se formarem os eventos vão esperar por vocês também?" algo parecido com isto. Ali caiu a ficha e a gente não sabia se ria ou se ficava sério. Mas ele esperou os demais chegarem, o Sinclair riu amarelo conosco e foi um dia divertido e inesquecível, graças ao senso de profissionalismo do sr. José Providência. Nunca esqueço dos bomboms que ele gostava de apreciar e presentear os melhores da aula. Neste dia do professor, eis alguém que honrou a profissão com a dignidade de um artista piauiense.
 

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